Jaqueline Grohalski

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA GOSTOSA!!

Ela provavelmente não sabe atuar, dançar, cantar, desfilar, praticar esportes, fazer cálculos matemáticos ou qualquer coisa de útil para a humanidade. Mas quem liga? Todo mundo a conhece apenas porque ela é uma baita duma

GOSTOSA

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Jaqueline Grohalski Brito
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Cquote1.svg Cortei o cabelo, gostaram? Cquote2.svg
Nascimento 14 de junho de 1994
Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Subcelebridade e funkeira
Cabelo Loiro

Jaqueline Grohalski é uma ex-participante do Big Bosta Barril que não ganhou o programa, mas chamou atenção por ser gostosa e fazer uma baguncinha embaixo do edredom com o colega de confinamento Breno Simões. Aproveitando a fama de puta que conquistou, fora do reality show resolveu investir na carreira de "cantora" de funk.

História[editar]

Foi parida na cidade de Rolinha Mole em Redondônia, sendo uma das mais ilustres cidadãs dali, até porque no resto do Brasil ninguém conhece tal fim de mundo, então não deve ser difícil obter notoriedade entre os habitantes locais. Apesar de ser uma loira burra, conseguiu formar-se em biomedicina na faculdade local pelo mesmo motivo, praticamente não havia ninguém para disputar o vestibular com ela, e sendo a única aluna da turma, os professores nem se prestavam a dar uma aula decente e tampouco lembravam de sua existência, então ela passou direto sem precisar fazer porra nenhuma.

Um traje típico de Jaqueline Grohalski.

Entrou para o Big Brother Brasil 18 por livre e espontânea pressão de sua mãe, que sempre quis participar do reality, mas nunca se prestou a se inscrever e acabou ficando velha demais, projetando o sonho frustrado na filha. Seu ingresso no BBB foi também uma desculpa esfarrapada para não precisar exercer a profissão de biomédica, já que ela estava recém formada na época e não fazia ideia de como trabalhar na área, até porque o que Jaqueline Grohalski realmente queria era ser funkeira como sua musa inspiradora Anitta.

Graças à maldita inclusão digital, Jaqueline foi vítima da cultura do cancelamento e já entrou na casa do BBB sendo odiada pelo público, ou pelo menos pelos SJW, pois navegando pelos anais da internet foi descoberta uma foto sua ao lado do macho opressor embuste Marcos Harter, que foi expulso do Big Brother Brasil 17 por seu comportamento inadequado com a participante Emilly Araújo, que inclusive tirou proveito do mimimi e conseguiu ser a campeã daquela edição, mesmo tendo assumidamente cedido o toba para o médico por vontade própria, mas aí já é assunto para os artigos dos meliantes em questão e não este. Voltando a Jaqueline, ela saiu logo no segundo paredão, onde disputou a votação com a estudante Gleici Damasceno (que inclusive foi a grande vencedora da décima oitava edição) e o sexólogo Mahmoud Baydoun.

Jaqueline Grohalski na sua pose habitual.

Agora alçada ao posto de subcelebridade, Jaqueline passou a fazer presença VIP em eventos fúteis importantes e assim teve a oportunidade de conhecer e dar o rabo para vários famosos, dentre eles o jogador arroz de festa Neymar e o cantor de gênero musical indefinido Wesley Safadão. Participou de um videoclipe do músico e aí foi comida apresentada ao cafetão do funk KondZilla, que passou a agenciá-la. Em princípio ela apenas serviria de figurante nos shows de MCs aleatórios, mas insistiu que passasse também a cantar músicas inteiras sozinha. Como a voz nunca foi um pré-requisito para fazer sucesso no funk carioca, Jaqueline teve suas vontades atendidas por ser bunduda o bastante para rebolar a raba e distrair da poluição sonora. Atualmente ela mudou seu nome para Jaquelline e vem investindo na carreira de cachorra do funk, tendo já o impressionante número de cinco músicas gravadas. Devido à falta de talento pandemia de COVID-19, Jaquelline não está tendo a oportunidade de divulgar suas obras de arte, então no momento ela restringe-se a ser mais uma gostosa do Instagram e de outras redes sociais postando um monte de foto igual sensualizando gratuitamente e com legenda motivacional que não condiz com a imagem.

Ver também[editar]