Naviraí

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Município de NãoViraAí
"Cidade-roça"
Bandeira de Naviraí.png
Bandeira
Aniversário 11 de novembro
Fundação Abril de algum ano aí
Gentílico nãoviraíense
Apelidos O Traçado urbano mais tedioso do Brasil
Localização
Localização de NãoViraAí
Estado link={{{3}}} Mato Grosso do Sul
Mesorregião Paraguai de Mato Grosso do Sul
Microrregião Iguatemi e Demais Roças
Municípios limítrofes Jateí, Itaquiraí, Iguatemi, Juti, Alto Paraíso, Icaraíma e Querência do Norte
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Muitos km²
População 1 milhão de bois e pessoas misturadas hab.
Idioma Não disponível
Clima Não disponível

Cquote1.png Você quis dizer: Não Vire Aí Cquote2.png
Google sobre Naviraí
Cquote1.png Será que saímos do Paraná? Cquote2.png
Paranaense perdido em Naviraí com sua família
Cquote1.png Me sinto em casa! Cquote2.png
Bandido gaúcho fugindo da polícia
Cquote1.png Muito pequena! Cquote2.png
Campo-grandense decepcionado com Naviraí
Cquote1.png Naviraí é o quintal de Dourados! Cquote2.png
Douradense se achando em Naviraí
Cquote1.png Isso é um shopping ou uma galeria arrumada? Cquote2.png
Paulistano sobre o Shopping Oriente
Cquote1.png Você não traiu movimento nenhum véio. Aliás você não tem movimento! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Naviraí
Cquote1.png Putz, que merda arrumadinha é essa? Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre Naviraí
Cquote1.png Que cidade Fedorenta! Cquote2.png
Pirajuense em campanha em Naviraí
Cquote1.png A gente já chegou? Cquote2.png
Burrodo Shrek a caminho de Tão Tão Distante

Naviraí (do tupi-riquita, dialeto perdido das tribos nativas dizimadas pelos desbravadores gaúchos-bahtchê, «ɴǣ» «não» «ʊȉɍǽ» «virãe», literalmente «Não vire aí») é mais uma dentre tantas cidades secundárias de Mato Grosso do Sul. Trata-se de um pequeno sítio localizado no interior da reserva florestal Mato Grosso do Sul. O lugar foi nomeado pela UNESCO em 1999, a mais desinteressante das 957 Porcarias do Mundo Esquecido. Atualmente é rigorosamente patrulhada pela FTEGEMC (Força Tática Especial do Grupo de Escoteiros Mirins do Bosque), e pelo DOF (o BOPE é fichinha perto deles), tudo para manter a cidade a mais tediosa o possível.

História[editar]

Inicialmente só uma fazenda exploradora de recursos naturais, mas após a Guerra do Paraguai, tornou-se a segunda maior cidade do Território Federal de Ponta Porã antes do Paraguai desistir da ideia senil de desejar aquele charco e ceder ao estado de Mato Grosso do Sul, recusado também pelo Paraná.

Os antropólogos que estudaram a remota história da região afirmam que o nome da cidade foi atribuída porque a civilização asteca e o restante dos povos do globo, consideravam-na um vale amaldiçoado pelo Zebú (tétravô do boy Bandido) e frequentemente recomendavam "Não Vira Aí".

Um bairro novo de Naviraí, totalmente bem planejado, basta ver a condição da rua que provavelmente foi projetada com responsabilidade por pessoas profissionais.

A cidade que tanto se orgulha de seu planejamento e organização, tornou-se alvo do noticiário nacional no final de 2015 em virtude de danos típicos de zonas de pouca ou nenhuma organização. Após uma chuva que cai todo ano uma cratera de 15 metros de profundidade surgiu no meio de Naviraí. Geólogos descobriram que tal localidade, tal qual a Falha de San Andreas, é apenas o encontro de duas placas tectônicas e que portanto o governo municipal não tem a menor culpa de tal tragédia natural e imprevisível.

Geografia[editar]

Localiza-se a uma latitude 23º03'54" sul e a uma longitude ?º?'?" a oeste do nada. O ponto mais alto do vilarejo é a Pica o Pico do Morro do Macaco (onde as balas perdidas se encontram), que fica majestosamente a 1074,51 metros abaixo do nível do mar, ou seja, precisamente à dois metros do Inferno (vulgo Buracão). É um local de difícil acesso onde alguns bravos aventureiros perderam a vida. Deste ponto é possível, quando não encoberta por densas nuvens da marofa de bagulho e pedra, ver toda a extensão da grande merda que é o lugar.

É banhada a leste pelo rio Amandaí, para onde se "amanda" todo o resíduo industrial das uniplurimultinacionais améri-cana de açúcar & goró-pra-indio-bebê, com o nobre objetivo de cevar os bagres verminolentos que vivem enterrados no lodo radioativo impregnado no seu leito rançoso. Além do rio referido também é cortada ao meio, como uma jaca podre, pelo não menos podre e fétido, o Córgo do Tôro, paisagem exuberante na qual é comum topar com «inchadus corpus humanus» a boiar suavemente entre pneus e sofás, essa é um espécie de pós-mamíferos que encontraram no córrego habitat ideal para se reproduzir.

Economia[editar]

Mercadoria para exportação devidamente separada

A monocultura de índios constitui a base da economia nãoviraiense. O brejo tem o maior complexo industrial brasileiro produtor de sangue indígena a partir da cana-de-açúcar. Em 1954, a liga formada pelas cidades, Ponta Porã, Eldorado, Navirai, Itaquiraí e Sete Quedas (PENIS), uniram-se para então consagrarem-se os maiores produtores de sangue indígena de todo o mundo. Produzindo a invejável quantia de 1,9 milhões de m³ num só dia, marca esta apenas superada pelos portugueses nos anos de exploração.

Os índios regionais são matéria-prima de excelência ímpar, nada se desperdiça. O sangue é exportado principalmente para Transilvania (98%), (Conde Drácula é o mais ilustre apreciador de cocktail indígena), os restantes 2% é doado para veterinários haitianos. Os ossos são triturados e embalados em sacas de 50kg (correspondente a 26,2 índios), e exportados para o Círculo Polar Ártico, numa região habitada por esquimós agricultores produtores Marijuana utilizam para fertilizar o gelo. A carne é embalada e envida ainda fresca para a China (neste pais a carne de índio é a base alimentar de 76% da população, ou seja, 1.338.612.968 habitantes antropofágicos; era também o prato prediléto de Mao Tse-tung).

A vila Nãovirai está localizada em um ponto privilegiado do globo e por isso é principal via de escoamento de mercadoria do hemismerféio sul. Por ali passam todos os santos dias e feriados toneladas e mais toneladas de maconha, cocaína, heroína, anfetamina, aspirina, crack, cola-de-sapateiro, trêsointões, maconha, escravos africanos, araras-azuis, bandos e contrabandos, et ceteras, mico-leões-dourados, araras-bordeaux, bombas nucleares, prostitutas cubanas, etc e tal, com destino à Europa, Estados Unidos e Micronésia.

População[editar]

A popupoluição nãoviraiense é constituída por quatro tribos de costumes bem distintos. São eles: cowboyolas e sua versão genérica agroboyolitas, os playboyolas, os malákos e os emorróidéticos.

Os cowboyolas (ou agroboyolitas) são seres que mascam fumo de corda extraído das fezes de cavalos e fumam cigarros de pentelho enrolados em palha. Além disso são distinguidos pela prática de uma modalidade desportiva designada Prova de Laço, na qual montados uns nos outros laçam inofensivas ovelhas para satisfazer suas necessidades sexuais. Tratam as mulheres como vacas de tetas cheias na hora da ordenha. Embalados por cachaça curtida com cipó e sêmen bovino, eles pilotam em completa embriaguez suas carroças vociferando vez ou outra "Aoooooooo trêêmm bãããoo" para as cadelinhas no cio que peregrinam em grupos pelas trilhas de terra batida, e é claro, sempre acompanhados do som melancólico do estilo musical que lhes é característico, o cornosmansejo. São dotados de uma indumentária própria que usam dia e noite, mesmo no banho e na hora de dormir, para identificarem-se uns aos outros. Calça "Zins" profunda-funda-fundamente-funda atoxada no rego (e que causa escaldantes assaduras) e apertada de tal forma na região dos testículos que ao segundo mês de uso contínuo são obrigados a amputa-los (ritual de passagem) às colheradas (daquelas de sobremesa), também usam chapéu à moda améri-cana de açúcar (quanto maior melhor, pois o amigo faz o "trabalho" ao outro na sombra). Em razão da amputação, usam um frigideira cromada cravada com a imagem dourada da Santa Gônada de Faltame, protetora dos capados, para camuflar a ausência de volume escrotal. Das assaduras, apesar de usarem como tratamento um supositório natural a base de mandioca, provém seu andar arquejadamente original. Camisa xadrez, corsimcornão, estampadas com flores, mas sempre surradas e suadas (a catinguera no "subaco" quanto pior, melhor). Butina de cano alto cozida com coro de ratazana para proteger de picadas de lagartixa. São também exímios criadores, procriadores e molestadores de gado e afins.

Os playboyolas é outro tipo de habitante local. Nesta tribo incluem-se os japororôngas, é elite que se auto-intitula "Donos do Pedaço" de merda. Casta de indivíduos egocêntricos e narcisistas, donde provém todos os caciques, curandeiros e conselheiros da comunidade. São detentores do comércio local, vendem todo tipo de quinquilharia importadas do Paraguai. São consumidores compulsivos de uma mistura alucinógena de uísque falsificado com uma bebida energética derivado do óleo de peroba, ingerem grandes quantidade antes e durante os rituais festivos (sempre privadas -no sentido sanitário da palavra-, só para V.I.Ps), no qual, em completa liberdade entre os seus, despem-se completamente dos trajes de grife e praticam extensas e calorosas orgias incestuosas. Os mais jovens deixam o vilarejo para aprender com povos de outras vilas a serem mais burros do são. Lá gastam o dinheiro que lhes é confiado pelos "pais-pais", destinado à comida e aluguel, em festas e bebidas durante a semana, e depois, aos finais-de-semana e feriados regressam à terra natal para provar que realmente emburreceram muito mais, e é claro, torram mais gasolina e dim-dim dos pais-pais. As mulheres (pirainhas praticinhas) aos doze anos já começam se enfeitar, passam urucum na beiçola e usam roupas extravagantes feitas com pele de jaguatirica e pena de pavão para atrair parceiros entre os jovens da sua casta, (eles não se misturam com as outras castas, pois as consideram "cocô") no entanto só ao termino da adolescência, aos 20 anos, depois de ter experimentado cada membro de cada membro do seu grupo, só então decidem fazer o mesmo por mais 20 anos, agora completamente livre de pudores noutro vilarejo qualquer ondem não lhes chamem de vaca. Têm, assim como os cowboyolas uma atração irresistível por postos de gasolina (elas, especialmente pela gasolina).

Os Malákos, segundo diz a lenda, posteriormente confirmada pelos pelos estudiosos do IPBCFCMS (Instituto de Pesquisa sobre Batedores de Carteira Favelados Corinthianos Maloqueros e Sofredores), a tribo dos malakos é proveniente dos grandes morros e encostas do Rio de Janeiro. Esta tribo ocupou a região aproveitando-se da ingênua hospitalidade, amorosidade e viadazelagem dos gaúchos-batchês, que não faziam mais além de levar no rabo entre chupadela no na cuia de chimarrão, e uma cavalgada no caralho cavalo. No mesmo dia de sua chegada, os malákos levantaram os barracos e puxadinhos, e ainda nesse mesmo dia "quebraram o barraco", fizeram samba na lage, e um puta baile funk com direito a rajada de fuzil pro ar.

Educação[editar]

  • UEMS: Universidade Emo de Mato Grosso do Sul: falido pólo de educação de nível inferior superior, oferece cursos de direito, química e tecnologia em alimentos. O primeiro curso é formado de 90% de alunos policiais ou pessoas velhas que já ganham a vida de alguma forma, os outros jogaram na mega-sena (vestibular da UEMS) e caíram de para-quedas nesta maravilhosa instituição de ensino. A unidade ainda não tem professores, e as aulas são ministradas por falidos advogados da cidade que todo ano choram imploram para dar aula e complementar a sua renda mensal.

O curso de química é formado na sua maioria por pessoas burras que ficaram com medo de fazer vestibular para direito por causa da concorrência. Eles odeiam os alunos de direito, e dizem que estes tem sangue azul, porque eles não se misturam. Dos 40 alunos por sala, apenas 1 consegue se formar. Já o de tecnologia, geralmente são tão burros, que entraram no curso somente por falta de escolha e após a faculdade implorar que fizessem a matrícula.

  • UFMS: Existe dois cursos lá, Pedagogia e Ciências Sociais ( administração foi incluso, afinal é preciso ter um curso desse para administrar os botequinhos da esquina) ótimos cursos para a cidade que é o centro de animais invasores de hospitais particulares (malditos burgueses). Está localizada na rodovia que vai para "I vi uma ema", depois do falido frigorifico.
  • FINAV: Falta algumas informações.... mas geralmente é composto por marginais burros, que não passam em nenhum vestibular público e vão pagar a faculdade através do crime.
  • ANHAGUERA: Centro privado de ensino a distância (sabendo que existe outras faculdades na cidade), é quase um telecurso 2000, só que pago e laranja.

Transportes[editar]

Naviraí, não tem circular (faliram), mas tem motos-táxis. Não existe nada melhor, que um moto-táxi, você corre risco de vida a cada corrida, o capacete amassa seu cabelo e ainda leva uma "facada" na hora de pagar, em média 6,00 (Pé-de-fora/Centro ou vice-versa). Assim, a cidade é cheia de endividados que como não querem andar de moto-táxi, compram motos e carros em 196x e depois não tem dinheiro pra pagar!

Urbanamente, Naviraí tem um mapa em formato de teia de aranha, e por algum motivo os seus habitantes se orgulham de suas ruas cheias de espaço devido à ausência de carros e população.

Esporte[editar]

Naviraiense campeão da taça Buraquinho de jogo de peteca

No esporte, a cidade conta com o supercampeão Naviraiense no futebol profissional, que têm como principal título, a derrota para o Santos pelo simples placar de 10 a 0 em um único jogo, e 11 a 0 no agregado.

A competição mais famosa da cidade é a Copa-Chama de Futsal, onde ninguém sabe quem é o vencedor porque todos ganham medalhas de participação. Tem também o supercampeonato de futebol suíço na AABB. Mas não há informações sobre isso

O basquete também é muito tradicional, formados por jovens atletas desmiolados promissores, que acham que são donos da cidade porque é o único esporte amador que a prefeitura panca os malditos patrocina.

Tem também a famosíssima quadrilha de festa junina, ocorrida geralmente em julho, quase agosto, por idosos da 5ª idade, com narrações ilustres de professoras com voz de taquara rachada que ninguém entende absolutamente nada o que elas falam porque além da dicção ser uma bosta, o som rola muuuuuito alto e o microfone muito baixo, mas também não importa, os veios não entendem mais nada mesmo e quem assiste não vê a hora daquilo acabar.

Nãovireí tem a tradicionalíssima corrida de carriola, ocorrida em algum lugar da cidade, ninguém sabe bem ao certo, porque geralmente é feito as escondidas e se a polícia pega pode dar bufa!

Ainda, Nãoviraí conta com a etapa da Fórmula Busão, uma excitante corrida de ônibus escolares, ocorrida nas madrugadas, com início no trevo das araras, passando pelo Morro dos Macacos. O atrativo da corrida, são as pedras jogadas nos ônibus pela plateia, formada por jovens promissores, em fase de formação criminal. Se os busões derem mole, as pedras quebram suas janelas, fazendo com que a corrida seja pura adrenalina.

Turismo[editar]

Nãovirai, Monumento "Os Tucanos", em horário de almoço.

O principal ponto turístico de Nãoviraí é o Paraguai, que fica a pouco mais de 100km dali onde pode-se comprar muambas baratas para depois revender em algum outro lugar como sacoleiro.

Todavia, há algumas atrações na cidade em si:

  • Parque ecológico do Sucupira (nome lindo demais) ou popular "Buchódromo" ou "Estica véia" é um local onde os frequentadores podem se deliciar tomando banho (escondido) ou dar uma excitante caminhada. Ou até fazer um maravilhoso sexo de baixo dos pés de manga atrás da quadra de areia.
  • Trevo dos Tucanos e Trevo das Araras - Não tem nada la, só consta aqui pra dizer que a cidade tem algumas opções de lazer. Só é o melhor local da cidade, pois simboliza que você sabe que está indo embora!
  • Trevo do Boi - Local onde você pode fazer uma diferente atividade de tirar leite de boi.
  • Balneário: Também chamado de "lameário", foi construido onde a tribo dos Malakos possa desfrutar de uma linda paisagem do corgo do touro logo abaixo, e eventualmente também dar um belo mergulho no esgoto lago que existe lá, já que antes era uma represa e matava mais que os tiros na frente de creche.