Movimento esperantista africano

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Escritório Africano de Esperanto tem como tarefas gerenciar o Esperantismo africano, responder consultas, ensinar, publicar boletins de falantes de Esperanto na África e informar sobre o movimento africano. O Escritório Africano fica na Holanda, é claro, os próprios africanos não são capazes de fazer isso.

Inutilidade[editar]

O Esperanto é um bom exemplo da inutilidade do esforço internacional em tenta "ajudar" os pretos. A primeira onda de divulgação do Esperanto na África, aconteceu quando os homens brancos tentaram impô-lo (impor ele, entendeu?) aos negros, mas desapareceu completamente após o fim do colonialismo, e durante duas décadas a África era como terra desconhecida para os alto-falantes de Esperanto. Mas, nos anos oitenta, alguns africano mesmo descubriram o Esperanto, o importado, e começou a espalhá-lo, e desde então o movimento floresceu lá - pelo menos na medida em que floresce em muitos outros países europeus. Os europeus não ajudam, mas principalmente tiram de lá diversos recursos, dinheiro, etc.).