Pantera Negra (filme)

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(pelo menos foi o que a Veja disse)

Material verídico: Use com moderação.
Black Panther
Nigger Panther
Pantera Afrodescendente (BR)
Tentativa Desesperada da Marvel em ser Inclusiva (PT)
Weedkanda.jpg
Poster do filme
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
2018 • Preto • mais de 2 horas
Direção O cara que dirigiu Creed
Produção Marvel na Disney
Produção executiva Kevin Faig
Elenco Chadwick Boseman como Pantera Negra
Michael B. Jordan como Adonis Creed
Letitia Wright como filha do Obama
Martin Freeman como Bilbo Bolseiro
Andy Serkis como Gollum
Danai Gurira como Michonne
Gênero Crítica social foda


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Fãs de Erik Killmonger, proibindo nerds brancos de irem ao cinema

Pantera Negra é o quinquagésimo filme da Marvel Studios dando sequência a seu universo compartilhado que depois de tratar de assuntos tão diversos como a história de um bilionário alcoólatra caucasiano que cria uma armadura, um caucasiano virgem de 100 anos de idade que luta contra os nazistas, um deus nórdico caucasiano que namora várias caucasianas, um órfão caucasiano que tem aventuras hilariantes no espaço com um guaxinim, um caucasiano que encolhe e um mago caucasiano, percebeu que precisava contar a história do primeiro super-herói negro (sem contar Blade) para assim agradar os Social Justice Warrior.

Amplamente premiado, o filme do Pantera Negra inaugurou uma nova era no Oscar. Graças à sua popularidade de 100% de avaliações positivas em reviews da internet, a Academia criou uma nova categoria chamada "Melhor Filme Popular sobre Minorias Empoderadas" onde todos os filmes de afrodescendentes, homosexuais, mulheres, pessoas com HIV, etc. entrariam. Para encurtar, eles decidiram chamar a categoria de "Melhor Filme". Pantera Negra obviamente competiu por ter personagens afro-americanos como protagonistas, coadjuvantes e terciários, entretanto naquele ano um filme duplamente inclusivo, Green Book, é que ganhou esse Oscar (o protagonista além de negro era gay). O que o filme do Pantera Negra ganhou foram alguns prêmios de filmes da MTV, o que os deixou muito constrangidos e também alguns prêmios de consolação irrelevantes do Oscar.

Produção[editar]

Como todos os gastos de produção deste filme iriam para a criação de algo inexistente: Uma nação africana riquíssima e tecnologicamente avançada, os gastos em cenografia forçaram os produtores executivos a pouparem o dinheiro no elenco, não chamando nem Eddie Murphy e nem Wesley Snipes. Para a direção também houve aperto de gastos e por isso chamaram um novato para ser o diretor, o tal Ryan Coogler. Mas como é um filme da Marvel, não é necessário nenhum diretor, já que o Kevin Faige é quem decide tudo no final mesmo.

Recepção[editar]

Pantera Negra teve uma recepção muito positiva pela crítica e pelo público. Muito desse sucesso se deve ao fato do filme ter sido lançado após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, pois todos se perguntavam de onde surgiu aquele afro-americano príncipe wakandiano vestido de Batman de sex shop que apareceu para dar porrada no Soldado Invernal. Com base nesta aparição e depois o marketing pesado no anúncio de que o filme teria apenas atores negros, os espectadores logo acreditavam que figuras como Eddie Murphy, Will Smith e Denzel Washington iriam aparecer, o que não foi ao caso, mas aí todo mundo já tinha ido aos cinemas.

O filme foi um estrondoso sucesso nas bilheterias porque as pessoas iam ao cinema ver o filme quatro ou cinco vezes para se sentir mais inclusivo e também achando que aquilo poderia ser algum recado para dizer que estavam contra o Donald Trump e em favor de Obama, o que obviamente não importava nem para Trump ou Obama, mas o fato é que os produtores da Disney viram o seu rendimento crescendo graças a essa bobagem política e fomentaram ainda mais essa richa. Tudo enquanto diversos africanos famintos começaram a procurar por uma cidade tecnologicamente superior em seus territórios, a qual não foi encontrada, somente Uganda onde encontraram rinocerontes que acabaram no mercado negro, assim eles pelo menos ganharam um dinheiro.

Enredo[editar]

O Ciclo sem Fim[editar]

Milhões de anos atrás, antes que houvesse vida humana na Terra, caiu um aerolito estranho no meio da África, um objeto formado a partir de um material alienígena estranho chamado Vibranium, um metal mágico que em vez de extinguir toda a vida na Terra modificou a vegetação garantindo às plantas propriedades alucinógenas, o que anos depois beneficiaria as tribos que ali residiriam. Estas tribos descobririam que vibranium não era apenas um material resistente para construir armas, mas também a chave para um progresso tecnológico ilimitado, e por alguma razão aparente... não totalmente clara... também condutor de alterações biológicas. A vegetação exposta a uma dose de radiação perigosíssima emanada daquele material alienígena misterioso deveria, em teoria, intoxicar qualquer um que ousasse consumir tais plantas com síndrome aguda da radiação, mas o oposto aconteceu quando um africano morto de fome arriscou comer algumas flores radiativas, pois ele ganhou poder sobre-humano tornando-se um xamã guerreiro que se proclamou o primeiro pantera negra, que unificou as tribos da região criando Wakanda. Depois disso, para evitar a ganância dos forasteiros, eles decidiram esconder o segredo de sua riqueza para todas as nações do mundo, posando como um típico país do terceiro mundo africano, em vez da superpotência tecnológica e cultural que realmente são.

Recriação do Partido dos Panteras Negras - Oakland, 1992[editar]

Depois da lição de história desnecessária e talvez muito chata, mas importante, o filme avança para o ano de 1992, em Oakland, onde o príncipe N'Jobu, cansado da vida oligárquica de um rico príncipe de uma dinastia patriarcal opressora, decide sair de sua bolha e entender que as pessoas do outro lado da fronteira de Wakanda estão morrendo vítimas de racismo por parte de policiais brancos. Então ao invés de promover uma série de tratados e acordos bilaterais entre Wakanda e o resto das nações para acabar com sua política isolacionista de forma pacífica e destruir o racismo pela raiz exibindo como uma nação africana não é assim tão inferior, ele surge com uma ideia melhor e prefere aliar-se com traficantes perigosos equipando-os como armas ultra-avançadas para que as massas oprimidas levantem-se contra seus opressores para matar racistas nas ruas. A coisa é complicada quando ele descobre que seu irmão mais velho e rei, T'Chaka, descobre seu plano secreto, o que provoca uma briga que termina com a morte do príncipe.

Coroação do Rei[editar]

T'Challa enfrenta seu pior inimigo, a Caixa de Schrödinger.

Tempo depois, no atual momento do filme, após a morte do rei T'Chaka devido aos ataques terroristas em Nova York - digo, em Viena - T'Challa, seu filho, está a caminho de Wakanda para assumir suas responsabilidades como novo rei. E, em vez dele ser diplomado em ato solene como seria de imaginar de qualquer nação socialmente e economicamente super-avançada de tecnologia superdesenvolvida como Wakanda, em vez disso é organizado um duelo de corpo a corpo pelo trono de Wakanda. Como tudo é apenas um antigo protocolo que ninguém realmente leva a sério, nenhum campeão das tribos irmãs desafia T'Challa para lutar, exceto os Jabari, uma tribo marginalizada das montanhas que vivem no exílio desde que aparentemente passaram a discordar da sociedade utópica de Wakanda ao perceberem que não há liberdade de crenças religiosas, já que os jabari, em vez de adorar a pantera negra, adoram o gorila branco e por isso são marginalizados. O seu líder M'Baku desafia T'Challa pelo trono. Ambos precisam beber um chá de Santo Daime para ficarem sem poderes, e depois de uma curta mas intensa batalha, o protagonista da história vence, que perdoa a vida de seu adversário e agora se torna o novo rei e o Pantera Negra.

Uma vez no poder, em vez de pensar em um plano eficaz para a saúde mundial revelando ao mundo a cura para AIDS e câncer, trazer a solução para a crise econômica mundial, extinguir o racismo ao redor do planeta, ou pelo menos pensar sobre a situação realmente precária e paupérrima em que o povo africano ao redor de suas fronteiras se encontram enquanto o povo de Wakanda se diverte com luxos tecnológicos, T'Challa decide que o melhor plano para iniciar o seu governo é ele, em pessoa, sair por aí vestido com uma fantasia ridícula ir capturar Ulysses Klaue, um traficante que anos atrás conseguiu entrar para Wakanda com a ajuda do príncipe N'Jobu e roubar um punhado de vibranium e assim financiar e fabricar as armas que o falecido príncipe planejava usar para sua fracassada rebelião. Depois de algumas pistas, T'Challa, junto com seus associados, as guarda-costas Okoye e Nakia, conseguem encontrar o paradeiro de Klaue e tentar prendê-lo numa casa de Jogo do Bicho e Bingo clandestino na Coreia do Sul. T'Challa, no entanto, não contava com a abusiva intromissão imperialista dos Estados Unidos, cujos agentes, como pura coincidência paralelos aos planos T'Challa, também estavam ali querendo capturar Klaue. Depois de uma cena rápida e uma perseguição de carros que está ali claramente apenas como uma desculpa para implantar efeitos para salas 3D, T'Challa consegue capturar Klaue, um vilão que está visivelmente afetado pelos efeitos do Um Anel (ou do vibranium, tanto faz). No entanto, devido à intromissão ianque e seu poder global, Klaue é passado para o poder do governo gringo que planeja tomar conta dele em um interrogatório.

Martin Luther King vs. Malcolm X[editar]

Emblemática cena do interrogatório entre Ross e Klaue.

No interrogatório, Klaue diz a seu captor, o agente Ross, que Wakanda não é o que parece ser, e que por trás daquela fachada de país miserável há elevadas reservas de Vibranium e depois desta declaração polêmica ele é liberado por seus capangas que explodem a sala de interrogatório mais insegura que se pode imaginar para reter um vilão tão perigoso. Na fuga dos bandidos, Ross comete o sacrifício desnecessário para salvar a vida de Nakia (uma agente treinada e super habilidosa que podia ter desviado do ataque do inimigo sem qualquer ajuda) e agora está gravemente ferido, mas todos nós sabemos que isso é apenas uma desculpa para que T'Challa se sinta culpado e concorde em levá-lo para Wakanda, onde a medicina cura até Alzheimer e artrite, então seria fácil curar um tiro na coluna vertebral. T'Challa acredita que a melhor solução é nunca fazer nada porque embora negue até a morte é nítido que fundo em sua alma ele tem fetiches envolvendo loiras de pele branca, então ele não teria coragem de dizimar a raça branca do planeta.

Uma vez foragidos, Klaue é traído por um de seus capangas, que descobre ser ninguém menos que o filho do falecido N'Jobu, Erik Killmonger, mercenário sanguinário que trabalha secretamente para o governo dos Estados Unidos destabilizando países soberanos em guerras civis de modo que os yankees possam vir a colonizar essas áreas e assim impor sua política opressora e imperialista, saqueando os recursos naturais desses países afetados... Enfim, o ponto é que essa tal Killmonger cresceu ouvindo histórias de Wakanda quando criança, e, em vez de acreditar que tudo aquilo eram invenções de um pai alucinado e drogado que lhe contava essas histórias para fazê-lo dormir, ele cresceu obcecado em um dia chegar a Wakanda, vingar a morte de seu pai, afirmar seu lugar de direito no trono e realizar o sonho de seu pai de organizar a revolta da raça negra.

Assim Klaue é morto e o seu corpo colocado em uma mala e com algumas bugigangas de seu moribundo pai Killmonger consegue comprovar que ele era quem dizia ser quando chega em Wakanda, onde ele desafia T'Challa para um duelo pelo trono. Como as políticas deste país avançado, porém culturalmente enraizado, são muito ambíguas e excêntricas, T'Challa aceita este duelo, porque se protagonista e antagonista concordam em uma coisa, é que a democracia não é um sistema justo e as disputas políticas pelo executivo de uma nação devem ser resolvidas em duelos até a morte num cachoeira. Por isso, infelizmente para T'Challa, ele perde a luta e é arremessado do alto de uma catarata, e todos aceitam Erik como o novo rei legítimo.

Hakuna Matata[editar]

Enquanto Erik Killmonger começa seu plano para entregar armas tecnologicamente avançadas para minorias étnicas em todo o mundo, Shuri, sua mãe e Nakia, em um ato desesperado, vão procurar a ajuda de M'Baku, o líder da tribo rival dos gorilas brancos, que, convenientemente, estava em posse do corpo gravemente ferido de T'Challa. É ofertado ao protagonista a última flor alucinógena de Wakanda, cujo jardim foi dizimado por Erik Killmonger graças à sua nova política anti-drogas e anti-tabagista e assim T'Challa fica louco alucinado e se convence que tem poderes mágicos, finalmente, e faz o que deveria ter feito desde o início: a enfrentar seu primo usando seu poderoso super tecnológico terno de gato preto em vez de proporcionar-lhe um batalha descompensada sem roupa em cima de uma cachoeira.

Depois de uma batalha entre aqueles que apoiaram Killmonger e aqueles que apoiaram T'Challa, acontece o que sempre acontece em um filme produzido pela Disney-Marvel: O protagonista ganha a luta, o vilão morre e ficamos com um bela lição de respeito, tolerância e amor ao próximo.

Cena pós-créditos[editar]

No final do filme, todos esperavam revelações sobre a localização da gema da alma ou pelo menos uma pequena dica do que estava vindo em Avengers: Infinity War, mas optou-se por uma cena política e impertinente de T'Challa fazendo um discurso na ONU, claramente endereçada a Donald Trump e seus apoiadores
E depois ainda uma cena do amante do Capitão América despertando como se ele fosse Jesus Cristo depois que ressuscitou.

Personagens[editar]

O sonho de Killmonger.
  • Pantera Negra / T'Challa (Chadwick Boseman) - O protagonista que é um ferrenho defensor do absolutismo sendo absolutamente contra a democracia, proibindo eleições diretas em seu país, Wakanda. Torna-se o rei legítimo de Wakanda após os eventos que ocorreram no Capitão América: Guerra Civil, quando o seu pai morre e ele assume sem qualquer sufragio popular. Como dita a tradição, além de tornar-se rei, ele também se torna o Pantera Negra depois de comer uma grama alucinógena em forma de coração que lhe dá o convencimento que possui super poderes e a partir de então se veste em uma armadura pitoresca feita de adamantium que parece retirada de uma sex shop.
  • T'Chaka (John Kani) - O pai de T'Challa, ex-rei de Wakanda, antes de ser morto por Helmut Zemo no ataque terrorista de 11 de setembro... de 2016. Em vida, T'Chaka foi considerado um rei sábio e justo, apesar de suas medidas arbitrárias, falta de empatia com as pessoas da tribo de Jabari, sua indiferença para com a realidade precária dos diferentes países africanos que fazem fronteira com Wakanda, cometeu diversos crimes ao longo de sua vida, inclusive o assassinato de seu irmão por simplesmente discordar da política conservadora ultranacionalista de T'Challa que transformou Wakanda em um país pária que fechou suas fronteiras e rejeita qualquer refugiado, só para manter todo o dinheiro e recursos que sua nação tem e não compartilhar com o resto do mundo.
  • Shuri (Letitia Wright) - A irmã mais nova de T'Challa e a princesa de Wakanda, uma garota muito inteligente e capaz de projetar armas e artefatos tecnológicos para seu irmão e toda a nação, mas não tão inteligente ou tão capaz para governar um país submetido a um sistema um governo arcaico, machista e heteropatriarcal, sempre liderado por homens, em um sinal claro de que, mesmo nas civilizações tecnologicamente mais avançadas, o opressivo machismo falocêntrico reina supremo (e pior: nos quadrinhos ela chegou a ser Rainha de Wakanda e Pantera Negra durante um tempo em que o T'Challa sumiu por aí com o Quarteto Fantástico, ou algo do gênero).
  • Nakia (Lupita Nyong'o) - O interesse romântico de T'Challa, usada para lembrar a heterossexualidade protagonista, desde que a Disney e Marvel se tornaram empresas progressistas, então nada tem a ver com capacitar mulheres para grandes papéis que não sejam de "donzela em perigo".
  • Okoye (Danai Gurira) - Dora Milaje: uma espécie de Stormtroopers de mulheres carecas em trajes coloridos. Uma mulher bastante tradicionalista que não se questiona sobre as duvidosas práticas políticas de um país que aparenta ser tão moderno e civilizado mas que segue governado por práticas primitivas.
  • M'Baku (Winston Duke) - Porradeiro caipira típico com excesso de esteroides que é apresentado no o início do filme como um cara malvado, mas que, eventualmente, e por conveniência, termina se tornando um aliado-chave. Ele, ao contrário T'Challa, pertence a uma tribo que vive marginalizada nas montanhas adorando um deus gorila branco ao invés de um gato preto, causando desacordo com o reinado despótico de Wakanda que marginaliza as minorias que possuam crenças diferentes.
  • W'Kabi (Daniel Kaluuya) - O confidente de T'Challa treinador de rinocerontes, seu melhor amigo e interesse amoroso de Okoye, é o chefe de segurança da Fronteira, que abdica de todos os seus títulos e anos de amizade com o rei para seguir cegamente um estranho que mal conhece há alguns dias e tem atitudes megalomaníacas consideráveis ​​e notórias. Algo como um Judas Iscariotes.
  • Everett K. Ross (Martin Freeman) - O representante das minorias, e, curiosamente, dada a natureza deste filme não é negro, mas um homem branco, bonito, anglicano (pois ele é inglês), de quarenta e poucos anos, que depois de vários anos acompanhando aventuras de anões se alistou no exército dos EUA como um piloto da Força Aérea (fato destacado um monte de vezes no filme a fim de justificar as cenas de ação subsequentes em que ele se envolverá afim de que ele convenientemente saiba pilotar aeronaves). Dizem que sua primeira aparição foi em Capitão América: Guerra Civil, mas como seu papel era prender um vilão esquecível como Helmut Zemo, ninguém se lembra dessa passagem.
  • Ulysses Klaue / Garra Sônica (Andy Serkis) - Vilão que ninguém se importava que teve uma aparição pouco relevante como traficante de Vibranium em Vingadores: A Era de Ultron, mas agora todo mundo quer saber mais quem foi ele após os roteiristas decidirem fornecer para ele alguma personalidade e senso de seu caráter, embora isso não importe, porque ele é morto no meio do filme, servindo apenas como um link para quem será o pior vilão nesse filme.
  • Erik Killmonger (Michael B. Jordan) - O mais malvado vilão de todo MCU, destacou-se porque ao contrário da grande maioria dos vilões da Marvel que são ocos e esquecíveis, Erik Killmonger tem uma razão de ser tão ruim e odiar seu homólogo T'Challa, buscando usurpar o trono de Wakanda e assim ter o seu escritório político de caráter monárquico patriarcal elitista onde pode vindicar a raça negra, que tem sido a vítima de incontáveis crimes durante a existência do ser humano e forçar os nerds brancos de todo o mundo a financiar filmes de temas africanos.