Rauma

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Ele joga hökkei, frekkuentta saunas, chuppa salmiakki, usa o mesmo jino dos esttönjanos, louva Heävy Mettal e dettestta huusos! Näo vandaliize, ou te faremos se suycidäär!
Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


A Rauma é uma cidade na Finlândia. Como todo centro histórico, o lugar é bastante velho. Não chega a atingir a idade da Dercy Gonçalves, mas ele tem idade semelhante a da sua avó. A Rauma Antiga, diferente das construções de outros centros históricos, é feita de madeira. Tudo é de madeira. As árvores de lá são de madeira. A escola de Rauma é feita de madeira, o que facilita aos alunos a destruírem usando uma fogueira.

Um dia quente em Rauma.

Você provavelmente não sabe o problema de um monte de casas serem de madeira. É que qualquer incêndio pequeno que ocorrer em uma floresta próxima transforma a cidade em uma fogueira gigante, matando todos os que estiverem por perto. As construções em madeira só foi permitida porque na Finlândia o frio impede que o fogo quente exista, o que evitaria incêndios quentes que destruiriam as casas.

História[editar]

O centro de Rauma tem uma história sombria. Ninguém sabe ao certo como surgiu ou quem criou Rauma, já que as madeiras que seriam examinadas pelos historiadores para desvendar esse mistério se decomporam a muito tempo por fungos mutantes que resistem ao extremo frio congelante. Acredita-se que os primeiros habitantes a chegarem por lá foram religiosos bárbaros que fugiam da Igreja Católica.

Na época, a matéria-prima mais abundante da região era madeira e neve. Como o gelo é gelado demais para os humanos, a cidade foi feita em madeira. Obras em madeira não são seguras contra incêndios, mas o frio finlandês faria o papel de eliminar qualquer incêndio ou fogo. A vida em Rauma foi comum até que acidentalmente o governo finlandês joga uma bomba recem-desenvolvida em Rauma. Essa bomba produzia uma bola de fogo que resistia a neve, ao gelo e ao frio, queimando qualquer um.

O aquecimento global ajudou a bomba a queimar todas as construções da cidade. Por sorte todos os habitantes de lá estavam de férias no Caribe no momento da explosão. Consequentemente, Rauma sumiu do mapa por um longo período de tempo. A cidade foi reconstruida, mas houve um novo incêndio, dessa vez causado por um meteoro que caiu do céu. Rauma foi reconstruída novamente. A insistência em manter as casas de madeira foi reconhecida pela UNESCO, que deu ao centro velho de Rauma o título de patrimônio mundial.