Despoesias:Poema do Gaúcho

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Gaúcho sobre esse artigo, que não tem nada a ver com ele

O Poema do Gauche foi elaborado por Carlos Drummond de Andrade, após tirar toda a pedra de cima de si. Esse poema é deveras interessante, por falar da filosofia do gauche.

O que se executa neste poema?[editar]

É um poema deveras filosófico. Fala tudo sobre o gauche, que não tem nada a ver com gaúchos, muito embora muitos gaúchos sejam gauches, não, não tem nada a ver, pois essas palavras são apenas parônimas, não sinônimas, então não dá pra confudir e... bem, é melhor voltar a nossa dialética, ou melhor, dicotomia, afinal você só me lê, não pode fazer nada a respeito de tão idiota que é e não pode mudar nada do que eu digo. Bom, isso não é de todo verdade, já que você pode apertar no botão edit lá em cima, mas aí eu ia ficar muito invocado por você vandalizar meu artigo. Bom, mas como essa joça é da Creative Commons então nem posso reclamar e... hum... melhor voltar ao artigo, né, senão ninguém vai entender nada e... é... bem... do que a gente tava falando mesmo? Droga, já até me esqueci do que nós nos detinhamos... Ah! Sim! O poema do gaúcho, quer dizer, do gauche. Bom, finalmente, esse poema fala dos gauches da vida, que são aqueles momentos em que dá vontade de se matar. Neste poema, Carlos manda ver uma bomba contra essa ideia. Vejamos então:

Poeminha[editar]

<poem> Quando eu nasci um anjo torto

desses que vivem na Sombra

Disse: - Vai Carlos

Ser Gauche na vida


Mas eu não sou otário

Nem quero ser gaúcho nem gauche

Vou é virar político

E ganhar muito dinheiro


Enquanto todo mundo quer ser gauche

E todo gaúcho toma chimarrão

Tou aqui com seu dinheiro

E comendo seu ... pão