Metroid Prime 2: Echoes

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Virtualgame.jpg Metroid Prime 2: Echoes é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o seu Neopet termina o curso da ilha Krawk.


Metroid Prime 2: Echoes of the Dark Past Sexual Side of Samus
Metroid Prime 2 Echoes capa.png

Capa original do jogo

Informações
Desenvolvedor Retro Studios
Publicador Nintendo
Ano 6930 d.3°Cristo (depois do terceiro cristo)
Gênero Tiro e Pulo
Plataformas Game Cube
Avaliação 90%
Idade para jogar Recomendado para toda família

Metroid Prime 2: Echoes é um jogo de simulador de combate a estupro com elementos de fps-mágico (no qual ao invés de balas, atiramos purpurina multicolorida), considerado canonicamente a sequência direta de Metroid Prime[carece de fontes], é um jogo produzido pela Retrógrada Studios, uma filial de pervertidos da Nintendo que estão ali para acabar com a reputação da Samus, enfiando-a em mais um jogo sem o menor nexo.

Jogabilidade[editar]

Metroid Prime 2 tem a jogabilidade exatamente como a do jogo anterior, parecendo mais um DLC mesmo ou um pacote de expansão com fases, coisa que o GameCube não tinha, sempre é claro, introduzindo alguma justificativa ridícula para a Samus pela quinquagésima vez perder seus upgrades no começo do jogo. Muitos pulos, muitos tiros, muitos inimigos burros, tudo no mais surreal 3D através de um visor em primeira pessoal que permite ao jogador a real sensação de morrer sendo estuprado por tentáculos, que neste jogo particularmente abundam.

Agora Samus pode atirar purpurina.

O grande diferencial oferecido por este jogo é que agora Samus atira purpurina com um canhão chamado Light Beam e alternativamente pode atira pedaços concentrados de fezes com um canhão chamado Dark Beam. Os inimigos mais machos tem pavor de purpurina, enquanto os inimigos mais frescos obviamente tem nojo de serem cobertos em fezes, então é necessário equilibrar o uso dessa arma e empregar bem a fraqueza de cada oponente. É uma das poucas vezes na série em que Samus também tem munição finita, precisando ela coletar no cenário sacolinhas de purpurinas e pedaços de fezes, respectivamente.

Os visores novos, duas porcarias. O Dark Visor serve para deixar qualquer piroca no cenário em coloração vermelha de modo que seja melhor identificável, além de também revelar plataformas invisíveis. Já o Echo Visor é ainda mais inútil, serve para mostrar de onde estão vindo os sons, como se Samus fosse uma surda.

O conceito do jogo é todo focado na existência de um Light World e um Dark World, que são duas versões alternativas de um mesmo ambiente, assim poupando os programadores de ter que ficar fazendo muitos cenários, que podem então ser facilmente recicláveis. No Light World os perigos são relativamente baixos e o foco é mais te irritar com puzzles imbecis, enquanto ao entrar no Dark World a atmosfera hostil do ambiente faz Samus gradativamente menstruar-se, roubando assim sua energia vital até sua morte, sendo necessário aproximar-se de enormes picas luminosas, locais seguros que restauram a energia sexual de Samus. Para mover-se de uma dimensão ara outra é necessário fuzilar um portal dimensional até abrir uma buceta nele e depois entrar.

Enredo[editar]

Dez anos depois de muita putaria e relações sexuais na sua aventura com Monstros Boqueteiros em Metroid Prime, e alguns meses após ter jogado para a friendzone seus seis ex-namorados em Metroid Prime: Hunters, a Samus é convocada pela Federação Galática mais uma vez, esses putos que não sabem resolver nada sozinhos, e enviada a pobre coitada para mais uma nova e ridícula missão, dessa vez para investigar um grupo da ANVISA que sumiu ao ir investigar um laboratório de camisinhas de má qualidade localizado num planeta interestelar chamado Aether.

Chegando neste planetinha amigável, Samus faz de tudo, menos ajudar a Federação Galática com sua missão sem sentido. Ela descobre que o planeta é habitado por uma raça chamada Luminoth (mariposa iluminada), uma raça de assexuados emasculados, e que eles estão tendo um problemão pois estão sendo invadidos por seres de outra dimensão viciados em estupro, uns bichos pretos com uns tentáculos grotescos. Apesar do jogo ter uma conotação altamente racista, afinal a missão principal é exterminar pretos, Samus que sempre foi amarrada e curiosa num interracial decide ir conferir qual é a jogada desses bichos da escuridão, e então visita o Dark World, desejando saber mais da tal mamba negra.

Descobrimos que esse planeta Aether, tal qual Tallon IV do jogo anterior, também foi acertado por um Leviathan, nome dado a enormes meteoros feitos de LSD que estão espalhando o vício pela galáxia e denegrindo toda a sociedade e destruindo famílias. Samus precisa salvar aquele planeta. Momento em que descobre que o laboratório de fabricação de camisinhas de má qualidade estava infestado por um parasita chamado "Emo" (no inglês: "Ing"), criaturas advindas de uma dimensão paralela (Dark Aether). É então que descobrimos que há dois mundos naquele planeta, todo e qualquer local possui duas faces, existindo uma versão dos seres sérios, trabalhadores, responsáveis, recatados e de família em Aether, e uma versão soltando a franga e liberando geral de noite em Dark Aether. Isso deixa a pobre cabeça de Samus confusa. Não bastasse isso, ainda somos perseguidos por uma drag queen louca, a Dark Samus, que tem uma inveja terrível do corpo perfeito e feminino de Samus, sempre aparecendo para tentar matá-la.

Samus então recebe a Dark Beam para atirar pedaços de fezes nos inimigos e a Light Beam para atirar purpurina, afinal o armamento convencional não é eficaz contra as criaturas malignas que ela precisará enfrentar em sua saga racista, banhando de purpurina todos negros (dark creatures) e emos (ings) que ver pela frente, sem distinção, afinal Samus já é condecorada como uma genocida renomada.

O primeiro chefão, no templo central do planeta, é o Dark Alpha Splinter, um inseto grotesco que tem a péssima mania de arremessar suas próprias fezes corrosivas nos outros, mas nada que Samus não possa exterminar com bons tiros de Raid. Uma vez limpo o templo, Samus encontra uma mariposa gigante que se chama U-Mos, e como Samus é dona de estranhos fetiches, ela decide que aquela criatura pode usá-la como sua bitch e o tal U-Mos, que não é bobo e nem nada, aceita a proposta e se torna o mestre BDSM de Samus, começando então a enviá-la para as boates de swing mais barra pesada de Dark Aether, para enfrentar monstros estupradores, afinal U=Mos é só uma baita de uma mariposa voyeur, afinal não tem pênis.

O primeiro local que visita é Agon Wastes, uma região destruída e local onde de impacto do meteoro de LSD. Convenientemente os chefes são todos monstros que carregam os itens de upgrade da Samus, como o Bomb Guardian que é uma minhoca que solta biribas pelo cu, algo que a Samus passa a poder também fazer, e o Jump Guardian cujo criativo nome é o de uma criatura que não para de ficar pulando, que te dá o item de pular mais alto.

Amorbis, um pênis gordo de 10 metros, terrível chefe desse jogo.

Mais o Bomb Guardian é só um aquecimento, porque o primeiro chefe principal é o horrendo Amorbis, um trio de pênis gigantes, gordos e pretos que atacam Samus assim que a avista. Precisamos então evitar esse estupro sem vaselina, Amorbis não cogita usar nem manteiga. Mas com habilidade, Samus evita o pior, castra triplamente o bicho e adquire a sua Dark Suit, recompensa após ter estrelado seu primeiro hentai interracial. Ela consegue restaurar o primeiro de três holofotes que precisa reativar para acabar com Dark Aether.

Samus reencontra U-Mos, que preguiçoso da porra continua fazendo a sua humana pet de sua bitch, agora enviando-a para a Torvus Forest, um pântano fedido onde a todo momento estaremos andando sob a água. Lá que enfrenta Chykka, o segundo pênis gigante a ser derrotado nessa jornada, só que dessa vez a piroca enorme depois de tomar um monte de tiros cria asas e se transforma numa vagina voadora gigante, disparando sêmen sem parar. Mas Samus derrota a desgraça e liga o segundo farol.

Agora ela vai para o Sanctuary Fortress, antiga base de operações dos Paraguaios do Espaço onde fabricavam camisinhas de sabor metanfetamina das boas. É nesse momento que percebemos que estamos sendo enrolados, porque continuamos enfrentando mini-chefes que carregam os upgrades da Samus, reunindo drogas e coletando testículos mágicos que servem de chave para a porta do chefão, para que assim em Ing Hive Samus chegue à arena onde encontra-se o Quadraxis, um enorme Pião da Casa Própria que no começo não faz muita coisa, mas depois que você arranca metade de sua vida, começa a girar feito uma máquina com defeito, mas depois de muito encher o saco, ele é destruído e Samus adquire o Annihilator Beam, arma mais forte do jogo, que pode concentrar o poder de até mil peidos num tiro só.

Samus atacada pelo Emperor Ing, um dos chefes grotescos do jogo.

Com todos os faróis acesos, aquela mariposa, U-Mos nos entrega a Light Suit, e agora podemos ir enfrentar o último e mais tenebroso chefão, o Emperor Ing. A criatura que controla todo o Dark Aether é um enorme cocô gigante com tentáculos, dois fetiches estranhos reunidos numa só criatura. Se o combate é difícil é porque a mira automática decide te trollar nessa luta final, afinal como se trata de um fps para crianças que mira automaticamente pra você, quando miramos no cu desse desgracento, o seu pontof raco, os tiros simplesmente não pegam. Mas no final Samus triunfa e finalmente conseguimos executar mais um grande genocídio em massa com sucesso, e Dark Aether desaparece para sempre!

Mas, antes que Samus possa voltar para a Aether normal, a sua rival Dark Samus aparece, só que bem diferente do que estamos acostumados. Dark Samus exagerou no consumo de crack e LSD, dado sua severa depressão, e encontra-se num estado lastimável, com o rosto parecendo uma caveira com três olhos. Essa drag queen raivosa, ainda nutrindo inveja do corpo perfeito de Samus, começa a luta final, usando em sua vantagem a capacidade de atirar LSD radioativo na Samus, mas nem essa vilã dá conta do recado, e acaba derrotada, mas nada que o poder de um roteiro forçado não seja capaz de fazê-la retornar em Metroid Prime 3. Samus, vitoriosa e satisfeita em ter destruído o ecossistema de mais um planeta inteiro, vai embora em busca de uma nova minoria para exterminar.

v d e h
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