Praxe académica

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Engenheiro ou doutor ou caralho que o foda falando para as bestas sobre Praxe
Cquote1.png Você quis dizer: Fascismo Cquote2.png
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Cquote1.png Experimente também: Retardamento mental Cquote2.png
Sugestão do Google para Praxe académica
Cquote1.png Você quis dizer: Dissidentes de Iluminatis para implementar a Nova Ordem Universitária Mundial Cquote2.png
Google sobre Praxe académica


A Praxe académica é uma tradição praticada nas universidades portuguesas como ritual de boas-vindas ao aluno do primeiro ano, mais conhecido como malaburra besta "caloiro". No fundo, é uma tradição de retardamento mental praticada por Pitas e Idiotas frustrados com a vida. Também é a única altura na vida destas gentes em que serão tratados por "doutores".

O que é essa porra?[editar]

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A Praxe académica é uma calorosa recepção aos novos alunos das Universidades desse Portugal fora: desde caminhar de joelhos pela calçada, ser humilhado publicamente, ser insultado de "besta" e outros adjectivos semelhantes, ter de rebolar na lama, de simular posições sexuais com os colegas e ser obrigado a chamar "doutor" a um idiota que está no segundo ou terceiro ano da Licenciatura, tudo isto faz parte desta bela tradição.

Logo no primeiro dia de matrículas, o aluno do 1º ano é monopolizado pelos do segundo e terceiro anos, para o obrigar convencer a entrar na Praxe do curso, com conversas de integração e que todos o fazem, portanto ninguém questiona, e lá vão os idiotas em rebanho atrás dos praxistas para continuar o eterno ciclo de revanchismo para manter a tradição.

Nesse processo de obrigatoriedade, os praxistas inventam mil e uma coisas para enganar convencer o aluno do primeiro ano a juntar-se à Praxe do curso: não pode usar traje académico se não for à Praxe, será excluído de todas as actividades do curso (jantares e convívios), não poderá participar na Latada nem na Queima das Fitas, não terá Padrinho nem Madrinha de curso, ninguém lhe irá traçar a capa, fica completamente excluído dos seus colegas, na Praxe é onde se fazem os "amigos para a vida"... Enfim, coisas que não vão ter nenhum peso na decisão livre de um aluno recém-chegado a uma cidade que não conhece e onde não tem amigos. Mas ninguém é obrigado a ser praxado.

Os praxistas aproximam-se dos alunos do primeiro ano afirmando que estes não passam de "bestas" ou "bichos", ao que uma pessoa normal responderia "Vai-te foder!", mas que um idiota que nem Você, acha muita piada porque não passa de um carneiro amestrado, ansioso para se encaixar nessa praga que é a Praxe, mantida sob o disfarce de "tradição". Se você fosse inteligente, diria aos praxistas para ir enfiar a Praxe no cu.

A praxe é uma tradição de integração...
... onde os "caloiros" se divertem muito...
... e de preparação para o mercado de trabalho!

Normas[editar]

Cquote1.png Mas essa merda tem regras? Cquote2.png
Você sobre Praxe académica

A Praxe académica é regulada por um código próprio, chamado "Código de Praxe" (O RLY?) monopolizado pelo Conselho de Veteranos: que varia de universidade para universidade, mas que só os desocupados que vão directos para o fundo de desemprego quando acabarem a Licenciatura (que nem Você) é que se dão ao trabalho de ler ou sequer saber. Ou então, sempre podes chumbar consecutivamente até teres 50 anos, com os papás a financiarem a tua burrice de não conseguir fazer uma única cadeira, e virares Dux, o líder supremo deste caudal de retardamento, e ires para a televisão nacional defender a Praxe sem o mínimo de credibilidade.

Juntamente com o Código, vem uma carrada de termos (que também variam conforme a universidade) merdosos para descrever os membros da hierarquia praxista: por exemplo, na Universidade de Coimbra, o aluno com três matrículas é chamado de puto ou putisa, ou seja, é quando já pinou com todo o mundo da respectiva faculdade (e talvez também das outras todas) os Papás devem estar orgulhosos.

A hierarquia da Praxe académica é muito curiosa: quanto maior o número de chumbos do praxista, mais poder terá dentro da Praxe. Imaginemos: uma Licenciatura em Portugal (Pós-Bolonha) tem entre 3 a 5 anos (dependendo do curso): o Veterano tem de ter o dobro dessas matrículas, e é um dos "títulos" a que todo o mundo é obrigado a obedecer. Então, no fundo, a Praxe é a glorificação da burrice e da estupidez.

Práticas[editar]

Nada melhor para integrar os novos alunos no ambiente universitário do que humilhá-los publicamente e insultá-los com os mais variados sinónimos de animais ruminantes, porque lá está, segundo a lógica praxista, o "caloiro" não "sabe nada" (do tipo Jon Snow de Game of Thrones), é "burro" (mesmo que tenha uma média superior ao do idiota que o está a praxar): neste ponto, há que concordar com o praxista, pois o aluno do primeiro ano que aceita ser praxado já demonstra grandes sinais de burrice e retardamento mental com tendências sadomasoquistas.

Mas no próximo ano, o "caloiro" vai deixar de o ser e das duas uma: ou desistiu da Praxe após o primeiro mês porque percebeu a merda que aquilo realmente é, ou permaneceu na carneirada e neste segundo ano vai ser praxista, num eterno ciclo vicioso.

As práticas da Praxe académicas são variadas, mas todas roçam o mesmo: a humilhação e inferiorização do aluno do primeiro ano por um bando de otários vestidos de morcegos á lá Harry Potter, que, na grande parte das vezes, nem conhecem as regras da Praxe, e praxam sem terem a capa traçada, entre outras coisas.

  • Andar de joelhos pela rua, faculdade, etc. (o chamado "por de quatro");
  • Andar a correr e a gritar ao mesmo tempo (porque se riu, porque chegou atrasado, etc.);
  • Ter de reconhecer autoridade a quem não a tem (amigos, para serem "doutores" têm de ter doutoramento);
  • Simular posições sexuais;
  • Rebolar em encostas de lama, de merda, no esgoto...;
  • Comer porras e outras nhanhas que os praxistas lhe dão;
  • Ser banhado em merdas variadas;
  • Faltar às aulas para irem à Praxe;
  • Ser obrigado a beber álcool carrascão;
  • Fazer teatrinhos ridículos;
  • Entrar em competições estúpidas de gritos com as praxes dos outros cursos;
  • Andar pela faculdade aos berros e a cantar as suas músicas ridículas.

Consequências[editar]

Praxe4.jpg

O Ministério da Saúde adverte para os efeitos nocivos da Praxe para a saúde humana, entre os quais:

  • Atrofio mental;
  • Retardamento;
  • Obediência cega (a otários com PDM Puta da Mania);
  • Perda de identidade individual (agir como o carneiro que você é);
  • Promoção de hierarquias;
  • Pessoas maiores de idade a agir como crianças da Escola primária (nem seu Irmão mais novo de 5 anos deve fazer essas porras);
  • Promoção de consumo de álcool carrascão (ninguém merece ser obrigado a beber vinho de má qualidade);
  • Arrogância;
  • Taxa de mortalidade real (em Portugal já vários alunos morreram na sequência de praxes);
  • Promoção de Homofobia e Machismo;
  • Achar que estar no segundo ou terceiro ano de uma Licenciatura já lhe dá o direito de ser chamado de "doutor" (ou que os outros têm a obrigação de lhe chamar "doutor" quando acabar essa bendita Licenciatura);
  • Estar-se a cagar para o aumento do preço das propinas ou redução das Bolsas de estudo, mas a Praxe é que não pode ser proibida;
  • Encher o saco e infernizar a paz alheia;
  • Estar a ser praxado e a praxar às 8 da manhã, mas nunca iria acordar tão cedo para ir para as aulas;
  • Estar na universidade não é acerca de tirar um curso, é sobre a Praxe (depois queixam-se que vão parar ao fundo de desemprego, 'tadinhos)

Praxistas[editar]

Os praxistas são uns seres tão merdosos especiais que merecem ter um artigo próprio:

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Praxista

Anti-Praxe[editar]

Típica militante anti-praxe.

Como o nome indica, o "anti-praxe" é todo aquele ser humano que é contra a prática da Praxe académica: e tanto podem ser aqueles que estão Cagando e andando para essa porra, como os anti-praxe militantes, que se tornam tão ridículos quanto os próprios praxistas.

  • Podem criar semanas alternativas às Latadas e às Queimas das Fitas, semanas de recepção aos alunos do primeiro ano com várias actividades de convívio que não envolvem humilhação;
  • Ou então, andar com tentativas de boicotar as celebrações académicas, a encher o saco aos demais, com distribuição de panfletos, colocação de manifestos anti-praxe na rádio, grafitando as paredes da universidade, encher de lixívia fontes onde sabem que os praxistas vão mandar os "caloiros" entrar...

Enfim, é claro que em cada anti-praxe existem filiações comunas, anarcas e feministas.

Afiliados[editar]


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Praxe académica possui um refinadíssimo senso de vadiagem.

Sabe muito bem como fingir que trabalha, mas faz porra nenhuma de útil.

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