Pedro Bandeira

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Caricatura de Fernando Pessoa.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

Balada para ele(a) não é festa em boate! Clique aqui e vire a página.


Pedro para os estudantes do Ensino Fundamental do Brasil "Tão vendo esse monte de livro que eu fiz? Pois vocês tão ter de ler TU-DI-NHO!"

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Google sobre Pedro Bandeira

Pedro Bandeira de Luna Filho (Praia de São Paulo, 9 de março de 1942) é um escritor chato que é item obrigatório em todas as listas de paradidáticos de colégios pelo Brasil afora, em especial pelos livros da série "Os Karas" (que não tem nada a ver com aquela porra vinda do Japão com o mesmo nome), como o mais famoso, Droga da Obediência, que no Brasil fez O Pequeno Príncipe virar modinha ultrapassada, o negócio é "Droga da Obediência" agora, pra orgulho enfim da literatura infantojuvenil brasileira (antes, claro, da era dos livros de Youtubers).

Biografia[editar]

Pedro Bandeira, que apesar do nome não é parente do Manuel Bandeira, começou a carreira como jornalista, ator de teatro, publicitário, diretor, cenógrafo, professor, pintor de paredes e portas, pedreiro, dono de bar, cafetão, garçom, barman, bartender, contínuo, limpador de banheiros, motorista de caminhão pau-de-arara, coletor de fezes, urina e sangue, lixeiro, flanelinha, pistoleiro, detetive particular, cartomante, pai-de-santo, pastor da Universal, sacoleiro, paneleiro, peso para papel, lutador de kung fu faixa amarela, tocador de bumbo no carnaval de Salvador, passista de frevo, Boneco de Olinda, mestre-sala, rainha de bateria (!), corretor ortográfico, censor, padeiro, ascensorista, porta-voz de surdo-mudo, tradutor de klingon, animador de palco, bailarina, palhaço de circo, cosplay de Super Mario, Baixinho da Kaiser e por fim segurador de rede de proteção para stuntmen.

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Papaco sobre o lado workaholic do Pedro

Pois é. Mas ele largou tudo e decidiu virar escritor, pois trabalhar é pra otário ele queria mostrar seu talento para os jovens que precisam aprender mais e mais a ser gente. Pena que a maioria de seus leitores foi jogar Minecraft e daí todo seu esforço foi pro saco.

Principais obras[editar]

  • A Droga da Obediência: Mostra cinco moleques tentando acabar sozinhos com um maluco que estaria sequestrando adolescentes fortões para fazer um exército para dominar a Terra Média;
  • Pântano de Sangue: Os cinco de cima acabam descobrindo no Pantanal que a Juma Marruá é real e come traficantes de ouro arroiado;
  • Anjo da Morte: Os mesmos cinco de cima se unem para acabar com umas nazis chiliquentas tentando criar um império no meio de favelas cheias de criolos prontos pra socar no rabo dos "alemão";
  • A Droga do Amor: Os cinco já citados acima, dessa vez tentando descobrir onde caralhos foi parar o criador de uma suposta droga que iria fazer todos os aidéticos se apaixonarem pela galera e espalhar o HIV pelo planeta todo. Dessa vez eles vão à contragosto, porque tão tudo (os quatro garotos no caso) querendo comer a então única menina do grupo;
  • Droga de Americana!: SIM, são eles de novo, os cinco de anteriormente, esses Karas se enfiam em todo canto. Dessa vez eles ganham um reforço de uma americana escrota metida a riquinha por ser filha de Donald Trump do Mundo do Contra e que quase foi sequestrada porque este queria acabar com a guerra biscoito X bolacha;
  • Droga Virtual: Sim, ia ser MAIS UM dos cinco de cima, mas o Pedro ficou chapado demais ao pesquisar sobre o assunto e desistiu;
  • O Fantástico Mistério de Feiurinha: Sim, é sobre eles de novo Mentira, esse aqui é sobre o dia em que a princesa Feiurinha sumiu misteriosamente e todas as princesas de conto de fadas se uniram no esquadrão das donzelas em perigo pra salvar a coitada, que por ser feia nenhum príncipe ia salvar. Virou filme graças à Xuxa e essa ainda colocou Sasha pra ser a Feiurinha, pra tristeza eterna do Pedro Bandeira. Mesmo com uma história chapada dessas, ele venceu com esse livro o Prêmio Jabuti de 1986 na categoria infantojuvenil. Explica-se como nossa geração terminou assim...
  • A Marca de uma Lágrima: Baseado em Cyrano de Bergerac, conta a história de uma colegial gorda apaixonada pelo primo que tá cagando pra ela, mas acaba testemunha de um assassinato. Pois é, não faço a menor ideia do que uma história tem a ver com a outra, mas dizem que é a melhor obra dele. Imagina o resto...
  • Prova de Fogo: Um zé-ninguém chamado Gil tenta desvendar sozinho um sequestro só pra poder comer a colega de sala e babá do bebê sequestrado. Parece a história da sua vida, com a diferença que aquela tem final feliz, a sua não.
  • Mariana: Uma mina que vive querendo pagar pras amigas que já deu tudo o que tinha que dar, mas não consegue nem beijar o próprio espelho.
  • Gente de Estimação: A história de um muleque que era dono de um elefante. E você achando que Dumbo era "fantástico demais"...
  • Brincadeira Mortal: A história de Pedro e o Lobo versão favela e traficantes;
  • Descanse em Paz, Meu Amor: Um namoro que continua até depois da morte. É o livro mais gótico da carreira dele, tem até necrofilia (urgh!);
  • A Hora da Verdade: Plágio de Dom Casmurro misturado com Otelo, fala de uma jogadora de vôlei que queria de todo jeito retomar o ex-namorado arrancando-o dos braços da "amiga" negra dela. Marcante um dos capítulo, o 7, que cita a existência de uma brincadeira chamada de "animal de duas costas". Agora tenta imaginar do que se trata...
  • Mais Respeito, Eu Sou Criança: Um monte de poesias sobre o empoderamento infantil, estimulando a delinquência infantojuvenil;
  • Malassaventuras - Safadezas de Malasartes: Conta vários causos de Pedro Malasartes, aquele Jeca Tatu do Mundo do Contra que sempre fode com todo mundo que aparece na sua frente.
  • O Medo e a Ternura: Plágio de O Corcunda de Notre Dame, é o livro de Pedro mais pornográfico, e com trechos a lá rape & revenge, com a mina principal querendo se vingar dos sequestradores e estupradores.
  • Rosaflor e a Moura Torta: Outro plágio, dessa vez de Histórias de Tia Nastácia do Monteiro Lobato, contando a história de três laranjas que se apaixonam uma pela outra, fazendo uma suruba delícia. Acredita-se ser desse livro a origem do enredo de Pai de Família 1.
  • O Dinossauro que Fazia Au-Au: Primeiro livro dele, e pelo título você já vê como o autor chamava Fiat 147 de Ferrari...