Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Brasão do Brasil.png
Ministério do Latifúndio improdutivo, Pecuária e Desabastecimento
Esplanada dos Ministérios, Bloco D – Brasília
Site p/treino de invasão à iniciantes
Criado em 28 de julho de 1860
Orçamento R$ 10,579 bi (2019)
Ministro Musa do Veneno
Subordinados EMBRAPA
CONAB
CEASA
® Desciclopédia
Govefed.jpg

Ministério da Agrifaltadecultura, Pasto e desAbastecimento (MAPA) é o ministério responsável pelo bem estar do povo do gado brasileiro, bem como também a cultura agropecuária (e seus shows de sertanejo universitário e outras baitolices). No Brasil, é um dos mais antigos ministérios, e um dos poucos que não foram criados nem pela ditadura gentalhista, nem pela ditadura de direita e nem pela ditadura de esquerda, fato que chega ser no mínimo interessante. Já nas terras dos portugueses de Portugal, enquanto eles não se decidem quanto ao nome do ministério da agricultura lá, este artigo estará se referindo apenas ao cabideiro do lado brasileiro.

História[editar]

A ex-ministra da agricultura, Kátia pega-no-meu-Breu resolvendo desavenças com uma mão. No lado esquerdo apenas uma demonstração do modelito que ela estava usando na ocasião.

O ministério da agricultura do Brasil surgiu antes de 1900, quando o imperador Nefelibata não tinha mais nada para fazer da vida, e decidiu distribuir alguns cargos para atrair mais servos submissos, porque ele era bastante egocêntrico (igual a Susana Velheira). Na época, com exceção do PCC City, o restante do país (incluindo a região da Bolívia e o estado da Venezuela) era um imenso curral(zão) sem cercas ou divisórias, e para um cara como o Dom Pedroso 2º dava muito trabalho cuidar de tudo aquilo sozinho, ainda mais quando a casa dele ocupava 2/3 do Detrito Federal da época. Então ele designou aqueles serviçais que ele empossou no cargo recém-criado, á função de caseiros daquele imenso sítio onde hoje fica a cidade do Inferno de Janeiro. Mais tarde ♪Dom Dom Dom♫♪ Pedrão, para gourmetizar o cargo decidiu chamá-lo de Departamento da Agricultura (nome que os americanos copiaram depois).

Depois de aconselhar aos donos das antigas capitanias hereditárias (hoje estados feudais) a utilizarem o modo de administrar terras, a departamentalização que o Pedrão do Dom tinha instituído em seu sítio, afim de poder controlar essas pequenas organizações e também poder cobrar uma pequena taxa de contribuição ao Estado nacional, o imperador do Brasil (que na época não era o Sarney e muito menos o Adriano) criou uma versão nacional do cargo que dele e o chamou finalmente de Ministério da Agropecuária, da Agricultura ou da Administração Agrária. Não se sabe bem ao certo o que seria o "A" da sigla MA mas sabia que ele cuidava das terras do imenso quintal federativo brasileiro.

Desde então é um dos poucos ministérios que os ditadores democráticos que passaram pelo comando da República das Bolivariana do Brasil não passaram a mão (literalmente) ou fizeram merda, mas mesmo assim sempre dá para mamar um pouquinho.

Atualmente[editar]

Antes do invento da ceifeira-debulhadora, do monitoramento via satélite e do xvideos, os funcionários do ministério eram responsáveis por alguma coisa. Durante muito tempo, não havia nada que justificasse sua existência. Até os moradores do campo que não se mudaram para a cidade, já estão morando no centro da cidade porque a cidade foi até elas. Fora que os funcionários deste (e de qualquer cabide ministerial brasileiro) só passam o dia todo acessando Lesbian Videos sob um forte ar condicionado.

Com a chegada do presidente Jair Bostonaro ao poder, a ordem é para "abrir as pernas" da Amazônia para os ruralistas, que segundo o presidente Cquote1.png são aqueles que carregam o Brasil nas costas, taokei?! Cquote2.png Por isso, devem ter "privilégios" em relação aos indígenas.

Ministros[editar]

Entre alguns "célebricos" nomes a passar pelo comando desse cabide ministerial estão o ex-presidente Afonso que dá Pena, Oswaldo "Homem" Aranha, o pau para toda obra durante o regime militar Delfim Netto, o matuzalém imorrível Pedro Simon, o dono do feudo goiano Irislene Stefanelli Rezende, o Pinto do Lula, um laranja chamado Wagner Reginaldo Rossi, a Kátia que pega no meu Breu e o bundão Blairo Knorr.

No Governo Bolsonaro, a primeira nomeada foi Tereza Cristina, que introduziu um novo ingrediente na mesa de jantar dos brasileiros: o agrotóxico. A previsão da ministra é que até 2022, seja inaugurado em Mato Grosso o 1º Parque Nacional do Agrotóxico, que proporcionaria aos visitantes comerem uma refeição que desse 7 tipos diferentes de câncer, numa espécie de simulador de Chernobyl.

E neste mesmo píque...[editar]