Ondulatória

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Ondulatória é a área da tortura psicológica aplicada em diversas escolas ao redor do planeta Terra, conhecida pelo nome de física (que ironicamente por mais que o nome da desgraçada seja física, a tortura só acontece psicologicamente). Nesta área é estuda um fenômeno, desgraça, Ronaldo, praga, maldição, ou o que quer esse caralho seja conhecido pelo nome de ondas, que pela definição estudada durante séculos, onda é tudo aquilo que transporta energia sem transportar juntamente matéria. Pronto, já sabemos o que diabos seria uma onda, podemos parar por aqui? Não, pois ainda falta seu professor encher seu saco com definições e ideias inúteis, que muitas das vezes sem faz um pingo de sentido (mentira, eu que sou burro mesmo)...

História[editar]

Seria essa uma onda mecânica ou uma onda radical?

Há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante, mais precisamente na galáxia do Rio de Janeiro, um cientista cruel, sádico e cruel, conhecido pelo nome de Paulo Freire (eu sei que só os bolsominions falam mal dele, contudo sejamos todos bolsominions hoje para que essa piada faça sentido), estava em sua missão de foder com a educação brasileira, ou até talvez, a educação mundial. Entretanto, ele já não tinha mais ideias de como chegar a tal patamar. Porém, num belo dia, Freire parou e pensou: Cquote1.svg E se eu criasse uma matéria escolar inútil, mas que fosse chata pra cacete e fizesse com que os alunos fugissem de lá? Cquote2.svg. E foi assim que a ondulatória foi fundada... Eu sei que ondulatória é muito mais antiga do que esse quatro-olhos barbudo, é que na verdade estamos falando do primeiro Paulo Freire, aquele Paulo Freire o qual serviu de inspiração para os pais de Paulo Freire darem a ele o nome de Paulo Freire. Sim, é muito Paulo e muito Freire junto ao mesmo tempo... Contudo, o que esse Paulo não esperava era que a ondulatória fosse levada a diante como algo sério, e hoje em dia ela tem várias repartições, como por exemplo a acústica, que trata do som, uma onda mecânica, e por ai vai...

Tipos de ondas[editar]

Hoje em dia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (por mais que o IBGE fosse brasileiro e de geografia, todas as outras organizações estavam ocupadas fazendo outra coisa, então acabou sobrando para o nosso pobre e coitado IBGE, até porque ele só faz pesquisas a cada 10 anos), existem dois tipos de ondas: as mecânicas e as eletromagnéticas. As ondas mecânicas são aquelas ondas se propagam em meio mecânico, ou seja, nos Transformers, nas oficinas carros, nos robôs e etc. Contudo, elas também são capazes de se propagar em qualquer meio material, que é basicamente tudo menos a sua namorada, porque ela não existe...

Já as ondas eletromagnéticas são ondas formadas a partir de pactos satânicos entre um campo magnético, um campo elétrico e um campo de futebol. Graças a tal origem inusitada, as ondas eletromagnéticas conseguem se propagar no vácuo dentro da cachola dum cidadão que tenha assistido todos os episódios de Grey's Anatomy. Com isso, elas também conseguem se propagar no meio materialista, ao contrário das ondas mecânicas só conseguem se propagar nesse meio.

Características das ondas[editar]

Apenas uma imagem para dar um ar intelectual ao artigo.
  • Amplitude: É basicamente a altura de uma onda, ou seja, aqueles "arcos" das ondas, quanto maior eles forem maior é a sua amplitude. Uma curiosidade é que, quanto mais Nescau (NeScaU, ENerGIa QuE Dá gOstO!!) você der a uma onda, maior será sua amplitude.
  • Crista e Vale: Crista é o feminino de cristão, só que sem o til, e vale é aquela desgraça que afundou a cidadezinha de Mariana na merda. Porém, nesse caso, crista é a parte mais alta da onda e o vale é a parte mais baixa da onda. Agora, como os cientistas sabem diferenciar um do outro, ou se ela está de cabeça pra baixo ou não, não me pergunte.
  • Comprimento de onda: É a distância entre dois Del Valle ou entre duas cristas de um cavalo, ou nesse caso, de uma onda. Essa porra em certos momento é uma desgraça de ser medida, bugando na maioria das vezes a cabeça dos alunos, e portanto só serve para reprovar estudante...
  • Período: É o tempo gasto até a onda dar um passo, ou seja (quantas vezes eu já escrevi essas duas palavras?), quando um vale sobe e vira uma crista, e quando uma crista desce e vira um vale, se é que você me entende... Segundo os cientistas cheirados de pó de suco Tang, um período também é o tempo gasto para completar uma oscilação, que é a mesma merda descrita atrás...
  • Frequência: É o número de oscilações, subidas e descidas na boquinha da garrafa, a cada 1 segundo, ou a cada 1 minuto, ou a cada 1 hora, ou a cada 1 dia, ou a cada idiota que perde seu tempo lendo isso...

Propriedades das ondas[editar]

  • Interferência: Digamos que de um lado venha uma onda, e do outro venha mais outra na mesma direção. Interferência é quando as duas meio que se chocam-se uma na outra em si mesmas, causando um pane no sistema (alguém me desconfigurou). Esse pane no sistema pode mudar a depender das situações, pois se for uma onda maromba bodybuilder alta pra gota com outra onda altona, ela gera um Megazord ondulatório, porém se for uma onda nanica e outra gigante as duas se anulam.
  • Polarização: Digamos (mais uma vez) que você esteja correndo de bicicleta pela primeira vez depois de seus dois neurônios o terem capacitado milagrosamente para algo de útil que não seja ver hentai. E você vem com tudo, até que, no meio do caminho tinha uma pedra havia um corredor muito apertado, e você teve de descer a bicicletinha da Barbie e andar em linha reta com ela. Isso é basicamente polarização de onda: quando uma brecha pequena obriga a onda a se mexer por apenas um único plano.
  • Difração: Escrevamos (tentando inovar dessa vez) que aja também uma brecha muito apertada, mais apertada do que a calcinha daquela gostosa na praia, de tão pequena que consegue ser menor que o comprimento de onda da... onda, obviamente... Desse modo, não me pergunte porque, a onda ao invés de ir em linha reta, acaba indo em todas as direções possíveis, como o símbolo do wi-fi.