Mandrágora

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo é um esboço.
O remetente deste esboço também pode ser o Boça. Ou o Bozo.
Você pode ajudar o artigo se desesbocificá-lo.

Cquote1.png Você quis dizer: Gengibre Cquote2.png
Google sobre Mandrágora
Cquote1.png Você quis dizer: Viagra Natural Cquote2.png
Google sobre Mandrágora
Cquote1.png Você quis dizer: Ginseng? Cquote2.png
Google sobre Mandrágora
Cquote1.png Isso non ecziste, é pura mitolochia. Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Mandrágora
Cquote1.png Isso ecziste sim, e vende no camelô! Cquote2.png
Fisiólogo sobre Mandrágora
Cquote1.png Seu Madruga, o Sr. teria uma xícara de Mandrágora pra me emprestar? Cquote2.png
Bruxa do 71 sobre Mandrágora
Cquote1.png Eu usei para conquistar o Pelé. Mas o que resolveu mesmo foi o Viagra. Cquote2.png
Xuxa sobre Mandrágora

Mandrágoras americanas prontas para um festival afrodisíaco.

A Mandrágora é uma planta sinistra que faz a cabeça de uma galera hippie desde os tempos imemoriáveis dos quais ninguém se lembra. Muitos acham que a Mandrágora é a Mandioquinha, mas isso não é verdade. Ela é uma planta que grita quando arrancada da terra, e grita tanto que enlouquece. Bem louco não?

Origens[editar]

Retrato falado de uma Mandrágora

Biólogos recém formados afirmam que a Mandrágora é uma planta que nascia no patíbulo do esperma dos enforcados. Dizem que ela se parece com um gengibre com cor e cheiro de nabo. Não é exatamente uma planta, mas uma planta animal. Não no sentido de "irado, crazy, insane", mas no sentido natural mesmo, onde animal é o oposto de planta.

Uma outra lenda espanhola afirma que a Mandrágora teria nascido a partir do mau uso das leguminosas do Sítio de Notre Daime (também conhecida como Igreja de Santo Daime), por freiras virgens e emancipadas.

Usos[editar]

No Brasil encontra-se uma variedade de Mandrágora que foi exportada durante muito tempo: a Mandragorazinha Brava do Brejo.

A planta-animal serve principalmente para se fazer chás e outras drogas alucinógenas, subversivas, proibidas, afrodisíacas, anestésicas e sinestésicas. Em Corinthios 7:14 e em Genesis 30:14 há referências da planta para o uso orgiástico, sodomita, que induz à polígamia e que é altamente viciante.

Pode-se também fazer conservas com vinagre, sal e pimenta. Fica muito bonita e serve para decorar apartamentos de alto padrão no Rio de Janeiro e em Brasília.

A mandrágora também é consumida por jovens anarquistas vegetarianos que praticam canibalismo-vegetal. É um dos principais alimentos consumidos pelos mesmo pós-cannabis, dizem que é ótima para sanar a larica.

Cultivo[editar]

Primeiro, deve-se pedir a uma senhorita de boa vontade que descasque um nabo no quintal, atrás da moita, e depois o interessado deve se enforcar sobre o local de plantio. Logo após este simples processo, a terra no local determinado estará preparada para o plantio, e assim basta esperar que alguém enterre o nabo no local adubado, para que em 13 anos venha a nascer uma Mandrágora, que você poderá usar para o que quiser.

Ver também[editar]