Museu de Valores do Banco Central

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O Museu de Valores do Banco Central brasileiro é um local onde são exibidos peças raras de notas extintas ou pouco vistas nas mãos da população em geral. O local é uma oportunidade ímpar para brasileiros que não nasceram na década de 90 verem a tal nota de dez reais de plástico. A matriz fica na sede do Banco Central brasileiro, em Brasília, enquanto as filiais ficam espalhados por outras colcheiras espalhadas Brasil afora e situadas na Sede do PCC, Belzebúzonte, Fraqueza, Hellcife, e Cu-ritiba, todas as sedes citadas em ordem de importância.

História[editar]

O Museu de Valores surgiu em 31 de agosto de 1972 fruto da mesma idéia de jerico que o Fernando Henrique viria a ter 27 anos depois. Só que o governo da época não pensou em construir um milionário navio naufragvel[1], a idéia foi construir um empreendimento onde pudesse abrigar o que de pior passou em termos econômicos durante esses 150 anos (na época) e o que viria nos próximos 50 anos, como por exemplo, uma garrafa de Coca-Cola comprado durante a hiperinflação de 1985 ou ainda um pacote de feijão carioca comprado em 2016.

Acervo[editar]

Entrada do Museu

O acervo do museu conta com várias notas que já foram e ainda são utilizadas no país, desde o Brasil Império até o Império ba nanico.

Ao adentrarmos o museu somos surpreendido pela primeira moeda de troca utilizada pelos portugueses analfabetos que achavam que o país continental era apenas uma pequena ilha, um espelho (€). A cédula valia quase a mesma coisa que o Real (URV) vale hoje e segundo historiadores, esta foi a primeira moeda utilizada para trocas comerciais no país. Em pequenos lugarejos do tão tão longínquo como no Acre, os comércios ainda trabalham baseados na utilização desta moeda de troca. Como o primeiro exemplar foi dado para os índios antes deles utilizarem o artefato para comprar coca na Colômbia, o exemplar que está no museu atualmente foi conseguido justamente no Acre.

O museu também abriga uma série de pedras brutas em uma sala reservada no Museu. Esta sala se situa apenas em Brasília porque diferente de Fortaleza, os ladrões não cavam túneis até la, eles vão andando mesmo, enquanto em São Paulo todo mundo sabe muito bem que peças como esta são disputadas a tapas, tiro, porrada e bomba entre os paulistanos. Apesar da gerência-regional do Banco Central do Brasil em São Paulo não dispor de uma exposição com estas pedras, os paulistas tem a opção de ir poder vê-la em um local ali próximo, na Cracolândia.

Ainda sobre as pedras, o Museu de Valores da capital internacional da corrupção abriga a maior pedra banhada a ouro do Mundo. Por isso o lugar é bastante frequentado por Judeus, Políticos, amantes de futebolistas e outros seres mesquinhos em geral que vão ao local apenas para planejar um futuro furto dessa preciosa pedra. Alguns crackudos da redião central de Brasília, em especial aqueles perebentos que dormem no Setor Comercial Sul, passam próximo ao local diariamente para ao menos sentir o cheiro da pedra, já que são barrados ainda no estacionamento do Banco Central brasileiro.


  1. E que #fail foi aquela desastrosa comemoração do descobrimento do Brasil, em 2000.