Ilha Monástica de Reichenau

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö cörredorr polonës.

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


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Nada sobre Ilha Monástica de Reichenau
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Google Earth sobre Ilha Monástica de Reichenau

A Ilha Monástica de Reichenau é uma ilha alemã no meio de um lago isolado que fica em um lugar isolado. Conectada ao mundo por uma pontezinha prestes a desabar, quem mora nessa ilha está distante de tudo. E quem mora nessa ilha são monges, aqueles carinhas que só ficam rezando e vendo o tempo passar. Considerada patrimônio mundial, se assemelha muito a outros patrimônios culturais por ficar num lugar no meio do nada, aonde não tem porcaria nenhuma, um local aonde só malucos viveriam.

O monastério da ilha, prestes a ser engolido pelo mato.

Foram construídas igrejas nessa ilha monástica, mas bastava uma, porque ninguém vai até lá rezar, menos os monges (moradores locais), representando um desperdício de materiais de construção, de tempo e de trabalho. Mas pelo menos Deus ficou feliz com esse esforço por parte dessas pessoas (ou não).

História e características[editar]

Existe uma cidade nessa ilha próxima ao mosteiro, aonde vivem um bando de pássaros, poeira e alguns fantasmas. Pessoas de carne e osso, além dos monges, só pode ser algum babaca metido a explorador e aventureiro. Nas áreas aonde não há plantações pertencentes ao monastério, há mato, animais, mato e mosquitos da Doença de Chagas, garantindo ainda mais que ninguém vá perturbar as orações dos monges.

O monastério na ilha foi fundado por monges que estavam cansados de viver na rotina urbana. Eles achavam que viver no meio do mato era legal, e com muito esforço, chegaram e fundaram um mosteiro na ilha mais isolada da região. Depois da construção do monastério, os caras perceberam a besteira que fizeram e desistiram da ideia de viver no mato, mas o local era tão isolado que eles não conseguiam regressar à civilização, ficando presos lá até hoje, tentando sobreviver contra as leis da natureza (bem feito).

Na região aonde fica a ilha, passa perto uma estrada movimentada. Mesmo assim, a ilha é tão isolada que nem essa estrada consegue integrá-la à civilização. O monastério de Reichenau abrigou uma escola e algumas lojas, mas como nenhuma pessoa conseguia ter acesso à ilha, a construção dessas obras foram inúteis, servindo apenas para ocupar o tempo ocioso dos monges.

Não se sabe como, mas ainda os monges deram um jeito de se autoreproduzir e seus descendentes continuam vivendo em Reichenau, ainda mantendo exemplares da raça humana presos nessa ilha. Eles sobrevivem do extrativismo de frutas nas matas da ilha e da agricultura, plantando cereais para fazer cerveja, a base da alimentação deles. A livraria do monastério abriga muitas obras dos monges, a maioria exaltando o ócio que é viver nesse lugar longe de tudo.