Professor de filosofia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar


Hammer and sickle.png Este artigo foi aprovado pelo Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética como sendo livre de conteúdo subversivo.
Típico professor de filosofia.

O professor de filosofia é aquele cara de meia-idade, gordo, viado e meio barbudo cuja função é ensinar para os alunos as melhores maneiras de fumar maconha, de oferecer a bunda e de fazer protestos contra o capitalismo e os governos que adotam este sistema. O professor de filosofia pode se unir com o professor de história e com o professor de geografia para formar o Megazord do socialismo, cuja manutenção é feita com o dinheiro público, claro.

Características[editar]

Os professores de filosofia são invariavelmente homossexuais, talvez porque estudaram tanto sobre a filosofia na Grécia Antiga que ficaram curiosos para saber porque a sodomia e a pederastia eram algo tão popular naquela época.

Já dizia o velho deitado, Cquote1.svg a barba faz o filósofo Cquote2.svg. Seguindo esta filosofia moderna, os professores de filosofia sempre deixam a barba crescer, talvez porque isso os deixe com cara de intelectual (ou porque eles gostam quando seu macho fica puxando a barba no momento do boquete). Por essa e outras características, o professor de filosofia é considerado um professor de história que ainda não está mumificado.

O mesmo professor de filosofia acima ensinando pra um aluno como preencher o oco existencial na alma.

Os professores de filosofia não estão presentes em todos os ambientes escolares, por serem redundantes. Em algumas escolas, as aulas de filosofia ficam a cargo dos professores de história, que possuem as mesmas características e linha de pensamento que os professores de filosofia. Tudo uma estratégia do sistema capitalista opressor que nega aos alunos o direito de aprender filosofia e dormir em sala de aula, para colocar na grade aulas extras de matérias menos importantes, como português ou matemática.

Aulas[editar]

Teoricamente os professores de filosofia deveriam ensinar sobre as linhas de pensamento filosófico construídas ao longo da história da humanidade, passando desde a Grécia Antiga até o Acre atual, auxiliando assim na construção do pensamento livre do aluno, mas na prática eles enfiam o currículo escolar no cu (assim como enfiam quase qualquer coisa), e promovem em sala de aula sempre os mesmos debates que quase sempre terminam em pancada.

Após as aulas dos professores de filosofia, os alunos aprendem muitas coisas, sendo as principais "como conversar gritando", "como dar o cu sem doer" e "como bolar um fininho sem perder nenhuma grama do produto". E coisas como epicureísmo e estoicismo ficam sendo apenas nomes engraçados inventados por burguês safado.

Ver também[editar]