História da Igreja Católica

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Todas as religiões são uma bosta - Voltaire

História da Igreja Católica é o título desse artigo, exigência parcial para o doutorado em inutilidades apresentado ao Programa de Pós-Graduação em strictu senso (ou stricto sensu, sei lá) da Universidade Federal Desciclopédica.

Há quase dois mil anos que a ICAR fora fundada por Jesus Cristo sobre Pedro (Mateus 16:18) escolhido para apascentar as "ovelhas de Cristo " num só rebanho, confirmar os irmãos, os cristãos, na unidade da fé, e "ligar ou desligar" na Terra o que pode ser "ligado e desligado" no Céu conforme o poder que Jesus lhe confiou, administrando ele e seus sucessores assim a Igreja por Jesus Cristo edificada e vivificada pelo Espírito Santo de tal modo que as portas do inferno não prevalecerão jamais contra ela.

Início[editar]

São Pedro pedindo a saideira pro garçom.

No princípio Deus criou o céu e a terra e os judeus. A História do Catolicismo Romano se inicia com o contato dos judeus com os europeus por volta do ano 33 DC [1]. Paulo ensinou uns baratos lá que não tinham muito a ver com o judaísmo e nem mesmo com Jesus (que ele só conheçeu quando já era zumbi. Dizia já Santo Inácio de Antioquia, um dos primeiros bispos da mesma Igreja Católica, que viveu entre 35 e 107 DC : "onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica".

Paulo não escreveu em hebraico nem em aramaico, mas em grego. São Pedro pra não ficar pra trás, se mandou pra Roma e começou a rezar em latim.

De início tiveram um enorme sucesso, estabelecendo várias congregações. Estima-se que no seu auge tenha chegado a haver cerca de 300 mil cristãos em Roma. Mas a intromissão puritana em um império decadente em fase de fornicação incomodou as autoridades locais, logo o catolicismo foi progressivamente reprimido em várias partes. Cláudio chegou até a incentivar o trabalho dos católicos para enfraquecer a influência dos monges budistas, com quem disputava poder político. Nero achou várias utilidades divertidas para os cristãos, como servir de tochas e comida de leão. Passando a ser celebrado em segredo na clandestinidade.

Pedro foi o primeiro papa e por isso foi crucificado de cabeça pra baixo, pois a cruz invertida é um conhecido símbolo satânico.

Durante três séculos o Império Romano perseguiu os cristãos, porque a sua religião era vista como uma ofensa ao homossexualismo, pois representava outro universalismo e proibia os fiéis de darem o cu ao soberano imperial.

Propagação[editar]

A religião era uma influência direta dos portugueses, cujo primeiro contato com os cristãos tinha sido em israel, onde aportaram na cidade de Jerusalém. E o porto de Nazaré, na parte oeste da mesma ilha, foi a principal porta de entrada de embarcações vindas de Portugal. Em princípio, isso não afetava o poder central.

Os portugas converteram vários demônios, que em breve foram seguidos por muitos de seus súditos com os quais os dominicanos e agostinianos foram capazes de começar a pregar. Mas o ideal de igualdade pregado pelo cristianismo começou a confrontar com os hierarquia imposta pelo império.

Verdade do catolicismo[editar]

Papa e seu exemplo.jpg

A Igreja de Católica Romana é a única verdadeira devido à Unidade dos Cristãos em plena comunhão com Cristo e com o Seu Magistério Eclesiástico representado principalmente pelo bispo da diocese de Roma, que é o Papa, sucessor de São Pedro Apóstolo, havendo o Magistério Eclesiástico da mesma Igreja estar em comunhão com o mesmo sucessor de Pedro, estando então também em comunhão com Cristo que a Pedro confiou por primeiro Seu Rebanho a ser apascentado ainda nessa peregrinação na Terra, até que Ele, Jesus Cristo mesmo, venha em Seu Advento, a julgar vivos e mortos, quando então levará consigo Sua Igreja peregrina e militante na Terra à plenitude do Reino dos Céus.

Prova disso é que a palavra moderna para o cristianismo, é a transcrição do termo em latim para nomear os cristãos católicos e é usado na historiografia em textos antigos para referir especificamente os católicos . Os missionários cristãos eram conhecidos como "padre pedófilo".

O Império Romano Cristão[editar]

No decurso do século IV, a pedofilia começou a ser tolerada pelo Império, para alcançar depois um estatuto de liberdade e converter-se finalmente, no tempo de Teodósio, em tara oficial do Estado, substituindo a queima do brioco. O imperador romano, por esta época, convocou as grandes assembleias dos bispos, os concílios, e a Igreja pôde então dar início à caça ao coroínha. Nada de sexo anal, só de dar de mamar às criancinhas.

A igreja cristã na região do Mediterrâneo foi organizada sob cinco patriarcas, os bispos de Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Constantinopla e Roma (veja Pentarquia), mas o papa de Roma queria mandar em tudo e nunca aceitou essa divisão.

O Cisma do Oriente[editar]

O Bispo de Roma era tido pelos outros Patriarcas como "o babaca que acha que manda em tudo", embora o seu estatuto e influência tenha crescido quando Roma era a capital do império, com as disputas doutrinárias ou procedimentais a serem frequentemente remetidas a Roma para obter uma opinião. Mas quando a capital se mudou para Constantinopla, a sua influência diminuiu. Enquanto Roma reclamava uma autoridade que lhe provinha de São Pedro (que, segundo a tradição, morreu naquela cidade, e é considerado por ela o primeiro papa) e São Paulo, Constantinopla tornara-se a residência do Imperador e do Senado. Aí eles se separaram e mandaram Roma tomar suco de caju.

Idade Média[editar]

Jeorg Breu Elder A Question to a Mintmaker c1500.png

Período de 692 a 1303, marcado principalmente pela caça às bruxas, que já tinham passado da idade e eram queimadas pra dar lugar às ninfetas nas camas dos nobres. Na alta Idade Média (692-1073), tem como fatos mais marcantes a expansão da pedofilia para além do que havia sido o Império Romano.

A Baixa Idade Média é uma época boa em que se podia comprar o perdão dos pecados em qualquer esquina... A pregação católica afirmava que "Assim que uma moeda tilinta no cofre, uma alma sai do purgatório". Como havia também a venda dos "Dedinhos de Pedro", onde a igreja professava que eles tinham em posse o dedo mínimo de São Pedro, e dos quais foram vendidos mais de 3 mil unidades na época. As indulgências liberavam da culpa do pecado, bem como da punição.

A Igreja fornecia também o pecado, pois ela era dona de muitos bordéis, principalmente cheio de francesas e espanholas. Era a chamada pornocracia.

Pornocracia[editar]

Marózia sentada no trono papal. Na verdade faltou o papa embaixo, mas ok...

Pornocracia foi um período do papado em que imperou a maior PUTARIA na igreja. Durou de 904 a 963 e envolveu pelo menos uns papas, todos sendo amantes, filhos, netos e até bisnetos de Teodora Teofilacto e sua filhota Marozia, também chamada de "doadora-mór do Vaticano". Elas acabaram por ser efetivamente as papisas, porque quem realmente mandava naquela porra eram elas. Depois vendiam as indulgências.

Palavras cruzadas[editar]

Com as Cruzadas e os sudokus de idiotas suicídas crentes até ao meio da guerra em Jerusalém, Santiago de Compostela e Roma, aumentou o comércio de estatuetas e outros tarecos vindos do Oriente Médio, que os Templários saqueavam das cidades islâmicas (joias, tecidos de luxo e temperos) e aproveitavam para comercializar no Mercado negro. Isso encheu os bolsos a muita gente, especialmente à Burguesia, principalmente a de Itália (Génova e Veneza), que começou a fazer fortuna com os produtos do contrabando dos Templários. Várias barracas e mercados foram-se formado pelos caminhos de peregrinação para vender tarecos aos crentes. Com o desenvolvimento das cidades, os pobres europeus começaram a sair dos campos, e a Nobreza, chateada por ficar sem os seus servos, tentou aliciar a plebe a ficar: os nobres tiram a virgindade das minas mas elas podiam-se casar o seu terceiro ou quarto filho (que não iriam herdar o condado ou ducado, mesmo).

Apogeu medieval[editar]

Francisco de Assis, por El Greco.

Os séculos XII e XIII formaram o apogeu clássico da cristandade medieval. Muita queima de herege, perseguição aos judeus e caça às bruxas. O paraíso dos carolas. Foi aí que teve origem o BDSM.

Liber Gomorrhianus[editar]

Liber Gomorrhianus em latim, ou em português Livro de Gomorra, é uma obra escrita por Pedro Damião (também chamado de Petrus Damiani, Pietro Damiani ou Pier Damiani) em 1049 na Itália. Escrito em forma de tratado, o livro denunciava abertamente os vícios do clero da igreja italiana, recomendando punições severas a certos membros do clero por vita [...] spurcissima [...] (ou seja, pelo seu "modo de vida imundo"). O autor dedicou sua obra ao Papa Leão IX (Bruno de Eguisheim-Dagsbourg), natural de Eguisheim, Alsácia, França.

A obra condenou práticas homossexuais, masturbação grupal e masturbação solitária, copulação entre as coxas, e copulação anal que, segundo ela, eram todas contra a "ordem moral" e resultantes da loucura associada ao desejo carnal excessivo, à lascívia. Pedro Damião reservou uma indignação especialmente forte aos sacerdotes que praticavam a efebofilia (adultos que sentem uma atração sexual primária por adolescentes pubescentes ou pós-pubescentes. Ele identifica a os superiores que, dada a sua piedade excessiva e mal-direcionada, relaxaram seu dever de defender os padrões disciplinários da igreja. Pedro Damião também se opõe à ordenação dos indivíduos que se dão à homossexualidade e quer que aqueles já ordenados sejam destituídos. Aos que fazem mau uso do sacramento da Ordem cometendo atos sexuais com crianças deve-se dedicar um desprezo especialmente singular.

A obra causou grande revolta e resultou em sentimentos de profunda inimizade contra o seu autor. O Papa Leão IX acabou punindo Pedro Damião e excluíndo do clero somente aqueles membros que são descobertos pela polícia.

A Idade Nova[editar]

A chamada Reforma protestante teve Martinho Lutero por autor. Em 1517 o Papa Leão X ofereceu indulgências para aqueles que dessem esmolas para reconstruir a Basílica de São Pedro em Roma. O agressivo marketing de Johann Tetzel em promover esta causa provocou Martinho Lutero a escrever suas 95 Teses.

As falsas doutrinas de Lutero tiveram boa aceitação: a supressão do celibato eclesiástico por não poucos sacerdotes, numa época de baixo nível moral do clero, e a supressão dos votos monásticos por comunidades religiosas; a doutrina de que "a fé sem as obras justifica" (sola fide) foi aproveitada por pessoas ainda ressentidas contra o poder papal, contudo desejosos de garantir a própria salvação sem a relação com a Igreja. Também a possibilidade de se apropriar dos bens da Igreja atiçou a cobiça dos príncipes.

Thomas Morus, santo, mártir e humanista inglês, por Hans Holbein.

Época Moderna[editar]

França rocks, bitches! Até nos aparece cá a Virgem Maria!

Depois do banho de sangue que os católicos levaram com a Revolução Francesa, Napoleão torna-se miguxo com o Papado, em 1801: afinal, ambos tinham pretensões imperialistas, de saquear e invadir territórios que não lhes pertencem. No início do século XIX, a Igreja Católica estava de volta ao poder com fãs até na Inglaterra por influência da Irlanda. Em 1870 ocorre a Guerra Franco-Prussiana, Roma é invadida, e o Papa declara-se prisioneiro no Vaticano e condena o Iluminismo, o ateísmo, o socialismo e o comunismo: o Papado terá de esperar pelo século XX para conseguir novos aliados, com os Fascismos europeus.

Em 1869, o Papa Pio IX convoca o Concílio Vaticano I para afirmar a sua autoridade suprema e infabilidade perante uma Europa que já estava cagando e andando para o Papado. Essa burrice foi inútil para todo o mundo menos para os católicos na recém-criada Alemanha que, por causa disso, começaram a ser perseguidos por Otto von Bismarck.

Época Contemporânea[editar]

Na Década de 1910, o Papa Pio X torna canónica a Pedofilia dentro da Igreja Católica.

Basicamente, uma Igreja Nazista Facista. O Papa Pio XI ficou conhecido como o "Papa de Hitler", mas os católicos recusam-se a acreditar em fatos históricos e dizem que tudo não passa de propaganda comunista. A Igreja Católica aliou-se com Adolfinho porque ele odiava os assassinos de Jesus Cristo judeus e os malditos ateus vermelhos comunistas. Adolfinho era a imagem do Senhor do Antigo Testamento: Piedoso e bondoso. Na Alemanha Nazi, dizia-se antes de rezar: Em nome do Pai, do Führer e do Santíssimo Reich. Amém! Heil! Pio XI, que inaugurou a Rádio Vaticano, que funcionava como a única estação de rádio neutra da Europa na Segunda Guerra Mundial, nunca a usou para denunciar os crimes do Nazismo, mesmo quando católicos estavam sendo perseguidos na Alemanha e na Polônia... mas isso também não importa muito, já que foram todos canonizados por João Paulo II (ele próprio perseguido pelos Nazis). Existe, álias, uma estória muito interessante sobre Karol Wojtyla, quando ainda era padre e estava sendo perseguido por um soldado nazi em Varsóvia... Carol diz para o soldado não me mates que eu vou ser Papa!, e pergunta-lhe o soldado e quem vou ser eu?, ao que lhe responde tu vai ser o próximo! E foi assim que Ratizinger soube que ia ser Bento XVI.

Erguei a mão e dai a glória a Hitler Deus! Hail! Amén!

Decreto contra o Comunismo[editar]

Decreto contra o comunismo foi uma designação de um documento da Igreja Católica, publicado pelo Santo Ofício no dia 1 de julho de 1949, durante o pontificado do Papa Pio XII. Este documento afirmava a excomunhão automática ipso facto (ou latae sententiae) de todos os católicos que, em obstinação consciente, aderem ao ateísmo e ao materialismo associado ao comunismo e às doutrinas marxistas. Mas porque cazzo um ateu vai se preocupar com isso?

Além deste célebre documento de 1949, outros decretos contra o comunismo também foram publicados pelo Santo Ofício entre as décadas de 1940 e 1950. A URSS ameaçou o Vaticano com bombas atômicas e o papa arregou.

No Século XXI[editar]

Na Década de 2000, começam a tornar-se conhecidas da puliça as estrepulias de pedofilia dentro da Igreja Católica, que abalaram seus fiéis que gostam de velhas, como Edir Macedo. Este último decidiu, então, romper bruscamente com essa instituição serviçal do Capitalismo selvagem para criar a Igreja Universal dos Rios de Dinheiro, instituição beneficente associada a UNICEF, APAE e ao McDonalds.

Notas[editar]

  1. Não farei piadinha infame com a Marvel.