O Grande Crash dos Videogames

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Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 80's!
Se você NÃO é daquela época, ligue para (11) 9 8080-8080 e diga: "Oi, tenta crescer!"

O Grande Crash dos Videogames faliu!
Cows1.jpg Nem o BNDES quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.


Cquote1.png ET... Telefone... Minha casa... Cquote2.png
ET sobre O Grande Crash dos Videogames

Cquote1.png Manhê, compra um Atari pra mim? Cquote2.png
Pivete sobre Atari

Cquote1.png Ah, não, vou comprar esse outro aqui! Cquote2.png
Mãe do pivete sobre Atari

Cquote1.png NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO, eu quero o Atari! Cquote2.png
Pivete sobre Atari

Cquote1.png Mas não é tudo a mesma bosta? Cquote2.png
Mãe do pivete sobre Atari

O Grande Crash dos Videogames foi um grande evento que ocorreu quando várias empresas de videogame decidiram competir pra ver quem fazia mais merda.

A Ameaça Fantasma[editar]

Pacman fugindo de vergonha de sua versão para Atari 2600

Tudo começou nos idos anos de 1900 e Guaraná com Rolha, quando os videogames não passavam de um monte de pixels piscando na tela psicodelicamente. Nesta época, surge uma pequena empresa chamada Atari, que começa a vender sua caixa de sapatos disfarçada de console, o Atari 2600 (não me pergunte como eram as 2599 versões anteriores). Com sua incrível capacidade de exibir até QUATRO cores simultâneas na tela, uma coisa espetacular jamais vista antes, ele logo se tornou febre (para as mães que tinham que aguentar aqueles apitos infernais que saíam do trambolho) e todo pivetinho queria ter sua própria caixa de sapatos, digo, seu próprio Atari. Logo a Atari encheu a bufa de grana e passou a lançar jogos às toneladas todo dia, para ganhar ainda mais grana dos trouxas pivetinhos.

O Ataque dos Clones[editar]

Ô mãe, qual desses é mais legal?

Com a Atari ganhando rios de dinheiro, é lógico que mais um monte de empresa resolveu descolar uma grana fácil criando videogames. Assim surgiram novos artefatos disfarçados de console para competir com a caixa de sapatos da Atari. Desde bandejões até tabuas de passar roupa, logo as lojas ficaram entupidas de tranqueiras. Ninguém podia mais reclamar de falta de opções, já que haviam consoles fajutos para todos os gostos. Você podia comprar um poderoso Odyssey 2 para jogar Jogo da Velha e outros jogos do mesmo naipe em um trambolho de 16 toneladas com Mais de 8000 teclas, das quais você não usava nenhuma. Ou então você podia comprar um maravilhoso Colecovision e jogar as mesmas merdas do Atari 2600 e jogos de fliperama, porém agora com inimagináveis OITO cores simultâneas.

A Vingança do Sith[editar]

Enfim, com trocentos consoles diferentes concorrendo no disputadíssimo mercado de trambolhos disfarçados de videogame, a Atari percebeu a ameaça a seu trono e então decidiu tomar providências, lançando seu novíssimo console cara-de-pau, o Atari 5200, que vinha com um brinde extra, dois controles estragados totalmente de grátis e vários jogos iguais aos do Atari 2600, só que um pouco mais coloridos e mais bonitos. Resultado: não mudou bosta nenhuma, e entravam cada vez mais empresas querendo um pouco da grana que tava rolando. As prateleiras das lojas ficavam cada vez mais entulhadas de tranqueiras, e o povo passou a parar de comprar essas merdas.

Uma nova esperança[editar]

Este também é um Grande Crash dos Videogames, mas não é a ele que este artigo se refere.

Com o aumento na queda das vendas, as empresas de videogames decidem fazer algo até então impensável: propaganda! Nem é preciso dizer que eram uma mais ridícula que a outra!

Para atrair mais pivetinhos e nerds para comprar suas porcarias, as empresas começam a investir em jogos que diziam que eram pornográficos, mas que não passavam de mais um monte de pixels piscando na tela.

Se você procurar bem no meio do deserto do Arizona, você ainda acha essa bomba em forma de jogo chamada ET. Se bem que é mais fácil baixar a ROM na internet e jogar no emulador. Mas pra que alguém iria querer jogar isso?

O Império Contra Ataca[editar]

As empresas de videogames se atolavam cada vez mais no buraco, e as lojas continuavam abarrotadas de lixo. Foi então que a Atari decidiu fazer um jogo baseado em filme. A vítima escolhida foi A Lagoa Azul, devido ao seu grande sucesso nos cinemas e as grandes possibilidades que a história do filme poderia proporcionar de jogo. As possibilidades eram tantas que os programadores preguiçosos da Atari decidiram deixar de lado essa ideia e escolher um outro filme para ser convertido que desse menos trabalho. A vítima dessa vez foi o filme ET. Então após árduos 30 minutos, o jogo do ET finalmente está pronto e logo é produzido em massa, entupindo os estoques das lojas mais uma vez. Resultado: ninguém comprou a merda do jogo e a Atari se ferrou legal, levando todas as outras empresas para o buraco junto com ela. Morta de vergonha, a Atari pediu arrego e pegou todos os cartuchos do ET e enterrou no meio do deserto, pra que ninguém jamais jogasse isso.

O Retorno de Jedi[editar]

Miyamoto e seu segredo para ganhar grana.

Graças aos esforços da Atari, ninguém gostava mais de videogames. Se alguém ousasse proferir a palavra “videogame” em público, essa pessoa era imediatamente alvejada com uma saraivada de tiros, tamanho era o estrago causado pelo Grande Crash. Porém, alguns anos depois, do outro lado do mundo, um tiozinho que acompanhou toda essa guerra decidiu mostrar para todos esses losers que causaram o crash como é que se fazem jogos de verdade. Esse tiozinho, um cara bastante desconhecido que ninguém ouviu falar chamado Shigeru Miyamoto e toda sua equipe da Nintendo inventa o Nintendinho, uma caixa de plástico que também funcionava como videogame. E com ele foi lançado o Mário, um jogo inovador que conta a história de um encanador bigodudo que pegou a sua namorada atrás do armário. Apesar dos olhares tortos, ele consegue convencer os trouxas, que logo esgotam os estoques das lojas. E a história acaba com esse final feliz (menos pra Atari).

v d e h
O Grande Crash dos Videogames quer dizer GUERRA!!!
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