Luís Vaz de Camões

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Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.

Camões, o Caolho, perdeu um olho espiando sua amada pelo olho do buraco da fechadura, quando a dama, infelizmente sem saber, enfiou a chave pelo outro lado. Ou espetou, sem querer, a pena no olho.
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Cquote1.png Você quis dizer: Luiz Camarão Cquote2.png
Google sobre Google
Cquote1.png Amor é fogo que arde e dói uiuiui tá queimando Cquote2.png
Menino de comercial de perfume de natal sobre poema
Cquote1.png É um jogador de futebol? Cquote2.png
Aluno de colégio público sobre Luís de Camões
Cquote1.png Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Cquote2.png
Caetano Veloso sobre Luís de Camões
Cquote1.png Na União Soviética, Camões recita VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Luiz de Camões
Cquote1.png Eu não acredito que essa bicha largou de salvar a mulher pra salvar o livro Cquote2.png
Você, ao saber que Camões salvou o livro e não a esposa quando seu navio afundou

Luís Vaz de Camões foi o maior poeta português (chegando à medir 2,00 de altura). Seu estilo era classicista, ou seja, ele puxava um saco dos antigos Gregos e Romanos, um dos motivos pelo qual acredita-se que ele poderia ter seguido o gosto sexual deles. Provavelmente, você um dia terá que fazer um trabalho sobre ele, por isso aconselho a não usar esse artigo e sim os dos intelectuais da Wikipédia (a não ser que você queira ser expulso do colégio).

Origens e juventude[editar]

São Bocasuja lia Bocage todo dia. Camões só de vez em quando.

Nasceu em Lisboa a 13 de Abril de 1524, numa típica família de padeiros, filho único de Simão Vaz, que naufragou perto da costa de Goa, onde morreu a pedir esmola, e de sua mulher Ana de Sá, barbirruivo com cabelo a atirar ao açafroado e os três olhos azuis, perdeu o olho quando lhe atiraram qualquer coisa à padeiro, e passou um tempo em Coimbra a estudar na Universidade de Coimbra por influência de seu tio paterno D. Frei Bento, Chanceler da mesma, onde foi amante de Violante de Andrade, uma Judia Sefardita cujo pai Fernão d'Álvares se fez passar por Nobre da linhagem dos de Andrade, e mulher do futuro 2.º Conde de Linhares D. António de Noronha, do qual era Escudeiro.

Depois que voltou para sua bela cidade natal, virou um cachaceiro de primeira que escrevia poesias sem noção iguais às do The Doors. Ele também era meio tarado, agarrava as Damas da Corte, onde era Poeta da Corte e Bobo da Corte, em particular uma D. Catarina de Ataíde, que mais tarde casou com outro e morreu nova e sem descendentes, e tentou graça com a filha (chamada D. Maria) do Rei D. Manuel I (nome muito original).

Até os 24 anos, Camões chamava-se apenas Luís Vaz. Seu último sobrenome originou-se de uma técnica de escrita em alto-relevo utilizada por cegos, inventada por ele. Como os cegos liam usando as pontas dos dedos (com as mãos, portanto), o povo ignorante dizia que eles liam não caolho mas c'as mões ou camões, o que acabou por torná-lo famoso. Anos mais tarde, o médico francês Louis Braille copiou o sistema e patenteou-o em seu nome, terminando com a relutância mundial em utilizar um alfabeto inventado por um Português. E ele adorava dar uma fodidinha, e era bisexual, usava collants, folhos e peninhas no chapéu, indo ao cu de adolescentes ou pondo-os a fazer-lhe broches, como o filho dos seus Amos D. António de Noronha, que morreu novo em combate no Norte de África, e que abriu o olho ao Camões, que o trazia sempre fechado, até abriu o olho, ficando o Luís Vaz de Cumões, mas o Camões disse-lhe "Espera aí, não é esse olho!", e foi assim que ele perdeu o olho; e ele era punheteiro, "tinha sempre numa mão a pena e na outra a espada, camões. Chamava a seu membro "o Gigante Adamastor", e se adamastorbava com ele, camões. Levava a fama de putanheiro, espadachim, biscateiro, rixeiro, risca faca, cadeirudo, etc. Ganhou a alcunha d' "o Trinca-Fortes". Também andou interessado numa filha dos seus Amos, D. Joana de Noronha, também adolescente.

Entretanto, os de Noronha conseguiram que ele fosse desterrado para a vila de Punhete (actualmente Punhete da Constância ou, como lhe chamam os das vilas vizinhas, Punheta da Constança). E, como tinha as mãos livres, foi assim que perdeu o olho, que ficou permanentemente colado. "Em prisões baixas foi fechado" nos calabouços da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo, da qual seu Amo era Cavaleiro e Comendador, junto ao Rio Tejo, mas, ao fim de dois anos, regressou à capital.

O Rei D. João III, quando descobriu que sua irmã estava tendo um caso com o maior vagabundo desocupado do reino, ordenou tropas do exército caçar Camões para executá-lo, o qual, para continuar vivo, se escondeu em um navio que se dirigia para Ceuta, em África, e já dentro do navio convenceu a tripulação de que era um marinheiro (pois se fosse mais um forasteiro querendo carona sem pagar iria ser jogado no mar). Infelizmente o navio estava se dirigindo para uma guerra, e foi nesta guerra, depois de aquartelado em Ceuta e fodendo uma amante Moura, numa batalha naval no olho Estreito, ao contrário do seu, de Gibraltar, que Camões perdeu o primeiro olho, quando um pedaço de bronze incandescente dum canhão com defeito de fabrico lhe saltou e logo para o olho direito, ficando o Luís Vaz de Caolho e o Luís Vaz de Queimões: foi "fogo que arde sem se ver", foi "ferida que dói e não se sente"; porque o terceiro olho ele já tinha perdido, à pala, com o olho aberto, em todos os bares de Portugal, e, como o ditado já diz, cu de bêbado não tem dono, à procura de amores momentâneos, ou seja, de muita trepa. Em resultado disto, compuseram esta quadra popular: "Camões, Poeta zarolho, Foi um grande Português. Via mais só com um olho Do que todos nós com os três.".

Camões chegou a voltar para Portugal, caolho e com um tapa-olho e tentou pedir perdão do Rei. Como era demasiado forreta para comprar uma pala, conforme se pode constatar por todos os seus retratos, para os quais destapava sempre os três olhos para o retratista, mas tinha olho para as mulheres, andava quase sempre com o olho pisco à vista, procurando a olho, piscando o olho às Damas da Corte, até que uma delas se fartou e lhe chamou "cara-sem-olhos", o que o levou a escrever esta esparsa: "A ua dama que lhe chamou "cara-sem-olhos"": Sem olhos vi o mal claro Que dos olhos se seguiu, Pois cara sem olhos viu Olhos que lhe custam caro De olhos não faço menção; Pois quereis que olhos não sejam: Vendo-vos, olhos sobejam; Não vos vendo, olhos não são. "Olhos que não vêem, coração que não sente."

O célebre bife à Camões recebeu este nome por ter um só ovo a cavalo, como Camões só tinha um olho, e por ele uma vez ter tentado comer um bife com ovo a cavalo à pala e o cozinheiro lhe ter atirado a frigideira fervendo ao seu olho esquerdo, com o que ficou com um olho à Camões.

Camões quase conseguiu o Perdão Real mas no meio duma confusão no Palácio (que parecia muito com aquelas confusões de filme de comédia) acabou ferindo com uma espada o Padeiro Real, Gonçalo Borges, na Procissão do Dia do Corpo de Deus, o qual lhe respondeu aplicando um murro com toda a força no olho bom do Camões, o sítio mais óbvio, para terminar com a luta, ficando com um olho ao peito ou um olho à Belenenses, para fazer pandã com o Velho do Restelo, razão pela qual, em vez de andar piscando o olho pisco às Damas da Corte, andou duas semanas inteiras às apalpadelas às ditas camões, as quais lhe respondiam pontapeando o então cegueta total com toda a força nos colhões, ficando o Luís Vaz de Colhões, o que enfureceu o Rei, que o prendeu na Cadeia do Tronco, na qual o Poeta foi acorrentado num tronco e ficou em tronco nu e agarrado ao tronco, e foi assim que perdeu o segundo olho. Depois de ser libertado, mais uma vez enviou uma tropa caçar Camões, que mais uma vez se escondeu em navio, que dessa vez estava indo para a Ásia.

Enfrentou uma série de adversidades, mas como aventureiro que era sempre as encarava como um desafio, apesar dos relatos de alguns companheiros dizendo que ele na verdade se escondia com medo e mandava eles resolver o problema e depois do problema ter sido resolvido fazia pose de herói imbatível sendo que, na realidade não fazia nada, excepto chorar a sua desgraça por sítios como o Cabo Guardafui. Deixara tudo para trás considerando que "longe da vista, longe do coração". Foi preso várias vezes em prisões em diferentes regiões do mundo, mas sempre arrumava um jeito de fugir. Combateu ao lado das forças portuguesas (na realidade fugia das batalhas, se escondia, e quando a batalha terminava fazia pose de fodão e de grande Soldado que derrotou 300 inimigos... e pior os Soldados Lusitanos acreditavam). Mais tarde escreveu a sua obra mais conhecida, "Os Lusíadas".

Nos anos que viveu na Ásia viveu várias aventuras, viajando para a China, a Índia, visitou até o Japão. Foi Provedor dos Órfãos de Macau e arranjou uma amante Chinesa de seu nome Dinamene. Como os Portugueses não estavam autorizados a fazer casa em Macau, ficou vivendo numa cama de rede sob umas rochas ao relento que ficaram conhecidas pelos Penedos de Camões, razão pela qual dormia com um olho aberto ou com os dois olhos que tinha abertos.

Sua maior obra foi "Os Lusíadas", a maior epopeia mundial, ultrapassando até grandes obras gregas e romanas. Continha 2416546464674465 versos e rima em décima-terceira-quarta ABAVACFG rima.

Ao escrever esse poema, ele estava aflorando seu lado homo, ao ponto de só salvar a nado camões o poema, não sua amante Dinamene durante um naufrágio na foz do Rio Mekong (provalmente ocorrido porque o Portuga que tava "dirigindo" não achou o freio), ou o dinheiro da Provedoria dos Órfãos, pelo que, quando regressou à Índia, foi acusado de ter roubado o dinheiro e novamente metido na prisão.

Ele criou também aquele poema que todo mundo conhece e que sempre cai na prova: amor é fogo que arde... Conhecido também por estrear num comercial de perfume.

Na Índia, onde seu pai morrera em busca de fortuna, andou fodendo amantes Indianas e fumando muitas drogas locais, pelo que acabou virando impotente. Quando ele estava intoxicado e num torpor, lhe colocavam pimenta nos olhos bons, porque "pimenta no cu dos outros, para mim, é refresco".

Esteve um tempo em Moçambique, onde fodeu uma amante escrava Africana e onde lhe roubaram camões uma obra sua ainda incompleta, o "Parnaso de Luís de Camões", o que não viu por o livro lhe ter sido roubado pelo lado do olho cego.

Como tinha uma pala mas não tinha dinheiro, andou frequentemente comendo à pala de amigos e conhecidos por onde andou e depois de voltar, também à pala, tendo mais olhos que barriga. A sua viagem de regresso a Portugal também foi à pala, ou ter-lhe-ia custado os olhos da cara.

Quando voltou a Portugal, em 1569, desembarcou em Cascais por haver peste em Lisboa, razão pela qual aí tem uma estátua de calcário desgastado com o olho manco fechado e o olho do cu também fechado por estar sentado. O Senhor de Cascais D. António de Castro encomendou-lhe umas coplas a troco de seis galinhas recheadas, mas, como depois lhas não quis pagar, disse ao seu criado: "Olha... manda-lhe aí... meia galinha!...", porque o Poeta era zarolho e só conseguia ver meia galinha e não ia dar pela diferença. Em resposta, escreveu o seguinte epigrama: Cinco galinhas e meia Deve o senhor de Cascais; E a meia vinha cheia De apetite para as mais.

Em 1572 publicou a primeira edição d' "Os Lusíadas", os quais leu pessoalmente no Paço Real de Sintra ao Rei D. Sebastião I, o qual lhe atribuiu uma tença anual de 15$000 réis, com sucessão em sua mãe, mas que lhe foi paga irregularmente, pelo que teve que pôr o seu escravo de Java, de seu nome Jau António, pedindo esmola para o alimentar.

Segundo alguns Historiadores, foi torturado pela Inquisição por alguns poemas que compôs. Colocaram-no no potro e esticaram-no para que os retirasse. Uma noite, quando todos já tinham saído, estando ele amarrado ao potro, alguém se aproximou dele, pegou num pedaço de metal incandescente e aproximou-o do olho bom da cara dele, ao que ele respondeu apenas girando o olho aberto de medo feito parvo, no que foi imitado pelo torturador, antes de o deitar no olho esquerdo do Camões, que gritou como quando perdeu o olho direito, ficando o olho espirrando sangue. Seguidamente, usou outro pedaço de metal incandescente para cegar o terceiro olho do Camões, que se ergueu no ar e guinchou femininamente, ficando o olho cauterizado em resultado. Depois disto, e por todos os seus devaneios sexuais, usou uma faca incandescente para cortar o membro previamente erecto manualmente do Poeta, que gritou e urrou, ficando o corte também cauterizado. Para finalizar, foi ao potro e disse "estiiiiiiica!", deixando o poeta a dizer "nãos" de terror crescendo, aos gritos e todo desengonçado dos braços e das pernas, o qual teve que passar a andar de muletas. Para finalizar, enfiou o membro cortado na boca do poeta que, finalmente, desmaiou e adormeceu. Os restantes prisioneiros no cárcere da Inquisição alertaram para os gritos horríveis que vinham da sala de tortura do Camões. Quando os Inquisidores chegaram de manhã e o recomeçaram a torturar, o poeta tentou urrar-lhes de dor que já tinha sido desengonçado, mas não conseguiram perceber porque tinha o próprio membro na boca. Só depois é que se aproximaram dele e perguntaram o que é que ele tinha na boca e lhe retiraram aquilo que verificaram ser o membro dele, após o que ele explicou tudo. Como tinha ficado cauterizado, das primeiras vezes, especialmente da primeira vez que teve que mijar e cagar, só conseguiu quando já não podia mais e mijou e cagou mais sangue do que mijo e merda no meio de gritos de dor, ficando o Luís Vaz de Mijões e o Luís Vaz de Cagões. Ficou cego, capado e desengonçado. Em consequência de tudo isto, teve que andar pedindo esmola, andando o torturador atrás dele e chamando-lhe "Ò cara-sem-olhos!", donde vem a expressão "vai chatear o Camões", rasteirando-o todos os dias quando o Camões passava frente a lama, pedras, mijo ou merda, nos quais caia de cara. O torturador lhe ofereceu também o membro cortado dele, conservado à maneira da mumificação Egípcia, preso por um cordel, que colocou ao pescoço dele, dizendo que era um amuleto de África. Farto de ser rasteirado, o poeta tentou se suicidar e se atirou dum qualquer sítio alto que encontrou, caindo em cima duma esplanada. As pessoas viram que era ele, mas, afinal, não estava morto, pois acordou e começou gritando de dor porque tinha ficado com quase todos os ossos todos partidos. Como na época não havia cura para ossos partidos, acabou por ficar entrevado vegetando na cama em casa de sua mãe. Pelo menos, até recuperar.

Como, na realidade, fugia das batalhas, não embarcou para a Batalha de Alcácer Quibir, que se deu a 4 de Agosto de 1578 e na qual morreu o Rei, sucedendo-lhe seu tio o Cardeal D. Henrique I.

Camões morreu com um tiro na bunda, especificamente no olho do cu (foi tarde mas felizmente solteiro e sem descendência) e não de peste, em uma guerra fria e meio quente, combatendo ao lado de D. António I contra D. Filipe I na Batalha de Alcântara, a 25 de Agosto de 1580, dizendo: "Morro com a Pátria!...".

Tudo isto ele viu com aqueles dois olhos que a terra haveria de comer.

Foi transportado para o Hospital de Santana, onde chegou já cadáver, tendo sido sepultado na Capela desta Paróquia e Freguesia, até ser trasladado a 10 de Junho de 1880 para um túmulo de pedra no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com uma estátua jacente onde surge camões postas a dormir tranquilamente com os três olhos fechados, dois com uma rodela de pepino cada um e o um com o resto do pepino. Também lhe foi erguida pela mesma altura, nas Comemorações do Terceiro Centenário da sua Morte, uma estátua em Lisboa, onde surge em pose e com os dois olhos da frente fechados e, posteriormente, uma estátua sua sentado com os três olhos ainda abertos em Punhete da Constância.

Por ter sido raçudo e representar os Portugueses, o dia da sua morte tornou-se o Dia da Raça ou Dia de Portugal, por engano a 10 de Junho de 1580, dia em que em Portugal dão condecorações aos molhos a todos os vidas-baixas e fura-vidas como ele.

A moral de tudo isso é que Camões era uma cópia barata do gay Jack Sparrow, que faleceu depois de dar a bunda pra vinte Portugueses simultaneamente.

Ver também[editar]

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