Religião Asteca

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Night creature.JPG Religião Asteca surgiu das trevas!!

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Você sobre conhecer as ruínas das cidades Astecas

O sol apagado e, só?

Religião Asteca ou Mitologia Asteca corresponde ao conjunto de sacrifícios cultos religiosas praticados pelos astecas antigos, que viviam em regime teocrático ou "nosso líder é Deus". O imbecil com cargo de rei exercia o poder divino por meio de leis, funcionários e as escolas de Ensino Médio. O primeiro rei se dizia fracassado o suficiente para apagar o sol, como os astecas gostavam muito de se bronzear acabaram o seguindo e aos seus filhos, que teriam herdado o poder.

O sol se apagou quatro vezes[editar]

Da mesma forma que outros povos indígenas, como os maias, os astecas supunham viver a era do quinto sol. As quatro anteriores haviam acabado em catástrofes. Isso era a justificativa para capturar inimigos e sacrificá-los aos deuses, pois os deuses precisavam de sangue para que o Sol não se apagasse. Na era do primeiro sol todos os astecas viviam felizes e sem guerras ou sacrifícios, porém o sol não gosta das coisas assim na manhã, e quis mostrar quem é que manda e se apagou. Na segunda era do sol, um índio chamado Jeremias foi quem apagou o sol para zoar com seus amigos do boteco asteca. Na terceira, um índio chamado Haua Haua esqueceu de cortar o pinto do sacrificado e causou a fúria do deus sol que se apagou. A quarta era do sol ninguém sabe porque o sol se apagou.

A quinta era do sol e os sacrifícios Humanos[editar]

A top-model asteca mais bem paga de todos os tempos.

Os mortos em sacrifícios, como os que morriam em combate, tinham sua entrada garantida no império do Sol. Os mortos comuns iam para um lugar subterrâneo chamado Mictlan, para abraçar o capeta. Um dos tipos de Cerimônia de Sacrifício Humano era: Que o mais bravo dos prisioneiros de guerra fosse sacrificado tocando flauta pelado no cortejo, enquanto quatro belas moças se divertiam com seu orgão genital que brevemente seria decepado e entregue ainda ereto aos deuses. ..

Deuses astecas[editar]

Metztli e Tonatiuh no seu ato de amor
O que a panelinha de Chalchiuhtlicue e Tlaloc gostavam de fazer com as plantações dos pobres astecas

Haviam divindades provenientes de diversas culturas. A classe dirigente louvava suas divindades guerreiras, enquanto os camponeses atribuíam a fertilidade ou as calamidades aos deuses agrícolas.

  • Tonatiuh

Sol, considerado como primeira fonte de vida. É o prefeito dos deuses.

  • Metztli (ou Yohualticitl)

"Senhora da Noite": deusa da Lua. Tentava chavecar o deus sol, porém ele sempre fugia de suas garras até inevitavelmente transarem no eclipse.

  • Mictlantecuhtle

"Senhor do Inferno" era o deus da morte e do reino da maldade e das sombras. Está representado nas pinturas como um monstro horrível com a boca enorme, onde caíam os espíritos da morte. Sua horrenda morada se conhecia como Tlalxicco (a morada do capeta).

  • Chalchiuhtlicue

Deusa da água, esposa de Tlaloc. Gostava de destruir as plantações deixando os astecas meses sem chuvas.

  • Tlaloc

Deus da chuva e da tempestade. Esposo de Chalchiuhtlicue. Os dois faziam uma panelinha atazanar as plantações.

  • Chicomecoati

"Sete serpentes", associado com o governo. Era o Deus da corrupção, venerado pelos políticos até hoje.

  • Ethecatl

Deus do vento. Gostava de provocar furacões para atazanar os astecas.

  • Huitzilopochtli

Deus da guerra. Gostava de provocar conflitos entre os povos vizinhos só pra ver o circo pegar fogo.

  • lxtlilton

Deus da medicina e cura. Irmão de Macuilxochitl. Sempre falhava nas suas tentativas de curar os índios doentes.

  • Macuilxochitl

Deus do bem-estar e da boa sorte. Irmão de lxtlilton. Ao lado de seu ~irmão, sempre falhava em proporcionar sorte para os índios desafortunados.

  • Omacatl

Deus da alegria e da diversão. Era venerado principalmente por aqueles que viviam bem e pelos ricos, que celebravam grandes festas e orgias. Também participava de putarias de todos os tipos com todas as deusas astecas.

Esse era o tipo de diversão que Nanahuatl atazanava com os índios astecas
  • Nanahuatl (ou Nanauatzin)

Deus das enfermidades da pele, como a lepra. Esse Deus adorava encher as populações astecas com Sarna, lepra e outras feridas. Esse era o seu prazer.

Ometochtli mais sóbrio do que nunca.
  • Ometochtli

Deus da bebida e embriaguez. Chapava o globo todos os dias. Acordava bebendo pinga, almoçava bebendo cerveja e dormia bebendo vinho. Mastigava umas folhas de coca durante todo o dia e de vez em quando fumava um baseado.

  • Opochtli

Deus sagrado dos pescadores e caçadores. Adorava confundir os caçadores, fazendo falsas pegadas. Era uma espécie de curupira asteca.

"Serpente-Plumada" deus da civilização e aprendizado, um dos mais significativos deuses dos astecas. Confundia a cabeça dos estudantes, fazia as colas serem descobertas e os estudantes sempre se ferravam.

  • Tepeyollotl

Deus dos movimentos sísmicos e terremotos. O seu maior prazer era destruiar as cidades astecas em poucos minutos

  • Tezcatlipoca

Deus da noite e da magia. Associado também com o destino dos homens e com a realeza.

  • Tlazolteotl

Deus da imundície, comedor de porcaria. Erradicava o pecado humano.

  • Tonantzin

A Terra, a "honorável avó". Era um véio surdo e corcunda.

  • Xilonen

Jovem espiga-de-milho, associado com o governo. Era um milho verde que os astecas perseguiam para fazer cural e pamonha

  • Xiuhtecuhtle
Armas primitivas utilizadas pelos guerreiros astecas, em suas cidades.

Deus do fogo. Tinha fogo no cu. Era uma bicha loca que rebolava tentando achar um deus que comesse seu toba.

  • Xochiquetzal

Deus da sensualidade. Era uma bicha enrustida que de dia era um deus quase normal, porém toda noite soltava a franga.

  • Xolotl

Deus do sacrifício humano. Esse era um deus foda. Nenhum deus chegava perto.

  • Yacatecutli

Deus dos viajantes da classe mercantil. Seu prazer era confundir as contas dos comerciante e causar prejuízos para todos os lados.

  • Centeotl

Deus com chifre. É uma espécie de diabo com cabeça de bode.

Calendário Asteca[editar]

O calendário asteca tem 20 meses de 13 dias...peraí, 20 x 13 são 260...vai entender.

No calendário se encontram representadas a cosmogonia e a cronologia dos astecas. Ao centro destaca-se o Sol (Deus Tonatiuh) sedento de sangue e jovens virgens com o signo Nauiollin, símbolo do nosso universo.

Os quatro braços da Cruz de Santo André, correspondentes ao signo Ollin, contêm os símbolos dos quatro antigos Sóis.

Em torno destes hieróglifos, círculos concêntricos mostram os signos dos dias (vide abaixo), os anos, representados pelo glifo Xiuitl, composto de 5 pontos, sendo 4 em cruz e mais outro no meio e, enfim, duas "serpentes de turquesa", isto é, os dois períodos de 52 anos que correspondem aos 65 anos do planeta Vênus, os dois constituindo o ciclo de 104 anos denominado Ueuetiliztli.

Os astecas tinham conhecimento precisos sobre a duração do efeito da cachaça ano, a determinação dos solstícios, as fases e eclipses da Lua, a revolução do planeta Vênus e diversas constelações, como as Plêiades e a Grande Ursa.

Eles atribuíam uma atenção especial à menstruação mensuração do tempo, numa aritmética que tinha como base o número 24 (ui!!).

Ao fim de cada período de 52 anos, acendia-se o "Fogo Novo" no cimo da montanha de Uixachtecatl. Isto era denominado "liga dos anos". Era comemorado como um verdadeiro Reveillon místico com sacrifícios, danças, renovação de utensílio domésticos etc.

Na verdade, esse calendário é a maior viagem, só servia para eles e só eles acreditavam nele. Ainda bem que não vivemos naquele tempo, pois se assim fosse, o ano teria 260 dias e você seria mais velho do que é hoje!

Ver também[editar]