Napoleão Valadares

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Asimov-isaac.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

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Epitáfio.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

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Não, não é este Napoleão

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Google sobre Napoleão Valadares

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Napoleão Valadares não é nenhum parente do Napoleão verdadeiro, ele é apenas mais um daqueles que escrevem bobagens semanalmente no jornale que mesmo assim juram ser cronistas, contistas e tudo mais.

Vida[editar]

Napoleão, o falso, nasceu na cidade de Arinos, uma província em Minas Gerais e coloquemos província nisso porque o lugar é muito crítico. Mesmo assim, as escolas de Arinos ainda conseguiam ser melhores (digo, menos piores) do que as escolas rurais convencionais onde Napoleão estudou (já começou mal). Não bastando toda essa miséria e seus péssimos estudos, ele ainda conseguiu levar uma vida pior, mudando-se com a família para Formosa, uma cidade de Goiás que de formosa não tem nada. A coisa estava muito precária em Goiás, pois lá ele mal conseguira concluir o ensino fundamental, então voltou pro inferno de Minas mesmo pra concluir pelo menos o ensino médio, o que já era uma grande conquista, considerando que toda sua família era analfabeta (e depois ele ainda se entitula escritor). Conseguiu, por fim, realizar o sonho de todo goiano, ir para Brasília, a terra dos ladrões, lá conseguiu trabalhar duro e pagar uma propina para entrar na Universidade de Brasília, onde fez o curso de Direito, já começou errado...

Quando universitário, só fez bobagens, primeiro persuadiu alguns colegas pobres como ele a fundar o Correio do Vale, que era um jornal de quinta categoria que circulou nas cidades de Arinos e Buritis, em Minas Gerais, óbvio, nem toda propina do mundo poderia fazer com que essa coisa corresse nos domínios de Brasília. Depois disso ainda foi um dos fundadores e presidente da Associação dos Urucuianos em Brasília, que é uma das mais de oito mil associações que não servem pra nada nesse mundo, teve também a cara de pau de fundar a Associação Nacional de Escritores.

Carreira[editar]

Após se formar, Napoleão, o falso, conseguiu ser muita coisa (nenhuma delas tinha importância, mas foi muita). Exerceu os cargos de Assistente Jurídico da União, diretor da união, advogado máster da união, unidor da união, enfim, união não faltou, faltou talento, porque escritor mesmo ele não conseguiu ser.

Premiado no Concurso Petrobrás de Literatura, no Concurso de Contos Cidade de Cataguases, no Concurso de Contos Cyro dos Anjos (Academia Montesclarense de Letras), enfim, politicagens, inutilidades, entre outros.

Obra[editar]

O que Napoleão fazia para que suas obras fossem publicadas

Escreveu várias coisas, mesmo que ninguém se lembre de nenhuma delas, vamos ressaltar aqui todas, pois não dá parar colocarmos as mais importantes considerando que nenhuma teve qualquer importância.

  • Os Personagens de Grande Sertão: Veredas: O livro O Grande Sertão:Veredas, de Guimarães Rosa, foi um grande sucesso mais ou menos na época de Napoleão, para tentar conseguir alguma fama, ele se aproveitou do livro já escrito e tentou plagiar os personagens, mas mesmo assim não deu certo... Ele definitivamente não nasceu com o dom...
  • Planalto em Poesia (organização e participação): Já é do conhecimento de todos, que grande parte dos brasilienses não faz absolutamente nada, então esses pessoal fica fazendo rabiscos e dizendo que abe escrever, neste livro estão unidas todas as escrituras (e as mau escrituras) dos trabalhadores, ou melhor, frequentadores do planalto (porque trabalhar que é bom ninguém quer.
  • Urucuia (romance): Foi o romance escrito em homenagem à tal associação criada por ele, provavelmente fala de algum assunto indígena e tudo mais, mas como naquela época esses assuntos não estavam na moda, ele não fez sucesso algum.
  • Resposta às Cartas Chilenas: Bem, para quem não sabe, as cartas chilenas fora umas cartas escritas em protesto à inconfidência mineira, mas como todos sabem, grande parte da inconfidência foi uma farsa (inclusive a morte de Tiradentes) logo as cartas também são uma farsa, e essa é a resposta às farsas chilenas.
  • De Gregório a Drummond (organização): Bem, este livro foi mais ou menos um memorando que Napoleão tentou fazer, de Gregório de Matos, até Carlos Drummond de Andrade, ele não precisou fazer muita coisa, na verdade ele não fez nada, só organizou as poesias e sonetos em ordem cronológica... Se não souber fazer isso, pode desistir.
  • Pensamentos da Literatura Brasileira: Foi mais um livro dedicado à literatura, infelizmente os outros autores não gostaram muito desse livro, pois disseram que ele começou a delirar nos pensamentos e a sujar a imagem dos outros autores (mais? Que jeito?).
Os delírios de Napoleão antes de escrever (e durante também)
  • Passagens da Minha Aldeia (crônicas): Bem, ele curtia esse negócio de ficar de rolo com indígenas e tudo mais, mas ele nunca foi a uma aldeia, isso era só para fazer alguma média.
  • Delírio Lírico (poema): Outro nome bastante óbvio, só delirando muito pra escrever tanta baboseira quanto o conteúdo desse livro. A coisa não tem nada a ver com lirismo, tem a ver apenas com os delírios mesmo.
  • Vida Literária (teatro): A primeira peça de teatro criada pelo autor, pelo título dá logo para perceber que se trata de um drama, pois nada pode ser mais dramático e trágico do que a vida literária, ainda mais a vida de um daqueles que fracassou em seu objetivo de ser escritor.
  • Animal Político (teatro): Essa é muito óbvia e talvez a obra mais inteligente de toda a vida de Napoleão. Ele viveu por bastante tempo em Brasília, foi o suficiente pra saber de todas as falcatruas da politicagem. Sem dúvida a casa da ladroagem rendeu muito assunto para o autor.

Ver Também[editar]