Período Azuchi-Momoyama

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Um dos daymios deste confuso período que acontece ao mesmo tempo que uns outros três ou quatro períodos diferentes.

O Período Azuchi-Momoyama, é mais um dos milhares de períodos bizarros nos quais a história do Japão é dividida. Este período teve inicio quando Oia Nabundada Oda Nobunaga, após conquistar a capital japonesa, construir um gigantesco puteiro castelo em Azuchi. Se você não é só um vagabundo que caiu por aqui por acaso, mas sim alguém que já leu sobre os períodos anteriores, vai reparar que este período começa enqunto o Período Sengoku e o Período Muromachi ainda estavam em andamento, o que mostra pela enésima vez, que os japoneses deviam ser proibidos de criar períodos históricos por conta própria, já que para eles é normal que os mesmos aconteçam todos ao mesmo tempo.

História[editar]

Castelo de Sekigahara, onde Ieyasu e mais uns outros carinhas se espancaram para ver quam ia substituir Hideyoshi

No período Azushi-Momoyama, uma sucessão de chefes militares, os famosos três generais fodões da nação, tentaram trazer a paz e a estabilidade política ao Japão depois de um período de mais de oito mil cem anos de guerras, orgias e tráfico de drogas. Eles eram: Oda Nobunaga, conhecido por ser um psicopata seguidor do Capitão Nascimento; Totosa doYoshi Toyotomi Hideyoshi, que assim como os políticos de hoje era podre de rico e adorava subornar todo mundo; e Tocucara deLesado Tokugawa Ieyasu, conhecido como o grande folgado, que mais tarde deixou seus amigo morrerem para herdar o que eles haviam conseguido.

A história, de um jeito bem encurtado, é a seguinte: O Japão vinha de um período de zonas e confusões terríveis, do tipo que se vê em programas esdrúxulos dos quais ninguém gosta. Então, Nabunaga, que antes não passava de um bostinha, adquiriu Ki poder suficiente para tomar mandar todo mundo para a puta que os pariu e tomar o controle do governo lá em algum ano esquecido do século XVI e, cinco anos depois, mandou pedir pra sair destituiu o último shogun do clã Assimcaga Ashikaga. Apesar de ser todo metido a fodão e coisa e tal, Nabunaga foi logo assassinado por um e seus ex-amantes e foi seu miguxo, Hideyoshi quem terminou o serviço e unificou o Japão, mas após fracassar numa tentativa de cominar a Coréia, acabou morrendo logo depois só de sacanagem.

Por fim veio Ieyasu. Ele sacaneou feio com seu amigo morto, Hideyoshi, pois esse havia lhe pedido que desse o poder do país a seu filho, mas Ieyasu ao invés disso decidiu matar o pivete e todos os outros que pudessem lhe tomar o poder na batalha de Sekigahara e tomou o controle de tudo para si, fundando assim o xogunato Tokugawa (o sobrenome dele porra!) em 1603.

Como os japoneses não tinham nenjuma criatividade na época em que nomearam os períodos, decidiram basear o nome deste em dois castelos que existiam na época: o castelo de Afunde Azuchi, de Nobunaga e o castelo de MamaLhama Momoyama, de Hideyoshi). Assim tivemos a época Azuchi-Momoyama (ou simplesmente Momoyama) que como pudemos ver, teve seu processo de nomeação muito parecido com o dos filhos de famílias bizarras do interior.

A Cultura do Período de Momoyama[editar]

Coreanos esperando seus amiguinhos invasores japoneses chegarem para recebê-los

Os japoneses com o passar das eras, sempre se mostraram seres estremamente puxas-sacos. Isso valia tanto para com países de fora como também para gente de dentro ou até mesmo algum animal que eles vissem pela frente. Como Oda Nobunaga era conhecido por possuir um gênio violento e inflexível enquanto Toyotomi Hideyoshi era muito mais tolerante, o caráter e a cultura dos japoneses foi alterada para que eles se parecessem com eles, o que os tornou obviamente, um bando de bipolares.

Naquela época, a dança do Doh! Nôh divulgou-se entre os daymios e o povão em geral, tornando-se mais uma de suas várias diversões ridículas e populares. Também o teatrinho de Sock-Puppets Okuni-kabuki foi muito popular, servindo de desculpa para os japoneses se distrairem e não verem seus políticos os roubando. Deu-se divulgação ao instrumento musical de três cordas, o sanmi-sem, que por só ter três cordas era muito fácil de ser tocados pelos japoneses mais ignorantes e com preguiça de treinar.

A cerimônia do chá, o chá nocú ochya-no yu, que já existia desde o período Muromachi, foi aperfeiçoada por Sento nocu Sen-no Rikyu, o mais célebre mestre do chá do Japão (sim, os japoneses adoravam brincar de "cházinho"). No setor da pintura, surgiram notáveis mestres como Como Oteucu Kano Eitoku e seu filho Como Odelacu Kano Eiraku, que deixaram obras de grande valor, mas das quais ninguém nunca nem ouviu falar. Outra coisa bnormal era a construção de centenas de castelos, que eram gigantes e geralmente inúteis.

Economia do período Momoyama[editar]

Nos finais do século XVI, durante uma greve geral dos monstros gigantes por melhores salários, a economia do Japão prosperou pois assim não havia nenhuma criatura para destruir suas mercadorias como é normal em seus filmes toscos.

A velha economia medieval, tradicional produtora de soja, arroz e gatos ilegais para cheiramento, foi despedaçada pelas revoltas dos Emma Daiohs daimyos militares e suas lutas pela dominação mundial hegemonia regional e nacional. Em seu lugar, nessa época, o Japão criou uma economia de mercado orientada para o exterior baseado na guerra, ouro, brinquedinhos estranhos e revistinhas de putaria hentai que viraram moda no mundo inteiro.

Propagação da Cultura Ocidental[editar]

Nessa época houve um grande contato entre os tradicinais Otakus japoneses com os Nerds europeus, principalmente portugueses, que logoencheram o Japão com sua cultura, pela qual os japoneses se apaixonaram (era algo totalmente novo para eles ver pornografia que não fosse de Hentai). Um bom exemplo disso foi o já citado general Oda Nabunaga, que adorava tanto os portugueses que adotou os costumes deles, a cultura deles, as roupas deles, as armas deles, as religiões deles, os barcos deles e diz a lenda que até os cus deles ele adotou.

Essa paixão bizarra também explica o porque dos Japoneses serem hoje os maiores puxa-sacos que existem dos Norte-Americanos, cuja cultura os lembrou seu antigo amor perdido pela europa.


v d e h
日本史

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