Muminho

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


PoR-Death.gif Muminho já morreu!

Não era sapateiro, mas bateu as botas!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno


Cquote1.png Você quis dizer: Faraó? Cquote2.png
Google sobre Muminho

Muminho, mostrando onde o Emerson morreu! Sabe-se lá quem é esse cara!

Cquote1.png Experimente também: Múmia Cquote2.png
Sugestão do Google para Muminho
Cquote1.png Ai, ai... estou enroladinho por você! Cquote2.png
Muminho usando uma Cantada Infalível
Cquote1.png Eu não! Cquote2.png
Qualquer um usando um Fora Infalível

Apresentação[editar]

Nascido a mais ou menos (tendendo mais para mais do que para menos) dez mil anos atrás, e morto a pelo menos o mesmo tempo de seu nascimento elevado ao cubo (afinal, múmia nunca é "coisa nova") Muminho é a múmia egípícia (não, não é redundância, não existiu mumificação somente no Egito, caso você não saiba por ser burro) presente nas histórias da Turma da Mônica, sendo um personagem exclusivo do cemitério onde vive Penadinho e a turma de mortos-vivos que não tiveram o seu "Descançe em Paz" no final de suas vidas (vai ver que eles não passavam de um bando de hereges e por isso não mereceram nem o Céu e muito menos o Inferno), tendo de ficar destinados ao cárcere eterno dos personagens secundários esquecidos coadjuvantes (que, no fundo, é a mesma coisa das palavras taxadas), tendo que sobreviver (com o pouco que recebem de Maurício de Souza) comendo o pão que o Diabo amassou (sim, nesse desenho até o Capeta banca o padeiro de vez em quando).

Tumba lá cá tumba[editar]

Muminho mandando um salve para o querido leitor Anônimo!

Filho bastardo de Ramsés XXIV com uma puta paga, ex-serviçal da concunhada da visinha da tia de Cleópatra, Muminho (que era "Ramsés XXV") veio exportado para o Brasil muito antes da "descoberta" do paísinho verde-amarelo por Pedro Álvares Cabral, assim que souberam que ele tinha sido o fruto de uma sacanagem relacionamento incestuoso entre o antigo Faraó com a empregada. Chegando aqui, Muminho virou rei do local, sendo adorado como uma divindade, assim como todo Faraó o era no Egito. A única diferença é que aqui só tinha índio, o que não colaborava com a promoção de Muminho para o reconhecimento global, sem falar que os índios brasileiros eram muito ruins em erguer monumentos (e de arquitetura nem se fale), por isso que nenhuma pirâmide funfou por essas bandas em seu nome. Cansado de comer somente peixe e mandioca, Muminho decidiu peregrinar pelo país, tentando formar um império, mas tudo o que conseguiu foi pegar Dengue quando chegou à Amazônia, ficando de cama por um mês, até que seu corpo não mais aguentou.

Querendo morrer dignamente como o grande (?) imperador Adriano que foi e seguindo as tradições de seu país desértico, Muminho (chamá-lo de Ramsés XXV deu tão certo quanto a construção das pirâmides em seu nome) ensinou aos seus escravos seguidores a como mumificar um corpo, pedindo para que, no dia em que batesse as botas, fosse enfaixado da forma como tinha ensinado a eles. Os índios entenderam tudo (ou pelo menos fingiram entender) e somente esperavam a partida de seu senhor para logo fazer uma festa obedecer às suas ordens. Não passado muito tempo, Muminho teve um encontro com a sua primeira amiga do cemitério em que mora hoje (que, afinal, é amiga de todo mundo, já que é ela que guia todos para lá) Dona Morte, que o encaminhou para às portas de São Pedro, apesar de bater com a cara nela e não poder entrar no Paraíso, já que se fazia de Deus quando morava na Terra e escravizada os índio que bem não mereciam isso.

Assim que morreu, o corpo de Muminho foi embalsamado, teve as suas víceras retiradas, foi perfumado e, no momento do enfaixamento, os índios se depararam com uma situação um tanto quanto inusitada, não tinham atadura suficiente para cobrir o corpo do seu presunto Faraó, que media quase dois metros de comprimento. Sabendo que poderiam alargar um pouco a atadura com uma lavada básica, os índios assim proporam, porém, acabaram lavando o tecido em água quente e enrolando a faixa no corpo de Muminho logo depois da lavagem. Como o tecido quando lavado com água quente encolhe, Muminho acabou encolhendo junto, ficando com quase a metade do seu tamanho, isso se não fosse pela sua cabeça maior que o corpo (bom, mas pelo menos a atadura deu que até sobrou). Depois de enterrado com nenhum seus tesouros, Muminho foi esquecido (morreu mesmo! chorar não ia trazer ele de volta). O tempo foi passando e Muminho acabou sendo desenterrado (em um dia qualquer) pela Turma do Penadinho, que precisava do espaço onde estava o sarcófago da múmia para um novo caixão que tinha chego ao local.

Uma Múmia no Cemitério[editar]

Muminho é um amor de pessoa na maioria do tempo, isso quando não tiram graça com as suas bandagens!

Achando que finalmente tinham encontrado o corpo da Dercy Gonçalves com todos os seus pertences (se é que ela foi enterrada com algum), os personagens do cemitério abrem o sarcófago, mas para a sua decepção não passava de somente um amostra grátis de múmia, que foi muito mal enfaixada, por sinal. Como naquele espaço o que não falta é morto falando, Muminho desperta de seu sono eterno e é surpreendido pelos seus novos companheiros de quarto casa, um fantasma sem joelhos, um Homem-lobo com roupas do Chico Bento, um Vampiro vegetariano e um Frankstein com falha de fabricação. Depois de se apresentar (falando que era filho da Cleópatra com Alexandre, o grande, o que pouco interessou aos outros), Muminho acabou integrando o time do cemitério, sendo goleiro considerado o morador mais antigo do local, fora a Dona Morte, que veio antes de qualquer um deles. Apesar de sua nenhuma sapiência, Muminho é uma múmia feita de gato-e-sapato pelos seus colegas de trabalho.

Sempre que o tédio bate às portas do cemitério (o que é muito corriqueiro, visto que o local é meio... bom... morto!) Muminho é a melhor escolha de diversão para os integrantes da Turma do Penadinho, mas não por suas histórias de vida, conquistas amorosas ou impérios conquistados, mas exatamente por seu aspecto mumificado, idade e, principalmente, pelas suas bandagens. Por suas bandagens, Muminho sofre nas mãos de seus (ditos) amigos, tendo que servir como balanço para eles (basta desenrolar um pouco ele e amarrar a bandagem em uma árvore, dá um balanço legal), servir de "bunge-jump" (da mesma forma que o do balanço, mas um depaço de sua bandajem é enrolado na cintura de alguém, que se joga de um barranco) e por aí vai. Além de servir de piadas para os outros, principalmente com a mulherada, que fala que "quem gosta de múmia é traça de museu". Mesmo assim, Muminho tenta relevar tais sacanagens de seus parceiros e tenta ser uma múmia do bem (se bem que ela está mais pra "bem bobão").

Ver também[editar]