Lenda do Peixe-boi

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Sugestão do Google para Lenda do Peixe-boi
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Caboclo sobre Peixe-boi
Cquote1.png É metade peixe e metade boi? Tipo os sereios? Cquote2.png
Carla Perez sobre Peixe-boi
Cquote1.png Sal, sal, sal, sal, sal... Cquote2.png
Vaqueiro Gaúcho tentando chamar um Peixe-boi.
Cquote1.png Tá mais pra peixe-elefante que pra peixe boi Cquote2.png
Criança Idiota sobre Peixe-boi.


A Lenda do Peixe-Boi ou Origem do Peixe-boi, assim como toda lenda proveniente da região Norte do Brasil, é oriunda do imaginário indígena, logo, é uma lenda sem nem cabeça e que não faz o mínimo sentido pra quem tem um pouco mais de inteligência ou mesmo de bom senso.

E lá vem bomba!![editar]

Como já disse, essa é mais uma dentre as milhares e milhares de lendas que só podem sair da cabeça de índios mesmo, que para todas as coisas existentes, é vital que tenha uma lenda muito da sua drogada sem noção.

Momento da primeira briga no formato Peixe-boi.

Essa lenda tem início em uma festa realizada em determinada aldeia no Amazonas. Essa festa era especial, pois era a festa da "moça nova" e pela ação do curumim. Agora sabe Deus quem é essa moça nova e o que esse curumim fez, só se sabe que foi feito uma festa para comemorar isso. Dizem as más línguas, que essa moça nova não passava de uma puta oriunda de um município localizado às margens do Rio Solimões. Essa moça havia fugido da sua casa para assim levar uma vida de devassidão e liberdade, já que seus pais eram muito rigorosos e não concordavam com a idéia de ter uma filha da puta. Durante a viagem, o barco em que ela estava sofreu um naufrágio onde poucas pessoas conseguiram sobreviver, e ela foi um que teve a segunda chance de recomeçar.

Estava o curumim andando pelas margens do rio quando avistou de longe aquela moça gostosa e semi-nua na praia. Ele pirou, deu logo vontade de comê-la ou pelo menos bater uma punheta observando aquele corpo estendido no chão. Mas ele se controlou-se a si mesmo e procurou reanimar a moça, visto que se ela estivesse viva, o sexo com certeza seria muito mais gostoso, e assim foi feito. Ao chegar na tribo com aquela mulher em seus braços, ele inventou a incrível história de que ela havia caído dos céus para ele, sendo um presente de Tupã, que ouviu suas preces pedindo para que deixasse de ser virgem.

Foi uma festa no AP na tribo. A moça, já acordada, percebeu que estava sendo "endeusada" pelos indígenas, e gostou muito, decidindo assim, ficar por lá mesmo. Estava tudo perfeito. O curumim podia transar todo dia, e a moça, ex-puta, era agora a nova rainha da tribo. Até que chegou o dia da festa de casamento.

Tudo estava pronto. Todas aquelas paradas indígenas festivas estavam em seus devidos lugares e os índios estavam usando suas melhores roupas de festa, ou seja, nada. Porém, antes de começar a festa, o Pajé mandou que eles mergulhassem no rio para que os abençoasse. E ao entrar na água o Pajé sem querer deixou que uma tala de canarana caísse de sua bolsa mágica e tocasse no casal, transformando e um hibrído de peixe com boi, só que sem chifres. E assim surgiu o peixe-boi que conhecemos, pelo menos de acordo com os índios.

Dizem que por esse motivo, os peixes-bois de hoje em dia se amarram em comer canarana. Então, se caísse um côco na cabeça deles, como eles fariam pra subir no coqueiro e comer? Ou se caísse na cabeça deles sorvete? Onde eles compraria sorvete do mesmo sabor do que caiu em suas cabeças?

Ver Também[editar]