Ruralista

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Dalai Lama sobre Ruralista

Ruralista é o nome dado a um seleto grupo de pilantras e criminosos ambientais que não costumam ser punidos pela legislação. No Brasil, a Bancada Ruralista é uma famosa organização criminosa criada para defender os interesses de latifundiários, grileiros e desmatadores ilegais que tem como principal objetivo destruir as florestas brasileiras, culpar o Greenpeace pelas queimadas na Amazônia e acusar qualquer iniciativa que visa a proteção do meio ambiente como sendo financiada pelo George Soros. Composta pelas figuras mais bizarras e intelectualmente atrasadas do cenário político brasileiro, a bancada ruralista trabalha diariamente para destruir leis ambientais, extinguir espécies ameaçadas e derrubar árvores para plantar soja.

Alinhamento político dos ruralistas[editar]

Historicamente os representantes ruralistas no Congresso e no Senado vivem fazendo barracos pela flexibilização de leis ambientais, as quais costumam ser um verdadeiro empecilho em sua empreitada de devastar tudo para poder plantar soja transgênica e exportar para países que não tem mais condições de fazer isso por não possuírem mais florestas em seu território.

O principal motor para todas as ações dos ruralistas é obviamente o lucro. Passa presidente, entra presidente, a bancada ruralista sempre se mantém firme e forte, sempre encontrando respaldo no Governo do Brasil para continuar existindo. A maior parte dos membros da bancada ruralista pertence, publicamente, aos partidos do dito centrão e da direita política, os fiéis representantes do capitalismo selvagem e da destruição ambiental.

A esquerda institucional, por sua vez, adora se apresentar como defensora das pautas ambientais para ganhar votos dos ecologistas, mas por debaixo dos panos é só mais uma grande e hipócrita apoiadora dos ruralistas, sempre tentando dialogar (lê-se "concedendo cargos") com esses que não merecem diálogo, e sim uma dama de ferro. No final das contas, tanto a esquerda como a direita estão fortemente alinhadas com os ruralistas, já que a morte de todo o ecossistema brasileiro é um preço justo a se pagar para continuar enriquecendo e deixando seus cofres cada vez mais gordos.

Características[editar]

Um típico ruralista brasileiro com sua ferramenta de trabalho, pronto para invadir ilegalmente mais uma área ambiental protegida e preparar o terreno para criação extensiva de gado e plantio em larga escala de soja e milho.

A psicopatia costuma ser um sintoma recorrente daqueles que sofrem de Síndrome do Ruralismo Crônico, sendo que o principal lema dos ruralistas é "ambientalista bom é ambientalista morto". Afinal de contas, defender o meio ambiente é coisa de comunista. Um ruralista, cidadão de bem e cristão de verdade tem que mostrar todo seu amor a Deus destruindo tudo o que ele criou. E se você discordar, você irá para o Inferno.

É muito comum políticos ruralistas defenderam anistia a multas milionárias de grandes latifundiários e proprietários de terra que estão atolados até o pescoço em infrações e crimes ambientais. A bancada ruralista também atua como a principal linha de defesa de grileiros, psicopatas vagabundos que diariamente invadem terras alheias e clamam como suas, algo de nível dos sem-terra, com direito inclusive a falsificação de documentos. Muitos desses indivíduos estão envolvidos inclusive em crimes mais graves, mas os políticos ruralistas estão sempre dispostos a ignorar esse fato.

O agronegócio é o setor mais retrógrado do Brasil, o que faz dele o habitat natural dos ruralistas. Como obrigar pessoas a realizar trabalho escravo nas grandes fazendas é crime, os ruralistas idealizaram uma iniciativa pela criação em massa de mutantes, para que esses possam trabalhar em suas propriedades sem que haja alguma punição na legislação. Para isso os ruralistas defendem piamente a utilização em massa de veneno agrotóxicos, sob a falsa alegação de que seu objetivo é controlar pragas.

Eles acreditam piamente que uma hora ou outra tais substâncias atuarão como catalisador para o surgimento de mutações que criarão o servo perfeito, para quem não precisarão pagar salário e que será completamente submisso e alienado aos seus caprichos. O extermínio das abelhas, a extinção de espécies e a alta incidência de câncer na população são sacrifícios justos a se pagar, já que não se pode fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos.

Anti-intelectualismo[editar]

Boa parte dos ruralistas também são conservadores e tiozões do Zap. Como consequência disso eles são naturalmente portadores de toda burrice possível de ser acumulada por um ser humano, não se dando conta de que sem florestas não existe chuva, e sem chuva não existe seu tão amado milho. Sua visão escassa e limitada de mundo, fruto de anos e mais anos de ignorância, aulas matadas e falta de estudo básico não lhes permite compreender que o lucro imediato gerado pela destruição das florestas não vai servir para porra nenhuma quando não existirem mais árvores para regular o ciclo da água.

Negacionismo faz parte do pacote, e como tal é uma rotina os ruralistas negarem alterações climáticas e estudos científicos. Pelo contrário, se você é ruralista não deve sob hipótese alguma se apegar a qualquer conceito científico, pois Ciência é coisa de comunistas-esquerdistas-petralhas-ateístas-abortistas financiados pelo George Soros e pelo Leonardo DiCaprio. Um ruralista de verdade deve defender conspiracionismos baratos com unhas e dentes e difundir a ideia de que índios e quilombolas são meros vagabundos querendo atrapalhar o progresso econômico.

Também é crucial para um ruralista ler o livro Psicose Ambientalista de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, um príncipe falido que quer o retorno da monarquia brasileira para ser sustentando pela população enquanto não faz porra nenhuma, já que ele não gosta de trabalhar, só de relaxar. Muitos ruralistas levam o negacionismo científico muito mais a sério do que deveriam, e não se torna incomum que acabem partindo para drogas mais pesadas, como ler as obras do astrólogo Olavo de Carvalho, patrono dos burros e dos jumentos, e acreditar na Terra Plana.