Quilmes (cerveja)

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La hinchada del Boca Xuniors há assegurado que esto artículo és un lerrítimo arrentino porteño, y por eso, és lo más merrór de la Desciclopédia, así como Maradona és merrór que Pelé.


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Argentino sobre Cerveja Quilmes
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Você sobre Cerveja Quilmes

A Quilmes é a cerveja mais popular na Argentina, e apreciada apenas por este povo. O efeito causado pelo consumo é uma das principais causas de seu limitado consumo fora de terras portenhas, o que será explorado com maior profundidade (ui!) mais adiante.

História[editar]

Urina engarrafada, também conhecida como Cerveza Quilmes.

A Cerveja Quilmes foi criada em 1888, por um alemão chamado Otto Bemberg. Referido cidadão havia chegado um par de anos antes ao país, e estava tendo dificuldades de adaptação ao modo de vida arrogante local. Sonhava em retornar à Alemanha, mas, como ocorria com todo e qualquer imigrante, não tinha dinheiro suficiente para comprar as passagens, que eram assustadoramente caras. Então, juntou alguns trocados que ainda lhe restavam e comprou lúpulo, malte e cevada. Com algumas bacias velhas, uns funis semi-enferrujados, e muita vontade de sair correndo daquele país de merda vencer na vida, ele fabricou alguns litros de cerveja, e começou a vender para a vizinhança. Os argentinos, acostumados a tomar vinho feito com uva azeda, vibraram com aquela bebida, mesmo com a grande quantidade de cuspe que o amargurado fabricante colocava naquele líquido dourado. Em 1890, enfim, surge a Cervecería y Maltería Quilmes. O nome foi dado dessa forma porque era algo que o alemão conseguia pronunciar decentemente, além de ser a cidade onde a empresa surgiu.

Ao longo dos anos, a cervejaria cresceu e prosperou, tornando-se a líder absoluta no ramo. Dizem que, como técnica de embelezamento, Evita Perón tomava banhos de imersão em uma banheira cheia de Quilmes, e o presidente Fernando de la Rúa tomava vários copos da bebida antes de ter reuniões com a sua equipe econômica, em 2001. Justamente nesse ano, com uma certa crisezinha insignificante que abalou a Argentina por uns dias, meses, ah, uns aninhos; a Quilmes entrou em crise. Vários empregados foram demitidos, as vendas diminuiram, um horror. Eis que, por ironia do destino, a empresa foi comprada, em 2006, pela brasileira AmBev e, desde então, a prosperidade retornou. Contudo, há indícios de protestos entre alguns consumidos, de fato fundamentados, pois, segundo institutos de pesquisa incompetentes, a quantidade de cuspe da receita original aumentou uns 250% desde a tupiquinização da marca.

Dose mínima de Quilmes antes de ir para uma festa na Argentina. Acredite, você irá precisar de muitas mais para encarar as belezinhas que encontrará por lá.

Características[editar]

É um cerveja um tanto quanto aguada, levemente salobra, talvez pelo fato de ser produzida com água do rio da Prata. A coloração, bem clarinha, lembra certas coisas que é bem melhor não citar. Ela é vendida em várias versões, entretanto, a garrafa de um litro é clássica, visto que ela exerce um papel de inclusão social assaz relevante, pois motiva a população masculina a dar atenção para uma contundente comunidade feminina que é historicamente excluida devido a suas características físicas que diferem do padrão de beleza esperado, o que é uma realidade na pátria portenha.

Vários países do mundo proíbem o consumo dessa cerveja, devido a argentinização causada em quem bebe. Ou seja, quem toma Quilmes começa a se comportar de uma forma bastante peculiar, falando impropérios livremente, adotando a falta de educação como modo de vida e, em casos extremos, que já beiram a overdose, dizer que Maradona é melhor que o Pelé.

Ver Também[editar]