Ji-Paraná

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Cquote1.png Você quis dizer: Forno? Cquote2.png
Google sobre Ji-Paraná
Cquote1.png Paraná? Mas genTE, é muito quenTE! Cquote2.png
Marjorie Estiano sobre Ji-Paraná.
Cquote1.png Eu já fiz show lá! Cquote2.png
Joelma sobre Ji-Paraná.
Cquote1.png É um pedaço do Paraná na Amazônia, não? Cquote2.png
Bozena sobre Ji-Paraná.
Cquote1.png Que Amazônia? Cquote2.png
Madeireiro ilegal sobre citação acima.
Cquote1.png Boi Garantido, faz algum sentido... Cquote2.png
Simpatizante do Boi Garantido antes de morrer misteriosamente enforcado com um lenço azul.

Ji-Paraná, apelidada carinhosamente de "Jipa", ou ainda, "JeEpAaH" é a segunda maior cidade do estado de Mato Grosso Rondônia. É cortada pelo Rio Machado, o grande motivo de suas enchentes anuais (quem mandou fazer uma cidade no meio de um rio e ainda jogar lixo nele todo ano e desmatar toda sua mata ciliar? Ainda reclama depois como se fosse só um evento isolado da natureza). É uma coloniazinha paranaense encravada no fim do mundo.

História[editar]

Os primeiros chimpanzés chegam à esta distante região por volta do ano de 1005 a.C., fundando ali uma cidade. Algum tempo depois, a cidade é invadida por índios e paranaenses que começam a criar sucuris como forma de alimento. Para botar ordem no puteiro, aparecem também os nordestinos, e assim ocorre o cruzamento dos quatro povos (chimpanzés, índios, paranaenses e nordestinos) que deu origem ao ji-paranaense.

Daí surge uma pergunta bem recorrente. E os paranaenses? Mas o fato é que não existe nenhum paranaense em Ji-Paraná, e o motivo do nome da cidade é bem peculiar, e surgiu quando o mais poderoso fazendeiro da época era o único da aldeia dono de um jipe (único veículo equipado e destinado às condições daquele local), veículo este que quebrou num atoleiro, onde ficou ali largado por meses, afinal não haviam reboques. O jipe tornou-se um símbolo, o "jipe paradão", que logo deu origem ao nome "Ji-Paraná".

Economia[editar]

De todo o dinheiro gerado em Ji-Paraná (PIB), uma parte vem de desvios de grana que iam para o estado do Paraná mas chegam à cidade por engano, outra parte é fruto da extração (ilegal) de madeira, outra pela exploração (ilegal) de crianças ou pela extração (ilegal também, olha só!) em garimpos da região. Tem também o dinheiro gerado pela prostituição de falidas ex-patricinhas amazônicas que moram no Centro e que nunca cruzam a ponte, para não se misturar.

Política[editar]

O assunto é pesado... Quem é fraco que vá para as besteiras online.

Em Ji-Paraná a política é séria. Ou, pelo menos, deveria ser. Na história política de Ji-paraná já ocorreu de tudo, como: Ponte dada como pronta, que nunca saiu do papel; Ruas pavimentadas que nunca viram asfalto na vida; Dinheiro que sumiu durante o “limpa-caixa” de fim de mandato (são uns verdadeiros mágicos).

Sumir dinheiro na Prefeitura de Ji-Paraná é algo que acontece com frequência... Motivo misterioso, mas ligado a forças paranormais (não, é ladroagem mesmo).

Não importa mudar de prefeito, todos são mamateiros profissionais, e mesmo com a cidade a metros de distância das maiores usinas hidro-elétricas do Brasil, apagões são diários. Gostaria de citar o nome de alguns desses mágicos que arruinaram esta cidade, mas em virtude de suas ligações criminosas, para preservar a integridade física deste autor das atitudes daqueles que surrupiaram as provisões monetárias do município, faz-se necessário o silêncio.

Por isso, em Ji-Paraná, quando se diz "político ladrão", se faz reforço desnecessário da ideia, o famoso pleonasmo vicioso.

População[editar]

Cidade habitada por um grande número de periguetes, aquelas que não ligam, dão toque apenas... elas não se arrumam, se preparam... Tem um local onde as capivaras se reúnem e onde os antas (lê-se, o time de futebol da cidade) jogam.

Educação[editar]

Cquote1.png Vamos todos nos UNIR pela educação de Ji-Santa Catarina. Cquote2.png
Ministro da Educação
Cquote1.png É Ji-Paraná! Cquote2.png
Prefeito cochichando no ouvido do ministro

A Educação ji-paranaense é baseada nos cabeçudos da Universidade Federal de Rondônia (cuja sigla UNIR é errada assim mesmo, afinal só frequentam analfabetos) e nos burros (mas riquinhos) da Universidade Muterana do Brasil (Umbra) onde a educação é menos que zero.

Transportes[editar]

Uma rua asfaltada de Ji-Paraná, cujo asfalto derreteu na primeira chuva.

A cidade de Ji-Paraná é tão doce que até suas ruas são feitas de açúcar, assim que começa a chover o asfalto se dissolve e abre inúmeros buracos. Um motorista normal em Ji-Paraná seria um excepcional piloto de rally.

O destaque fica para a ponte que liga os dois lados de Ji-Paraná, ela é tão importante que foi inaugurada para o rodeio às pressas e logo depois demolida para ser reconstruída às pressas para ser inaugurada novamente de forma definitiva. Como o TCU nem sabe que Ji-Paraná existe, esses absurdos passam incógnitos, mas se resolvesse ver o que foi gasto, iria muita gente para cadeia.

Hino[editar]

A ponte de Jipa está caindo
Está caindo
Está caindo

A ponte de Jipa está caindo
Está caindo
Está caindo...

Esportes[editar]

A natação é o esporte praticado por toda a população anualmente quando as enchentes do Rio Machado engolem a ponte.

Ji-Paraná Futebol Clube: "o importante é competir"

O time de futebol da cidade é o Ji-Paraná Futebol Clube, que acaba de cair para a 15ª divisão da série N do Campeonato Rondoniense, e vive levando chocolate do Vilhena Esporte Clube.

Turismo[editar]

Cerca de 120% do salário do ji-paranaense é gasto na Expojipa (a feira agropecuária da cidade) que acontece uma vez ao ano, mas só enche no primeiro dia (dia da cavalgada) e último dia (final do rodeio). Aliás essa exposição mereceria um capítulo adicional, uma vez que todo o mundo vem pra sua cavalgada (que de cavalos só tem uns pangarezinhos alugados) e todos querem mesmo é "se acabar" nos caminhões que fazem o mesmo trajeto, bebendo muito e comendo o que der pra comprar porque o dinheiro foi todo pra bebida. Um ji-paranaense tem a certeza que no dia da cavalgada o seu caminhão enfeitado de cerveja e churrasco é o mais bonito (tem gente que ainda discute sobre isso), e tem certeza também que nesse dia a Expojipa é maior exposição do mundo, inclusive maior até que o Rodeio de Barretos.

Durante a cavalgada (cerca de 12 horas) é a única época do ano que o "lado de cá" se une com o "lado de lá", como dizem os mais antigos sobre os dois únicos bairros da cidade.

Aliás, a ponte que interliga a Ji-Paraná-1 com Ji-Paraná-2 é teoricamente um ponto turístico da cidade, que todo ano é prometido ser melhorada e ampliada, mas isso nunca é concretizado graças a deslizes políticos.