Lenda da Mandioca

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página se adequa à Nova Política de Conteúdo Sexual.
Conteúdo impróprio para menores de 18 anos! Tirem as crianças da sala! Este artigo tem conteúdo impróprio para menores!
Este artigo pode conter pornografia pesada ou leve. De preferência, leia-o de olhos fechados...

Se ele estiver cometendo uma infração à Política de Conteúdo Sexual, por favor, reporte à moderação.


Essa é a mandioca...olhe para a mandioca, apenas!

Cquote1.png Você quis dizer: Macacheira? Cquote2.png
Google sobre Lenda da Mandioca
Cquote1.png Toda vez que vou ao Mc'Donalds, sempre peço uma porção delas Cquote2.png
Carla Perez confundindo mandioca com batata.
Cquote1.png Plágio, plágio! Cquote2.png
Maria, mãe de Jesus sobre a lenda da mandioca
Cquote1.png Ééééééééé...num sei Cquote2.png
Casagrande sobre mandioca
Cquote1.png Zé Bonitinho, o pirigote das mulheres...agora, vejam minha mandioca! Cquote2.png
Zé Bonitinho e sua teoria sobre a origem da mandioca.


A Lenda da Mandioca foi inventada pelos índios, como sempre, na tentativa de explicar o surgimento dessa fruta, digo, legume...ou seria verdura? Bem, o que ela é não interessa agora. Então, os índios, por não saberem porra nenhuma como a mandioca é marrom por fora e branco, inventaram mais essa lenda mirabolante, após claro, de fumar muito cachimbo da paz.

Here we go![editar]

Para explicar a origem da mandioca, os índios praticamente plagiaram uma outra lenda, um pouco mais verdadeira: o nascimento de Jesus. Então, vamos parar de enrolação e vamos à dita cuja.

Em um lugar qualquer da região amazônica, residia um tribo de índios (sério cara?) muito bem organizada, feliz e próspera. E essa tribo tinha um cacique muito severo e rígido, que além de ser cacique, às vezes quebrava o galho de juiz de direito, adevogado, policial e até de vice-Pajé da República. Esse cacique tinha uma filha muito gostosa, que todos os homens da tribo eram afim de traçar mas não tinham coragem por o pai dela ser o que era. Até que um dia qualquer, a moça aparece prenha na tribo. O Cacique virou o demônio e queria porquê queria matar o cara que comeu sua filha amada.

Só que após alguns meses de procura e algumas vítimas inocentes, o cacique finalmente resolveu perguntar para sua filha que era o desgraçado que a havia comido e não queria casar. Ela respondeu que ninguém a chulapou, e por incrível que parecesse, ela ainda era virgem. O Cacique não acreditou muito nessa história que ela havia contado, e esperou a criança nascer pra fazer o exame de DNA e assim, descobrir quem era o pai da menina para matá-lo e posteriormente, torturá-lo até a morte.

Um índio pedófilo tentando realizar suas imoralidades.

A criança nasceu, e era uma bela de uma menina só que diferente da maioria dos índios conhecidos na época. Ela era branca! O pai ficou mais buceta da vida ainda, e decidiu que mataria sua filha e neta. Porém, em um sonho, um homem de branco apareceu e fez sexo oral um pedido pra ele, que não matasse sua filha e neta, pois elas mudariam os caminhos da civilização indígena e do mundo. Após esse sonho, o Cacique resolveu que não mais as mataria, e daria (ui!) tudo do bom e do melhor pra elas.

A menina recebeu o nome de Mani, que em Puti Nagurini significa:"Hãm?". A menina era um prodígio, e antes mesmo de completar um ano, ela já andava, falava, caçava, cozinhava, lavava roupa, ia ao supermercado, dirigia, trabalhava e salvava vidas de pessoas indefesas. Era uma maravilha.

Porém, antes mesmo de completar dois anos de idade, a menina veio a falecer e frustar os sonhos de todos da tribo, que gostavam muito dela, além de frustar também o velho Cacique, que foi enganado por um sonho e um pouco de sexo oral.

No local onde a menina foi enterrada, todos os índios que iam sempre choravam igual mulherzinha, e após tanto choro e ranger de dentes, naquele local brotou uma planta com raiz grossa (ui!), por dentro marrom e por fora branca. Como índio acredita em qualquer coisa, eles entendam que aquela planta foi um presente de Mani para eles sempre lembrarem dela, e que era braquinha por dentro devido ao fato de Mani também ser a única índia branca conhecida até então. Hoje conhecemos uma nova espécie de índio branco: os japoneses.

Ver Também[editar]