São Sepé

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa


Cquote1.png Você quis dizer: Santo sem pé Cquote2.png
Google sobre São Sepé
Cquote1.png O mundo é uma porção de terra em volta de São Sepé Cquote2.png
Galileu Galilei sobre São Sepé
Cquote1.png Veio um terremoto e "alevantou" todas as telhas da minha casa Cquote2.png
Relato de uma sepeense sobre o tornado que atingiu a cidade

São Sepé é uma cidade não muito conhecida pertencente ao Interior dos Pampas. Tem uma população aproximada de 15.000 para 18.000 habitantes, sendo sua grande maioria índios seguidores do tão conhecido cacique Sepé Tiaraju.

Características gerais[editar]

As características que identificam a cidade de São Sepé e o povo sepeense é o fato de serem pessoas extremamente primitivas, que mantem contatos apenas com as suas tribos. São pessoas que seguem rigorosamente as tradições índigenas, motivo pela qual a cidade tem grande admiração e apoio da FUNAI.

A cidade começou a aparecer no cenário estadual e nacional após as seguidas chuvas que castigaram a cidade e conseqüentemente destruíram grande parte das ocas. O município também é conhecido por ser o maior centro mundial de filhinhos de papai, raça representada por alguns índios desocupados que vivem às custas dos papais e como recreação pegam o carro dos véios pra ficar andando em círculos pela cidade. A tribo mais notável é a Cotrisel que foi delatada 33 vezes na Java Jato.

Fogo de chão, o símbolo máximo da cidade, que está aceso à duzentos anos, e já acendeu centenas de baseados para a galera, ou seja, possui notável papel sócio-cultural junto a comunidade.

História[editar]

São Sepé, há aproximadamente 69 trilhões de anos era pertencente ao estado do Amazonas, porém devido as grandes erosões e descargas elétricas (raios) provocados pela natureza, a cidade acabou vindo parar no sul.

São Sepé passou então a ser dependente de Caçapava do Sul, onde foi considerado vila até o ano de 1869. Sua emancipação veio após muitas brigas e até mesmo guerras. Surgiu então o grande guerreiro da tribo, Sepé Tiaraju, nome pela que a cidade até hoje agradece e faz oferendas.

Ele ficou conhecido por conseguir matar 150 filhinhos de papai em um único dia, tornando-se um herói sem contestações. Após a emancipação foi o grande responsável pela criação de diversas ocas que até hoje estão em bom estado de conservação para abrigar os sepeenses.

Imagem do grande cacique Sepé Tiaraju, ícone considera um Deus para os sepeeses.

Economia[editar]

A economia de São Sepé está fundamentada na caça e pesca de subsistência, e também na produção de produtos artesanais como cadeiras, cestos, etc. O principal meio de transporte da cidade é a charrete. A locomotiva à vapor viria para revolucionar o setor, chegando à cidade apenas no ano de 2000. Foram doados também alguns fogões a lenha, porém os índios não conseguiram adaptar-se, continuando a consumir os produtos de forma in natura.

Atualmente, outro setor da economia vem gerando renda para a população: os puteros. A iniciativa (privada) está sendo muito bem aceita entre as culturas dos indígenas (já que os indios não precisam arriscar suas vidas travando batalhas para fuder bastante se divertirem, e sempre que podem dão uma "passadinha" por lá.

São Sepé também é marcada pela debanda populacional, são índios com o sonho de conhecer a cidade e suas tecnologias. As cidades mais procuradas são: Caçapava do Sul, Rio Pardo, Santa Maria, Bagé e em menor número, Santana do Livramento, Dom Pedrito, Trigolândia, Torquato Severo, Santa Vitória do Palmar, Bossoroca e Panambi.

Turismo[editar]

Não existe atrações turísticas em São Sepé que atraiam turístas, porém alguns lugares merecem um certo destaque, como as ocas construídas na época da emancipação, o fogão-de-chão (uma fogueira mantida a mais de 200 anos acesa, por motivo ainda não conhecido) e também a praça Mercês, a única praça do pequeno município, que é considerada a mais elogiada, mais frequentada e a mais admirada praça da cidade. Outro lugar também conhecido é a fonte da Bica com seu lema: "quem desta água beber, aqui voltará" ou "aqui morrerá" já que a água contém grande quantidade de coliformio fecais.

Eis a praça mais famosa da região, por seu característico aroma e palco de divertidas interações entre grupos de amigos fraternos de bairros diferentes.

Tragédias[editar]

São Sepé ficou conhecida mundialmente pelas duas tragédias causadas por grandes chuvas que atingiram a cidade no ano de 2009, foi matéria até na Rede Globo. Alguns especialistas dizem que este fenômeno foi causado devido a dança da chuva, feita em uma cerimônia pelos índios. Cerca de 1200 casas e ocas foram destruídas, ou seja, aproximadamente 90 % da cidade. Outra trajedia que se repete ao longo dos anos, são os atentados realizados pela rede terrorista al-qaeda ao Colegio Estadual São Sepé, CESS. A rede ficou sabendo que essa instituição costuma formar indios que serão grandes pensadores e lideres mundiais. Com medo que a cidade se torne uma grande capital de influencia mundial, eles estão reprindo e exterminado as pessoas que possam tornar isso possivel.

Gírias Sepeenses[editar]

  • Charque, caquedo ou mondongo - mulher feia, assim como a tua irmã;
  • Farpar o arame ou grudar - significa, durante as festas, dar uns amassos, ou algo do gênero (incluindo charques);
  • Meter o freje com as percantas - Ir à uma festa em busca de meninas ou assemelhados;
  • Percanta ou Tchanga - moças bonitas, atrativas, ou não;
  • Freje ou fervo - agito, festa;
  • Capivara, catirana - puta;
  • Canelinha de pedreiro - cerveja gelada;
  • Broto e Brota - alguém interessante do sexo oposto, prefencialmente;
  • Fala com a minha mão - quando alguém começa a falar bobagens/mentiras;
  • Mandar arroz para Cachoeira - antigamente, a cidade de Cachoeira do Sul recebia grandes quantidades de arroz de outras cidades, incluindo São Sepé. Dessa forma, os caminhoneiros sepeenses, muito espertinhos, aproveitavam-se da situação de labuta obrigatória para dar uma interagida com as mulheres cachoeirenses. Desde então, toda vez que um sepeense vai fazer uma maldadezinha básica com a namorada, recorda-se do passado arrozeiro-sexual da cidade.

Curiosidades[editar]

O Famoso cartaz do Bar do Léo
  • O que vem assustando os moradores da "cidade", é o aparecimento de "lobisomens".

Segundo o depoimento de uma jovem estudante de Eng. de Produção que foi fazer turismo em São Sepé, um bicho aparentando ser um "cachorro grande" teria atacado ela na entrada da tribo em que residia anteriormente.

  • Alguns artistas conhecidos, como os da banda Nenhum de Nós, Pepê e Neném, e o grupo Olodum da Bahia já fizeram apresentações em São Sepé.O grupo de músicos que mais faz sucesso é o Cachasamba, muito conhecido na região. Já quando falamos em blocos carnavalescos, apesar dos muitos existentes o mais conhecido é o "Bloco Originais", que vem conquistando os sepeenses e que atualmente já é o maior da "cidade" com 14 integrantes.
Típicos espécimes sepeense
  • Existem boatos da existência de uma boca de fumo no internato das irmãs do Colégio Madre Júlia, onde rola muito crack e sexo anal com punhos.
  • Tem também o histórico Bar do Léo, onde é expressamente proibido fazer o nº 2, como podemos ver na foto abaixo! Nunca um bar resiste muito tempo em funcionamento na cidade, devido aos péssimos hábitos dos locais, como o de não pagar suas contas. Além disso, um sepeense que se preze gosta de uma novidade, como saunas gays, carpetas de truco valendo o toba, bares de jogo de bisca (que é um obscuro jogo de cartas inerente à localidades subdesenvolvidas), puteiros, e demais atividades de lazer sadio.
  • Há também a fonte da bica. Sepé, com seu cajado feito de ouro (roubado de outras terras) o cravou na atual localização da fonte e disse: "Aquele que dessa agua beber a essa terra irá voltar". Chuck Norris bebeu 10 litros e teve uma diarreia quase mortal. Ele nunca mais voltou desde então.