Gabriel Batistuta

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ESTE ARTIGO É SOBRE UM GALÃ!!

Ele provavelmente não passa de um BBB: bom, bonito e burro pra cacete. Mas e daí? As mulheres (e alguns homens) ficam babando litros toda vez que ele aparece na TV (ou em revistas), já que ele é um

GALÃ.

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Gabriel Omar Batistuta
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Batistuta sendo crucificado pela torcida do Fiorentina por ter errado todos os chutes contra a Juventus
Apelidos Batigol, Inri Cristo
Nacionalidade Bandeira da Argentina Argentina
Altura 1,86 m
Posição Centro-avante
Chutava com os dois
Clubes Novinhos do Gabe Newell, Rio de Prata, Traficantes Mirins, Mulher do Tiririca, Totti F.C, Entra no meu melão e um clube qualquer do Catar
Estilo de Jogo Fazer gols pra caralho
Gols Pra caralho
Prêmios Penteado mais legal do futebol nos anos 90
Vícios Passar duas horas passando condicionador no banho


Cquote1.png O apelido tem tudo a ver com o estilo de jogo dele: Bate e gol Cquote2.png
Engraçadão sobre Gabriel Batistuta
Cquote1.png Se eu não ligasse só para carnaval, teria sido muito melhor! Cquote2.png
Edmundo sobre Gabriel Batistuta
Cquote1.png A gente queria comprar o Batistuta, mas só tinha a metade do dinheiro, então só deu pra trazer o TUTA Cquote2.png
Flamengo sobre Gabriel Batistuta
Cquote1.png Cabelo grande é coisa de viado! Cquote2.png
Daniel Passarella sobre Gabriel Batistuta

Gabriel Omar Batistuta (Reconquista, 1 de fevereiro de 1969) é um ex-jogador de futebol argentino. Ficou bastante conhecido nos anos 90, não só pelos muitos gols que marcava, mas também por sua aparência messiânica, que lhe permitiu ganhar a vida trabalhando como ator em encenações da Paixão de Cristo após largar os gramados.

Carreira[editar]

O motivo de Batistuta fazer tanto sucesso

Nascido numa família de traficantes, Batistuta começou a "trabalhar" desde cedo, e pretendia assumir os negócios da família quando mais velho, mas o talento no futebol lhe fez mudar de ideia. Entretanto, Batigol nunca esqueceu o que aprendeu durante os tempos de tráfico, inclusive criou sua comemoração mais famosa inspirado em seu "trabalho" como hitman, metralhando traficantes e membros de gangues rivais.

Embora jogasse no River Plate, ele resolveu virar a casaca e vestir as cores do maior rival, Boca Juniors. Por não conseguir repetir o sucesso do maior ídolo do time, Diego Armando Cheiradonna, ele acabou sendo vaiado pela torcida, e já odiado pelo resto da população de Buenos Aires que torcia pro River, ele decidiu sair do pés.

Após boas atuações pela seleção argaytina, Batistuta decidiu ir para a Terra da Bota, país do qual 99,9% dos argaytinos são descendentes. Rejeitado por gigantes como Juventus e Milan, ele teve que ir para a modesta Florentina do Tiririca. Lá, ele estabeleceu uma ótima parceria com o português Rui Costa, com quem fazia todas as jogadas de gol do time. Costa recebia na intermediária, se livrava da marcação, driblava os zagueiros e tocava pra Batistuta, que só empurrava pro gol. Um grande trabalho de equipe.

Parar no ar é para os fracos, Batistuta literalmente "deitava" em cima dos adversários

Graças a Batigol, o time de Florença passou a ser um dos melhores da Itália e ia todo ano pra Xampions, onde inclusive chegaram a dar um pau nas diabinhas vermelhas com show do hermano. Poderiam ter sido campeões nacionais, mas o animal do Edmundo preferiu ir tomar banho de mijo no carnaval carioca e fudeu com tudo.

Em 2000, a Fiorentina vem a falência após seu dono, Tiririca, doar toda o seu dinheiro como dízimo para poder trabalhar na Rede Record, Batistuta precisou mudar de clube. Escolheu a Roma, onde seu companheiro de ataque, Francisco Totô, era capitão, treinador, dirigente esportivo, gerente e presidente. Pelo clube romano, Batigol finalmente conseguiu vencer o scudetto, sendo carregado pelos vários craques do time, especialmente Hidetoshi Nakata, o japonês voador.

Mais tarde, quando já estava velho, cansado e semi-aposentado, foi se abrigar na Inter de Milão, asilo favorito dos argentinos na Itália.

Sua carreira terminaria de forma trágica após uma série de lesões nas pernas. Mais tarde, descobriu-se que essas lesões seriam resultados de excessivas depilações, nas quais o jogador obtia os cabelos que formavam sua vasta cabeleira. Após pendurar as chuteiras, suas pernas tinham a vitalidade de um senhor de 90 anos, mas, em compensação, eram lisinhas como as de uma Miss Universo.

Seleção[editar]

Batistuta e um certo carequinha doido para arrancar alguns fios de cabelo do argentino e fazer uma peruca

Pela selecinha argaytina, Batigol estreou nos tempos em que jogava no Boca, quando o então treinador a equipe foi convencido a levar o jogador após manifestações pacíficas da torcida, que envolveram janelas de carro quebradas e ameaças de sequestro a familiares. Em 1994, foi um dos titulares daquela que seria o melhor time da Argentina da história, mas aí Dieguito acabou sendo pego no exame anti-doping e estragou aquela que poderia ter sido a melhor copa da Argentina. Nós, brasileiros, agradecemos.

Em 1998, quase ficou fora da copa porque o técnico Daniel Passarella não queria convocá-lo por causa de seus longos cabelos. A verdade é que a esposa de Daniel, uma loira de farmácia, havia traído o marido com um negão colombiano, motivo pelo qual criou ódio de qualquer coisa que tivesse fios amarelos e longos, inclusive deixando de comer macarrão e quebrando todas as vassouras que tinha em casa. De cabelo cortado, Batigol liderou os boludos até às quartas, após passar pela Inglaterra do também loirinho Beckham, que foi expulso após ter feito uma brincadeira dos tempos de infância em Diego Simeone que o árbitro não gostou porque também era sacaneado na escola. Acabaria tomando no cocu contra a Holanda.

Quatro anos mais tarde, embora estivesse com mais de 80 anos de idade e as pernas já insensíveis, foi convocado para a Copa do Mundo por ainda ser tecnicamente superior a todo o resto do elenco.

Prêmios[editar]

  • Jogador mais cabeludo da década: 1990 a 1999 (Dividido com Caniggia)
  • Gringo mais odiado pelo Curintia: 1991 a 1994 (substituído por Freddy Rincón)
  • Atacante argentino que não perde gols decisivos: 1991 a 2002 (ainda não houve ninguém que pudesse substituí-lo)

Ver também[editar]

  • Fernando Redondo, seu companheiro na seleção, onde jogavam e iam fazer chapinha no salão de beleza juntos.
  • Cláudio Caniggia, outra loiraça hermana que os brasileiros odiavam.
  • Rui Costa, seu maior "parceiro" em termos de clube.
Flag of Argentina.svg
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Goleiros: FillolGoycocheaCarrizoAbbondanzieriBurgosPumpidoCarnevalliRomeroCavallero
Zagueiros e Laterais: RuggeriBatistaMascheranoPassarellaHeinzeSorínSamuelPerfumoZanettiAyalaZabaletaMarzolini
Meias: MaradonaBurruchagaArdilesRiquelmeCambiassoMontiGallardoVerónDi MaríaAimarOrtegaGuiñazúD'AlessandroGagoRedondoSimeoneBochiniPeucelle
Atacantes: BalboRamón DíazMedina BelloMessiHiguaínLópezTévezKempesBatistutaPalermoKun AgüeroDi StéfanoLabrunaCaniggiaCrespoPalacioSívoriStábileValdanoCorbattaOrsiArtimePederneraMorenoLoustau