Jonathan Haagensen

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Rioband.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.

Emblem-sound.svg.png Jonathan Haagensen
Jonathan haagensen.jpg
Yo, man!
Nome Jonathan Heineken Haagensen
Origem Rio de Janeiro Bandeira do Brasil Brasil
Sexo link={{{3}}} Masculino
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.png
Vocal
Gênero Hip hop
Influências Racionais MC's
Nível de Habilidade Alto
Aparência Negão
Plásticas Nenhuma
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Drogas
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg.png
Zé Pequeno

Jonathan Haagensen é um maluco aí que ainda não conseguiu decidir ao certo o que deseja fazer da vida. Já foi ator, modelo e atualmente é rapper.

Sobre[editar]

Apesar de ser brasileiro, Haagensen tem esse sobrenome chique porque seu pai é da Noruega e trabalhava com tráfico negreiro. Em uma de suas negociações, conheceu a negra gostosa que posteriormente seria estuprada por ele, o que resultaria na gravidez que deu origem ao filho de ambos.

História[editar]

Haagensen foi parido no Rio de Janeiro, pois sua mãe retornou ao Brasil depois que a escravidão foi abolida. Lembre-se de que negros envelhecem mais devagar, por isso ele aparenta ter apenas 30 e poucos anos, mas na verdade é mais velho do que realmente parece.

Haagensen fazendo cara de felicidade e forçando o sorriso para sair na foto.

Contrariando a maioria dos favelados cariocas, que geralmente viram traficantes, Haagensen decidiu investir na carreira artística, e no ano 2000 começou a frequentar uma companhia de teatro. Em 2002, foi descoberto por Fernando Meireles, que estava selecionando atores para o elenco de Cidade de Deus e achou melhor procurar na favela para dar mais realismo ao filme. Assim, Haagensen fez sua estreia no cinema fazendo o papel de um dos trocentos figurantes que passaram despercebidos e serviam apenas para encher linguiça e complementar o cenário. Posteriormente, ele reprisaria sua atuação em Cidade dos Homens, um seriado global livremente plagiado inspirado na obra cinematográfica.

Ainda na Globo, Haagensen fez algumas participações inúteis em sitcoms da emissora, até que finalmente foi escalado para atuar em novelas, sendo que a primeira delas foi Da Cor do Pecado. Apesar do sugestivo título, ele não interpretou o protagonista, que foi vivido por Reynaldo Gianecchini. A tal da "cor do pecado" referia-se a Taís Araújo, a mocinha sofredora que fazia par romântico com o ator caucasiano.

Em 2008, foi contratado pela Record e atuou em Os Mutantes - Caminhos do Coração. Pouco tempo depois, parou de fazer novela e foi atirado na primeira edição de A Fazenda, e assim como todas as demais subcelebridades participantes do reality show, arrumou briga com o também ator Théo Becker.

Poucos sabem, mas Haagensen também é cantor. Até meados de 2009, fez parte de uma banda de hip hop chamada Família Luk, que não deu muito certo porque mais da metade de seus integrantes eram viciados e tinham dívidas sérias com traficantes, o que levou ao assassinato da maioria deles. Mesmo assim, Haagensen decidiu não abandonar a música e montou outra banda naquele mesmo ano, que foi batizada de Melanina Carioca. Embora ninguém os escute, eles seguem na ativa até hoje.

Haagensen também já fez alguns bicos irrelevantes como modelo, desfilando para a grife Dolce & Gabbana, mas ninguém se importa com isso.