Paolo Guerrero

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Pablo Guerrero
Guerreiroperu.jpg
Cquote1.png Vá tomar en su culo!
Su hijo de puta!
Cquote2.png
Guerrero ao árbitro da partida
Apelidos Pivô
El Cherador
Cliente de Escobar
Nascimento 1 de Janeiro de 1984
Lima, Bandeira do Peru Peru
Nacionalidade Bandeira do Peru Peru
Altura 1,87
Peso 68 kg
Posição Atacante
Derecho
Clubes Bandeira do Peru Alianza Lima (1991–2002)
Bandeira da Alemanha Bayern de Munique(2002–2006)
Bandeira da Alemanha Hamburgo SV (2006–2012)
Toalha de mesa Corinthians (2012–2015)
Toalha de mesa Flamengo (2015–2018) Toalha de mesa Internacional (2018–ainda tá lá)
Estilo de Jogo De cabeza
Gols Faça a média, um a cada 15 jogos...
Prêmios Melhor Jogador da Pelada Mundial da FIFA
Mejor juegador de Peru
Influências Cláudio Pizarro
Vícios Metabólicos da Cocaína


José Paolo Escobar "Guerrero" de las Calles del Peru y Gonzalez (pron.: [Rôse Pau'no Escôbár Gay Rêro delas Cájes deu o Peru í Gonrrales]; Lima Duarte, Réveillon de 1984) ou apenas Paolo Guerrero é um filantropo, ator e garoto-propaganda peruano. É chamado de Guerrero em seu país por ter passado pelos dois clubes de marginais no país sem ter sofrido assaltos, ter o automóvel depredado ou sofrer algum atentado contra sua vida. Nas horas livres, quando não está gravando propagandas, tomando chá de coca nos Andes peruanos ou cheirando cocaína, José participa de peladas remuneradas com outros refugos do futebol mundial, atuando pelo Internacional desde 2018.

O cara conseguiu enganar nos clube e mais ainda na selixão peruana, fazendo um papel estranho em campo, nunca antes visto no futebol mundial. O jogador não é nem meia, nem atacante, joga num lugar ali perto do ataque, próximo da grande área. Ele passa a maior parte do tempo da partida de costas para o gol, só fazendo gols de pênaltis ou recebendo bolas para marcar gols que o Deivid normalmente perderia. Os fofoqueiros diplomados denominaram essa nova posição criada pelo atacante como Pivô. Assim, Paolo revolucionou o futebol mundial e ajudou a dar a cara que o futebol moderno tem hoje.

Biografia[editar]

José Paolo nasceu num Bateau Mouche peruano, durante o réveillon da passagem do ano de 1983 para 1984, num parto realizado ali mesmo, na embarcação. Por sorte aquele barco não afundou igual sua réplica carioca e por isso ele pôde nos contar sua história até os dias de hoje.

Sua infância no Peru não foi lá das melhores, mas nela conheceu Farofa-fan, seu futuro parceiro de sauna e de vestiário na selecionado peruano.

Sua mãe pagou pra ele uma fortuna para jogar uma dessas escolinhas caça-niqueis que existiam aos montes pelo mundo que prometia levar aquele garoto para jogar no mesmo time dos Os Galinháticos ou se não fosse possível, pra Inter ou pro Milan. Só que o melhor que a escolinha conseguiu pra ele foi o Alianza Lima para no futuro jogar com nomes da mesma estirpe que a dele, como José Soto e outros peladeiros de fim de semana. Ficou por lá até os 18 anos, quando a ONU recebeu uma carta que enviara em 1998 pedindo ajuda humanitária para sair daquele lugar.

Início da carreira profissional[editar]

Em 2002, a então promessa parte ao Reich IV alemão para jogar na Liga das Bundas, conquistada todo ano pelo Bayern de Munique. A princípio parecia uma forma fácil de qualificação profissional, já que o peruano não precisaria entrar em campo para conquistar títulos...

Bayern de Munique (2002–2006)[editar]

Apesar de contratado em 2002, Paolo ficou por mais de um ano em banho-maria até criar corpo pra aguentar jogar uma partida inteira na Bunda&sliga. Quando recebeu sua primeira oportunidade, em 2003, o time alemão conseguiu perder um campeonato que a princípio já estaria ganho, para o Werder Bremen.

Quando já estava criando gordura, devido ao sedentarismo que tinha de tanto ficar sentado no banco, resolveu que era hora de praticar esportes. Foi aí que o Hamburguero fez uma oferta para contar com o jogador.

Paolo Guerrero recém-liberado pela Abrace, disputando uma partida pela Bundesliga.

Hamburgo (2006–2012)[editar]

Quando chegou ao novo clube, Guerrero não sabia o que era jogar uma temporada no time titular. Só que nesse time o jogador foi uma espécie de Walter da Bundaésliga, quando corria parecendo aquele tio do churrasco de fim-de-semana que não corre nem pra pegar ônibus. Como aquele time só servia pra preencher a tabela com 20 times da competição, então ele não encontrou maiores dificuldades, já que qualquer coisa acima do sexto lugar era lucro pra aquele time. Foi indo, até juntar alguns euros para voltar ao Peru com o bolso cheio da grana.

Enquanto jogador do Hamburgo, Guerrero foi um cara cheio de vontade, demonstrada quando o jogador foi cheio de vontade pra cima do goleiro de seu ex-clube Sven Ulreich, dando um carrinho criminoso. Claro que depois de ter feito aquilo foi expulso da partida, denunciado pelo SJTD alemão e respondendo criminalmente por tentativa de homicídio e agressão por motivo torpe. Esses crimes deram a ele a tal habilitação para poder atuar pelo Corinthians após o fim daquela temporada.

Fim de carreira[editar]

No final da temporada de 2012, com seu contrato com o time alemão acabando, o empresário de Paolo foi atrás de um clube brasileiro para que o atacante passasse o fim de carreira mais perto de casa, mas que também pagasse mais do que os milhões de novos sóis que poderia ganhar jogando no Peru. Como o Corinthians na época estava louco para lavar dinheiro contratando estrangeiros pernas-de-pau (assim como fez com o Zizao e anos depois com o Kazim), então o peruano assinou com o clube paulistano, meu, por três temporadas.

Guerrero em um dos momentos de maior sorte de sua vida. Se ele apostasse na mega-sena naquele dia, com certeza ganharia. Ele pode até tentar, mas não conseguirá repetir aquele feito novamente.

Corinthians (2012–2015)[editar]

O atacante chegou ao Parque São Jorge em junho de 2012, no meio da temporada do Campeonato Brasileiro, fim da temporada européia. Como o clube finalmente tinha ganho sua Libertadores, o atacante chegou no meio-fim da temporada sul-americana para ajudar o time que não ia lá aquelas coisas no Brasileiro daquele ano.

Assim que chegou, nem ele sabia o que iria fazer direito. Aquele time retranqueiro do Tite não tinha ataque, o que o "atacante" Paolo Guerreiro faria em campo então? Ajudaria a compor a defesa? A imprensa deu o nome de “Pivô” para o papel de palhaço que Guerrero fazia aqui no Brasil, já que fazer gol ele não fazia, mas também não voltava pra recompor no meio de campo. Na época o atacante tinha sido chamado para substituir um refugo contratado pela filial carioca do Clube.

Quando Paolo Guerrero foi contratado, o time paulista ficou sabendo qual seria seu adversário no Mundial de Clubes (antes da final só existe jogo-treio), o Chelsea do campeão daquela Champions, conquistado pelo projeto de treinador Rafa Benítez, depois substituído por Di Matteo que conseguiu fazer pior que seu antecessor no Mundial daquele ano.

O time que terminou em sexto no Brasileiro colocou o ônibus do clube no avião, um Antonov 255 que partiu de São Paulo rumo ao Japão para fazer o “Jogo do anti-Jogo”, quando ambas as equipes posicionaram seus 11 jogadores debaixo das traves. Num dos únicos ataques do time inglês desde a contratação de Rafa Benitez, o time não soube recompor a defesa, tendo tomado o gol do "pivô" peruano no meio do segundo tempo do jogo. Como o melhor daquele time do Chelsea era o Para Nossa "Ramires" Alegria, que nem era grande coisa, o time inglês não soube sair da retranca para tentar um golzinho salvador e a partida morreu ali mesmo. Como demonstrativo do que foi aquele jogo, o menos pior jogador foi o frangueiro Cássio seguido do zagueiro que vive no ataque, David Luiz, sendo o peruano eleito terceiro menos pior jogador do torneio.

O jogador foi o artilheiro do time ultra-defensivo do Tite nas duas temporadas seguintes, 2014 e 2015, ano que terminaria seu contrato.

No fim daquele ano, o clube já começava a ficar sem o dinheiro, já que seu principal mantenedor, o Governo Federal, tinha entrado na penúria, além de ter que arcar com os custos do Odebretão gregamente presenteado pelo mesmo. O clube propôs ao atacante a renovação em troca de um pastel e duas mariolas, mas o atacante recusou justificando que tinha que dar o de comer à suas filhas. Quando questionado se continuaria no clube e trabalharia em troca de 5 mangos e um saquinho de alfafa ou se transferiria para um outro clube para jogar em troca de salário, o jogador deu sua palavra, dizendo:

Cquote1.png No Brasilé, yo só jogo no Corintian Cquote2.png
Paolo Guerrero

Esgotadas as alternativas, o clube resolveu acionar sua filial do Rio para que eles contratassem o jogador da forma que o próprio Paolo desejasse.

Flamengo (2015–2018)[editar]

O jogador em sua última partida pelo time carioca antes de tomar chá de ban e receber coca da FIFA.

Ao final do ano de 2015, Paolo Guerrero aceitou ir para o Rio de Janeiro para ser tietado pelos artistas da Globo, poder frequentar bailes funks financiados pelo Comando Vermelho depois de uma vitória apertada no carioca e principalmente, entrar em campo sem precisar treinar. A diretoria, encabeçada pelo então presidente do Clube, Eduardo Bandeira Collor de Mello, ainda deu ao atacante a opção de poder jogar quando bem entender, recebendo em troca novecentos mil pilés. É um baita de um emprego, isso pra alguém com idade pra compor um time de showbol.

No Flamengo, Guerrero cumpriu a promessa que fez quando ainda era jogador do time paulista. E de fato, no Brasil, ele só jogou pelo Corinthians, tendo apenas entrado em campo pelo Flamengo, isso até ser vendido para o Internacional de graça.

Internacional (2018-Atual)[editar]

Pela sua média altíssima de 1 gol em 15 partidas, Guerrero logo perdeu espaço para alguns jogadores novatos da equipe do Flamengo que conseguiam fazer mais gols e com sua parada de doping que poderia prejudicar o clube carioca, então logo para dibrar o STJD e não ficar mais um ano no cheirinho, teve que vender o mesmo jogador para qualquer clube que o aceitasse.

Como o Internacional é atualmente o clube que contrata os atacantes mais velhos (assim como possui a maior média de técnicos ultrapassados), foi vendido para o clube gaúcho, onde Guerrero ainda procura manter sua promessa com o Corinthians, comendo dinheiro de outros clubes e apenas jogar pelo próprio Corinthians, onde no Brasileirão não conseguiu evitar a denúncia de doping e fez uma de suas melhores atuações pelo Internacional em 2018, com a incrível média de 0 gols em 0 jogos.

Seleção Peruana de anti-Futebol[editar]

O jogador atuando pela seleção na partida decisiva das eliminatórias para a copa de 2018. Na foto, ele abraça seus companheiros em comemoração do gol de seu colega de time, Farfán.

No catado peruano, Paolo Guerrero tem jogado como o único jogador lá da frente. Como aquele time joga (ou melhor, não joga) de maneira diferente dos demais "adversários do Brasil", que partem pra cima de qualquer um, mesmo portando um time medíocre, o atacante teve sucesso e conseguiu enganar mais na seleção do que nos clubes por onde passou. Desde que estreou, os treinadores tem utilizado o estilo de jogo 1-2-bola-pro-Guerrero-na-banheira sendo essa a maior responsável pelas jogadas mortais daquele time.

Paolo Guerrero teve o azar de debutar na seleção sub-20 enquanto Autuori era quem distribuía os coletes na seleção principal. Fez gol até cansar jogando pela sub-alguma-coisa da sub-seleção que é a Seleção Peruana, durante a Olim piada del Hugo Chabez y Simón Bolivar. Sendo assim, teve de esperar aquele pulha ir embora para aí então ter uma primeira chance na seleção.

O jogador teve sua primeira sorte grande ao fazer uma Copa A merréca do caralho, sendo um dos artilheiros de gols feitos e levando o time até as quartas. Vale lembrar que aquela foi a mesma Copa América em que a retranca de Dunga sobrou na final contra a Argentina de Messi, Carlitos "La Cumbia" Tevez e Esteban Cabasso. Sem comentários...

Na copa américa seguinte, o peruano de novo foi o artilheiro, com o time chegando ao terceiro lugar. Como dessa vez o time nem teve como pegar o Brasil, eliminado pela seleção sem o selo do INMETRO, então não dá pra falar se o jogador goleou porque jogou bem ou porque só pegou baba na competição.

Chegado o ano de 2015, na Copa América do Chile — aquela selecinha não conseguia disputar nada além daquele torneio bostinha até então — o jogador foi, pra variar, de novo, um dos artilheiros da competição, mas dessa vez ele se tornou de quebra o maior artilheiro da Copa América. Isso mesmo que você ouviu, mais do que Pelé, Maradona, Messi e outros superestimados. O time dele, pelo segunda copa consecutiva tinha chegado no Top 3 do torneio.

Com o feito, Paolo Guerrero incorporou o espírito alemão (adquirido nos tempos no Bayern e Hamburgo) e foi cheio de gás rumo à Moscou. Vamos ver se assim como os alemães, o selecionado peruano também vai parar na geada de São Petesburgo.

Escândalo de doping em 2017[editar]

No fim de 2017, o ex-jogador foi escusado acusado de usar substâncias ilícitas com base na cocaína, enquanto jogava pela Seleção do meu Peru. Segundo a FIFA, o jogador aproveitou que estava nos antes e encheu o nariz de cocaína, tendo tomado um chá de coca para ajudar na inalação. O jogador, visivelmente alterado, deu entrevista ao Esporte Enfadonho falando que não, que aquilo tinha sido "um equívoco" da WADA.

Quando terminaria sua punição de 6 meses, o peruano foi banido pelo mod TAE com mais 8 meses, alongando seu ban até o início de 2019, para a alegria geral dos rubro-negros que não aguentava mais um atacante que não marcava gols e que só fazia "o pivô".

Ao início da copa, o peruano usou a bolada que ganhou do Flamengo para molhar a mão dos árbitros da Tribunal Federal da Suíça para dar "aquele jeitinho", por aqui conhecido por efeito suspensivo o que permitiu ao jogador participar da copa do mundo pelo Peru.


MainardiInv.JPG Este artigo trata de uma personalidade mortalmente,
putaqueparivelmente e filhadaputamente odiada!
E não deve ser digno(a) nem da merda que caga!

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