M. C. Escher

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Escher desenhado por ele mesmo

Maurice Cornellius Bolagattus Escher, ou simplesmente M. C. Escher, foi um arquiteto e músico holandês que viveu na época em que sua avó ainda era virgem e dedicou-se a projetar construções impossíveis. Teria morrido na mais absoluta miséria, mas o sangue holandês lhe inspirou a criar uma droga superpotente que lhe garantiria muito dinheiro e um lugar no Inferno: o funk carioca.


Hans Escher, suposto pai de Escher. Os dois não eram tão parecidos assim

Filho da prostituta Clarice Bolagattus, Escher jamais conheceu seu pai. Na verdade, o mesmo aconteceu a todos os seus outros quatro irmãos, já que todos foram frutos de acidentes de trabalho que só aconteciam quando ela estava realmente doidona. Especula-se que Escher seja filho de Hans Escher, um traficante de ópio - não apenas por causa da semelhança entre sobrenomes, mas porque os dois seriam muito parecidos fisicamente (ver imagem). Escher jamais teve amigos na escola: não se enturmava, não dava cola nas provas, dedurava seus colegas... Em outros campos, sua conduta não era menos desagradável, já que ele era conhecido por ser extremamente egoísta e agressivo, chegando a quebrar objetos e pessoas por simples prazer. Era, assim, um legítimo filho da puta - o que dava muito orgulho a Clarice, pois ela não tinha muita certeza se ele era realmente seu filho.

Isso é uma torneira normal. Você é quem está vendo coisas

Cquote1.png Está vendo o que a droga faz com as pessoas? Isso é de Satanáááááás!!! Cquote2.png
Missionário R. R. Soares sobre a mãe de M. C. Escher

Escher tinha consciência disso; esta foi a razão pela qual jamais se drogou. Entretanto, por viver na Holanda era inevitável que se tornasse um usuário passivo (opa!), já que naquele país encontram-se entorpecentes até mesmo na água da bica. Era por isso que Escher, depois de formado em arquitetura, jamais conseguiu desenhar uma perspectiva coerente.

Vida profissional[editar]

Escher se formou na Ganja Universitat, uma tradicional instituição de ensino em Amsterdã, aos 42 anos - idade considerada normal pelos holandeses, já que a maioria deles apresenta graus variados de sequelas mentais. Depois de formado, buscou emprego em diversos escritórios de arquitetura, mas todos achavam seus projetos impossíveis de ser realizados e fechavam as portas em sua cara.

Desiludido e com um desvio de septo, Escher figou vagando pelas ruas até encontrar o artista plástico Hans Kommeket, que logo se interessou pelos projetos de Escher. Fizeram um acordo: Escher desenharia mais construções, enquanto Kommeket venderia drogas pelas ruas para obter algum dinheiro. Quando tivessem desenhos suficientes, expô-los-iam (por favor, atente para a mesóclise) em galerias do circuito alternativo underground não-comercial de Amsterdã.

A Ganja Universitat, tradicional universidade holandesa, e suas peculiares palmeiras

Numa manhã chuvosa de março, entretanto, Escher teve a primeira decepção de que conseguia se lembrar (não a primeira de sua vida, mas a primeira de que conseguia lembrar; há uma diferença essencial nisso). Ele relata em seu diário:

Cquote1.png A pasta com meus projetos não está onde deveria. Kommeket não está aqui. Ele saiu levando uma pasta, muito parecida com a minha. Ele disse que ia comprar cerveja para o café da manhã, mas já passa das três da tarde e ele ainda não voltou. Estou com fome. Queria saber onde minha pasta está. Ando meio lerdo. Cquote2.png

Vida artística[editar]

Prepúcio Peralva, depois de ir fazer carreira nos Estados Unidos

Sem dinheiro e sem seus projetos, Escher viajou para o Rio de Janeiro para vender drogas e tentar pagar as contas. Conseguiu um bom dinheiro, mas o perdeu no caminho até o aeroporto e, por causa disso, não pôde voltar para seu país. O mais perto disso que conseguiu chegar foi na Nova Holanda, favela na Zona Norte da cidade.

Lá, ele conheceu o jovem Prepúcio Peralva, que desejava criar um novo estilo musical usando apenas a voz e uma batida eletrônica repetitiva. Como era mudo, precisava de um cantor, mas ninguém que conhecia estava disposto a passar tanto vexame. Já Escher, que já estava fodido mesmo nunca temeu novos desafios, aceitou o cargo. Para surpresa geral (sua inclusive), fez grande sucesso já na primeira apresentação.

Mc Escher soltando o pancadão

Com seu nome completo era complicado para a pronúncia da rapaziada, Escher abreviou seu nome para M. C. Escher ou, mais simples ainda, Mc Escher. O novo estilo musical ele batizou de funk, que em holandês quer dizer "isto é uma grande merda". Seus sucessores, em sua homenagem, resolveram também adotar o Mc antes do nome. Peralva, por exemplo, depois que seguiu carreira solo, mudou seu nome para Mc Gelatina e fez também estrondoso sucesso no ramo do funk instrumental, antes de seguir para os Estados Unidos trabalhar como office-boy.

Escher teve uma carreira de sucesso até os 115 anos, quando resolveu morrer. Não deixou nenhum herdeiro, porque, como rapaz precavido que era, sempre tomou pílulas anticoncepcionais.