Metroid II: Return of Samus

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Virtualgame.jpg Metroid II: Return of Samus é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o seu Neopet termina o curso da ilha Krawk.


Metroid Episode II: The Clone Wars
Metroid II capa.png

Na capa do jogo, Samus aparece fazendo suas necessidades (realismo)

Informações
Desenvolvedor Nintendo
Publicador Nintendo
Ano 22XXY
Gênero Tiro e Pulo
Plataformas Gay Boy
Avaliação 10%
Idade para jogar 15 anos (sangue, violência e nudez)

Metroid II: Return of Samus é um jogo para o Game Boy, porque os caras da Nintendo ficaram com pena de lançar essa bosta para o SNES e acabar com a reputação de Metroid que já não era grandes coisas. Metroid II é a sequência do clássico Metroid para NES e faz jus a série Metroid como jogo de tiro em duas dimensões ruim e difícil pra cacete. Como foi produzido pela sua avó, o original é em preto em branco, mas uma versão porcamente colorida foi depois lançada para Game Boy Color.

Enredo[editar]

O jogo lançado em 1992 se passa alguns anos após os eventos de Metroid Prime 3: Corruption lançado em 2008 (sim, isso mesmo, você já deveria saber que a cronologia dos jogos da Nintendo são uma porcaria), e isso torna as coisas bem esquisitas, porque como se sabe, no Metroid para o Wii a tecnologia e visual são vistosos, enquanto em Metroid II: Return of Samus o cenário parece coisa da Idade da Pedra, mas a história dá um jeito e diz que tudo foi culpa de uma erupção vulcânica que destruiu o planeta... Neste jogo Samus é encarregada de caçar e matar até o último Metroid do planeta SR388, e prevenir assim qualquer incidente futuro sobre estupro de tentáculos, o perigo constante da série.

Breve bestiário das criaturas que Samus precisa exterminar e os perigosos que oferecem à heroína.

No primeiro episódio da série em Metroid I, Paraguaios do Espaço tentaram contrabandear um brinquedo sexual perfeito, os Metroids, mas tiveram seus planos frustrados por Samus Aran. A Polícia Federal invadiu o cativeiro e tentou exterminar esses Metroids, mas foram todos estuprados pelas criaturas até a morte. Não houve outra alternativa senão chamar a experiência Samus para dar conta dor ecado novamente, pois a mesma já era vastamente experiente em enfrentar criaturas que chupam, lambem e sugam.

O seu objetivo no jogo, portanto, é executar o maior genocídio de criaturas inocentes jamais vista na história dos videogames. Simplesmente destruir o ecossistema de um planeta inteiro. Para realizar esse objetivo maligno, você deve ser inescrupuloso e matar qualquer ativista do Greenpeace e evitar o máximo possível de diálogo. Viu alguma criatura viva apenas vivendo em seu habitat? Mate-a sem compaixão. Obviamente as criaturas desse planeta ficam putas da cara e tentam estuprar Samus de todas as formas possíveis, mas sempre falhando.

O clímax do jogo ocorre durante a luta contra o último chefão, a Rainha Metroid, um perigoso ser recheado de tentáculos estupradores, oferece um grande desafio sexual à Samus Aran. Depois de muita luta, Samus, saciada, decide partir dali, mas antes de explodir a porra toda, ainda adota um pequeno metroid como filho e futuro brinquedo sexual.

Jogabilidade[editar]

A esperada tela de zeramento onde Samus faz seu tradicional strip-tease caso o jogo seja zerado com 100%.

Reprodução fiel do Metroid antecessor, possibilita ao jogador a sensação única, tal qual Megaman, Super Mario e Castlevania de se movimentar, atirar, pular e escanear inimigos em um fantástico ambiente em duas dimensões de gráficos dignos do Atari e em preto em branco. Exclusivo para Game Boy, o jogador poderia jogar esse Metroid em qualquer lugar longe da televisão, ao invés de ir pegar alguma mulher de verdade.

Os vários e inúmeros chiados, e barulhinhos irritantes que lembram mais uma televisão sem sinal são considerados os sons do jogo (é recomendado deixar no mudo, você aproveita e economiza as pilas do seu Game Boy).

v d e h
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