Onça da mão torta

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Rambo.jpg Bem-vindo à selva!

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Toda a beleza da Onça da mão torta expressa nesse belo quadro.

A Onça da mão torta é uma onça que tem a mão torta, mas como onça não tem mãos e sim patas, já dá pra perceber o nível de lenda que vamos estudar. Esta é uma lenda muito comum na região Centro-oeste do Brasil, e mais divulgada nos estados de Goiás e no Distrito Federal, visto que a falta do que fazer e do que pensar só é proporcional à quantidade de ladrões e pescadores nessa região.

O que diz essa parada?[editar]

Bom, essa história só não é mais esdrúxula por falta do conhecimento indígena em seu conteúdo, mas creio que não é necessário um índio para que essa merda fique tão sem noção quanto as que são contadas por eles. É uma lenda passada de pai pra filho de geração a geração, mas recentemente perdeu a força já que o Orkut e o MSN assumiram o lugar que era pra ser dos pais e das histórias da carochinha.

Dizem os habitantes da região que se trata de uma onça muito, muito, mas muito grande mesmo e que tem uma das patas dianteira torta. É tipo uma onça Garrincha, muito habilidosa e uma bebum de plantão. Essa onça seria a encarnação de um fazendeiro muito mal, que havia feito pacto com o Tinhoso. Esse fazendeiro tinha as pernas tortas também, mas tortas que a do Romário, quase se assemelhando à do Curupira. Esse fazendeiro era um cara cruel, muito cruel, que matava qualquer um que olhasse para ele, que batia nas criancinhas, que atropelava as velhinhas que atravessavam a rua, e demais maldades típicas de um meliante carioca.

Logo que esse filho do capeta morreu, essa onça apareceu, tocando o terror nas florestas mais próximas. Os animais preferiam serem capturados por contrabandistas bolivianos a ficarem mais um minuto na mesma selva que ela. Então, como castigo de alguma entidade, essa onça ficou com a pata torta pra sempre, até os dias de atualmente.

Por se tratar de uma reencarnação de um espírito maldito essa onça vive e age como se fosse um espírito, e apesar de não ser, dizem que ela não pode ser morta. Claro que ela não pode ser morta, pois se assim fosse, alguém inventaria uma outra história dizendo que ela morreu e não existiria mais lenda. Nem esse artigo.

Ver Também[editar]