Mocidade Independente de Padre Miguel

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Mocidade Independente de Padre Miguel é uma escola de samba carioca, ligada à torcida do Bangu. Apesar do nome, de independente nunca teve nada, pois sempre dependeu da grana de seu patrono, o bicheiro Castor de Andrade. Em sua homenagem, a Mocidade criou o famoso samba de 1985, Ziriguidum 171, obra prima do Carnaval do Rio de Janeiro.


De história com pouca relevância para o Carnaval, a escola de Padre Miguel vive as custas do que apresentou ao mundo nos anos 90. Personalidades caóticas passaram pela escola que quase foi rebaixada nos últimos 10 anos. Historicamente recebia verbas ilícitas legais para produzir seu Carnaval.

Em 2009 estreou na Mocidade o carnavalesco paulista Cebola, que literalmente fez a comunidade de Padre Miguel chorar. Só não foi rebaixada porque tinha a eterna ioiô Império Serrano pra lhe salvar. Atualmente, é presidida por um homem com uma barata na cara, que fez de tudo para fazer o caminho inverso do que fez seu pai: transformar a agremiação num bloco.

Em 2013 fez vergonha mais uma vez. Com um enredo fora de contexto ótimo a escola fez um dos desfiles mais escrotos da história do Carnaval.

Em 2014 (para variar) a Mocidade quase caiu. Depois de não pagar os funcionários do barracão, a escola recrutou pessoas idiotas apaixonadas para produzir um Carnaval esquisito. O ressurgimento de um bicheiro patrono como financiador ajudou a realização do ridículo lindo desfile.

No ano de 2015 ensaiou uma volta as grandes escolas e roubou contratou o bombado e badalado carnavalesco Paulo Barros. Trouxe como rainha de bateria a copiadora cantora Claudia Leite, mas tudo não passou de ridicularização e a escola fez mais uma vergonha para o Carnaval.

Em 2017 a Portela ganhou o seu milésimo título de campeã do carnaval e a Mocidade amargou um vice campeonato com um resultado muito acirrado, mas depois de reverem as notas, o pessoal da Mocidade percebeu que estavam empatados com a Portela e para a alegria da galera de Padre Miguel e desgosto do pessoal de Madureira, Mocidade e Portela dividiram o título de 2017.

Cquote1.png 22 VEZES MINHA ESTRELA LÁ NO CÉU Cquote2.png
Enredo de 2018 da Portela que esfrega na cara da Mocidade que elas podem ter dividido título, mas a Portela tem 22 títulos e a Mocidade só 6

samba 2009[editar]

Mocidade, a sua estrela com fumaça está
um show de cafonice, em nossa academia
saudades do especial vai ficar (bis)

Deprimente,
estrela de um encontro imoral
risca o céu de baixaria
traz o cebola pra reger meu carnaval
Desperta, vai estourar o tempo
Cafonice, baranguice e sofrimento
Machado de Assis
Está no túmulo com indigestão
Primeiro carro apagado
Cebola é atropelado na concentração
Nos olhos do público
Reflete a crise
Do genio Renato
A um cebola odiado
que fez uma cagada na sapucaí
apavorando o povo da marquês inteiro

a canção do meu sarau me faz chorar
a depressão vai começar
a estrela se abre,
no meio do horror
Sai uma perua que pavor (bis)

Fabio de mello traz mais baixaria
com a comissão que me fez chorar
o samba não está funcionando
o povo não canta,
que desespero que dá
Pelos carros que estão passando
o vexame e o povo em depressão
pedindo a Deus em companhia
pra acabar com esse lixão
Que medo, grupo de acesso já chegou
revela
as cagadas do vovô
Escola de tantas artes
com passado de montão
chegou na sua pior situação

Jamelão Mangueira.jpg

"QUEM VAI-VAI VER A MANGUEIRA ENTRAR?"
"Quem não gosta de samba, bom sujeito não é: ou é emo, ou funkeiro, ou paulista, ou mané!"

Este artigo é sobre Carnaval. Pode também ser sobre uma escola-torcida, mas se você não é do samba, não vandalize. Seja engraçado e não apenas idiota, ou Sólon Tadeu vai atrás de você!