Marcia Tiburi

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Nuvola apps core.svg Marcia Tiburi
Filósofa Márcia Tiburi na TV Brasil (cropped).jpg
Marcia Tiburi logo após a paulada da testa, aceitando o convite do PT.
Origem São Paulo
Sexo Sim, de todos os modos
Ocupação nômade e profissional do sexo
Profissional
Profissão anterior militante petista
Maior aparição No YouTube
Conchavo Estuda o cu e o assalto
Maior escândalo Sempre que abre a boca
Perfil
Nível de inteligência Alto Maior que o do Lula
Plásticas Apenas anal
Vícios Dar o cu, julgar quem não faz anal
Emissora atual Nenhuma
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.svg Main Kempf
Música Emblem-sound.svg MPB
Prato Rola frita
Filme

Marcia Tiburi é uma bucha-de-canhão da esquerda, mais conhecida como a filósofa do cu. Também é uma professora de cu filosofia e poderíamos parar por aqui apenas por isso, mas infelizmente há mais porque ela conseguiu fazer coisas ainda piores do que filosofia nos últimos anos. Embora tenha escrito o livro Como Conversar com um Fascista, na primeira oportunidade em que teve em poder debater com um fascista, ela foge do debate, porque sabe que é impossível defender o comunismo com argumentos válidos e coerentes e não queria em plena rádio ser esculachada por um liberalzinho fascistinha de merda.

Filosofando[editar]

Marcia Tiburi parecia um ser respeitável, participando daquelas palestras estranhas que você já deve ter visto ao menos uma vez na falida Rede Cultura, bem como participando daquela roda de fofocas da Mônica Waldvoguel que era o lugar diferente das palestra, onde Marcia Tiburi podia falar muita bobagem sem se preocupar com coerência, nem acrescentar algo. Isso tudo mudou quando Marcia Tiburi decidiu chocar o século 19 e começou a participar da política. Então passou a dizer muita, mas muita, mas muita merda porque passou a falar mais do que o normal e ainda tomar o cuidado de dizer sempre algo sem noção e totalmente fora da realidade: bem por isso estava preparada para o cenário político pois já sabia fazer o que 90% deles fazem: nada a não ser dizer merda. Mas isso foi um impacto duro para o século 19 que ficou horrorizado com as ideias propostas.

Marcia Tiburi antes disso sequer poderia ser classificada como boca de suvela, pois falava nem pouco nem muito, mas normalmente e guardava as bobagens para falar naquele programa de roda de fofoca(esqueci a porra do nome), que era pra isso. Algumas vezes participava das palestras da Rede Cultura apenas a pedido de outro palestrante para que ela ficasse ao lado dele apenas de enfeite, outras vezes ela falava e conseguia dizer alguma coisa que prestasse.

Não se sabe se foi um daqueles casos de abdução ou troca de almas, mas dizem ainda que alguns partidos políticos fazem a tal lavagem anal cerebral em algumas pessoas que já têm suas profissões bem encaminhadas, mas caem na asneira de testar seus dotes administrativos ou de engajamento político e entram pra algum partido. Se a lavagem foi feita, ela ao menos garante que faz a lavagem sempre que quer fazer algo diferente com o amante marido. Sobre a lavagem cerebral ninguém constatou, mas podem ter economizado apenas com uma paulada na moleira da pobrezinha.

Efeitos do uso de maconha e degeneração cerebral[editar]

Marcia Tiburi explicando como ela faz para relaxar o cu.

Os efeitos da paulada fizeram com que ela, além de entrar pra algo a qual não tinha muita noção do que fazer num partido político, ainda saísse por aí fazendo bobagem. Aceitou ser candidata à governadora do Rio de Janeiro, sem qualquer chance de vitória, mas eles achavam que serviria pra passar as ideias dementes da atual cúpula do Partido dos Trabalhadores que salvo alguns do nordeste, nunca foi dos trabalhadores mesmo, mas sempre foi de meia dúzia de despirocados do tipo Gleisi Hoffmann) pra lutar por coisa do tipo direitos dos pôneis coloridos.

Depois de se aventurar nessa bosta, tentou puxar a descarga pra se livrar disso, mas não conseguindo ir pelo ralo da privada teve uma inspiração pra piorar mais, já que nada é tão ruim que não possa piorar, ela saiu da privada que é um lugar que vê muitos ânus, pensou em porque não começar a conquistar eleitores pelo cu, mas ela não ofereceu a bunda, não é isso, apenas tentou fazer uma ode ao cu, quem achava que ela estivesse falando do elemento químico e suas aplicações, algo assim, nada disso, então não precisou mais nada pra comprovarem o óbvio, de que o cérebro dela havia sofrido mesmo algum sério dano.

Como poucos eleitores se deixam conquistar pelo cu(talvez sim pela merda ou pela bosta, mas não pelo cu), o tiro saiu pela culatra e apenas piorou a chance da massa acreditar que ela pudesse ter sanidade pra ser vereadora ou administradora de bordel(isso talvez), que fosse, como era de se esperar.

Estudos sérios sobre o cu[editar]

"Quem tem cu tem medo. Essa frase é de minha autoria. É verdade.", disse Mária Tiburi.

Marcia Tiburi com seu chapéu de alumínio para protegê-la das ondas malignas do capitalismo. Antes de ir ao McDonald's Tiburi cola o seu chapéu. Ainda bem que ela não enfiou o chapéu no cu.

Tiburi pertence aos pensadores brasileiros que chegaram a conclusão de que o sexo anal deve ser uma política de saúde pública e obrigatório para todos os homens, mulheres, crianças e anões. Estão seguindo a estes estudos, analises sobre zoofilia e sexo anal com cavalos, indicado aos amigos e inimigos. Essa proposta chocou todo o século 19 e acredita-se que nunca mais serão os mesmos. A própria Márcia Tiburi é uma adepta viciada do sexo anal com cavalos. Como protesto contra o capitalismo, Tiburi tem arrebentado as suas pregas anais sentando violentamente no cacete de animais equinos. Seu marido já começa a reclamar do arrombamento de seu toba, mas entende que é em nome da filosofia e contra o capitalismo opressor, atualmente travestido nas faces da globalização. Tiburi reitera: dar o cu não é piada, mesmo que seja possível gozar assim. Dar o cu é coisa séria. Pica de cavalo no cu dos outros é refresco, mas somente militantes dispostos a combater o mal capitalista é que se permitem satisfazer picas gigantescas e grossas. Além disso, o importante, não é apenas a teoria, todo bom filósofo do cu precisar atualizar a praxis, ou seja, combinar a teoria com a atuação prática do sexo anal.

Virgindade galinácea anal[editar]

Tiburi cunhou um novo termo para virgindade. Segunda a douta, galinhas virgens botam ovos pequenos, pois o seu cuzinho não foi arrombado ainda pelos ovos. Não se trata de virgindade sexual, mas de virgindade mecânico-anal. Desse modo, ovos fortes saem de cus fortes que já foram arrombados por outros ovos. As galinhas dadeiras são ótimos alimentos para os galos e humanos. Tubiri defende que: "contra o capital galináceo, dê o cu". Cus fortes alimentam a todos. O mesmo se aplica aos humanos: dar o cu é saudável e facilita ao cagar. Quem dá o cu caga sem esforço, com alívio e satisfação.

Atração sexual por Lula[editar]

Tiburi revelou sentir forte atração sexual por ladrões e afirmou que toda mulher sente tensão pelo Lula. Ela afirmou que essa atração começou depois que Lula revelou ter comido uma cabra, não no sentido gastronômico, mas sexual. Tiburi perguntou se Lula havia comido também o cuzinho da cabra e ao saber que sim, tratou logo de pedir para o pênis santo comê-la.

"Luladrão, roubou o meu bucetão coração", disse Marcia.

Prêmios recebidos[editar]

  • Prêmio Ela: ganhou por ser mulher
  • Indicada ao Anti-Prêmio Jabuticaba: por ser mulher
  • Prêmio Trofin Lysenko: ganhou pelos elogios ao Lula
  • Prêmio burro do ano
  • Prêmio Cu-sujo
  • Anti-Prêmio Hinrá-Hinrá! na categoria 'asna'

Ressignificação do termo "fascismo"[editar]

O fascismo de para Tiburi é uma filosofia social que defende a manutenção das instituições sociais tradicionais no contexto do pudor, do sexo limpinho e da proteção infantil. Há dois tipos de fascimos: um protetivo e outro anticomunismo. O primeiro consiste na crença na Justiça, no não abuso de crianças, na não prática anal e no desejo de defender o cu da profanação esquerdista. Os fascistas são contra a pedofilia na arte, na música e na cultura em geral. Na sua manutenção anticomusmo, o fascismo é um fenômeno mais especificamente moderno, uma reação às vastas mudanças e avanços da sociedade amoral e pornográfica. Os fascistas procuraram preservar as instituições, incluindo a religião, as crianças, a castidade anal, enfatizando a ordem, a estabilidade e a continuidade do sexo apenas para procriação e na posição: papai-e-mamãe.

Fascistas são a favor de prender criminosos, de abolir as saidinhas de Natal, Páscoa, Finados, Outubro Rosa, aniversário do detento, entre outros. Tiburi defende o assalto contra o fascismo, que é sinônimo de capitalismo. Dar o cu e assaltar é investir contra o Grande Capital.

Livros publicados[editar]

Capa do livro de Márcia Tibuti saudando a todas, todaxs, aos achocolatadas, etc.
  • Diga "Não" a castidade anal
  • Porque toda feministx deve servir a Lula
  • Conservadorismo é crime, não sabia não, fascista?
  • Porque o conservadorismo é um nazifascimo
  • Não seja fascista! Abra seu cu para Zumbi dos Palmares
  • Caganeira
  • Cada barro grosso e pesado no vaso que saiu do meu cu
  • Como conversar com um fascista, depois de sair correndo
  • Você já deu o cu hoje?
  • Fascismo em comum: para todas, todes, todxs, Toddys, tudo, transtodxs e todos.
  • Transfilosofia, feminifilosofia imbecil: Anti-Ética, morte cotidiana, vida virtual.
  • Era meu esse cu. Rio de Janeiro: Record, 2012.
  • Metamorfoses do cu - Ética e Dialética Negativa em Theodor Adorno.
  • Diálogos sobre o Cu
  • Filosofia Marrom - A Melancolia diante do vaso e da pica