Serração

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Google sobre Serração

Não é sobre essa cerração que iremos falar. A propósito, esse tipo aqui é com "C" e não com "S" (aprenda isso pelo menos).

Cquote1.png Experimente também: Neblina Cquote2.png
Sugestão do Google para Serração
Cquote1.png A serração é feita com um serrote! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Serração
Cquote1.png Jura? Cquote2.png
Capitão Sarcasmo sobre o comentário acima
Cquote1.png AAAAAAA! Cquote2.png
Alguém vítima de serração

Apresentação[editar]

Considerado uma dos métodos mais toscos cruéis e selvagens de execução, a serração (não confundir com "cerração" - ou neblina - pois essa é com "C" e a de que falaremos é com "S", aprenda pelo menos isso na sua vida) foi muito utilizada pelas décadas de 1900 e guaraná com rolha como uma pena de morte em que o indivíduo tinha mesmo que sofrer (e muito) para apagar as suas culpas (bom, com esse método sendo praticado, não tinha como ele não sofrer). Pela sua brutalidade realizacional e o sangue frio que somente o Tarado da Machadinha poderia ter e mais ninguém, esse método acabou sendo infelizmente deixado de lado por um longo tempo, sendo que até hoje ele ainda não voltou a ativa como antigamente (pelo menos ninguém vê mais ele sendo praticado), para a tristeza dos mais sádicos, que ainda torcem para que esse método de execução volte com tudo (isso porque não é eles que limpam a cagada depois que essa coisa termina). Conheceremos agora um pouco dessa torturosa (e bota torturosa nisso) e grotesca prática de condenação.

Origem[editar]

A arma da tortura, o serrote.

Hoje em dia, o mundo se tornou um lugar bem mais aprasível de ser viver, até mesmo para aqueles que serão condenados à morte por algum crime bárbaro que cometeu. Atualmente um condenado por crimes totalmente brutais tem direito a uma cela especial, longe de outros presos bem mais perigosos do que ele (ou não, possa ser ele o mais perigoso e tenha que ficar afastado dos outros), banheiro privativo, cama, algumas celas contam até com televisão e DVD, comida três vezes ao dia e, no último dia de sua vida na terra, direito a um padre (para se confessar) e uma refeição daquilo que desejar (de escargô até caviar), tudo por conta dos impostos da população do governo. Mas no passado a coisa era bem melhor não era assim não. O condenado ficava em uma cela minúscula com mais 300 presos (como a do Carandiru), com pessoas barra-pesadas, onde poderia rolar uma morte a qualquer momento (se fosse a do condenado à morte melhor ainda, assim não se perderia tempo em matá-lo mais tarde), sem falar da precariedade dos serviços penitenciários.

Mas é exatamente nessa época atrasada de nosso sistema carcerário que rolava essa condenação bem mais precária ainda, vulgamente conhecida como serração (vulgarmente não, ela era conhecida assim mesmo, não tinha outro nome), pelo óbvio, o condenado era serrado ao meio pelo carrasco, só que bem diferente daqueles truquezinhos de falsários mágicos, em que a pessoa é cortada horizontalmente na barriga, dentro de uma caixa de papelão, e volta ao normal com um "abracadabra" e sem nenhuma cicatriz. Diferente dessas mágicas que tiram o público da poltrona e o fazem bater punheta palmas, a serração não visava a "colação" do condenado mais tarde, após a sentença, sem falar que o modo do "corte" era bem mais específico do que os que os ilusionistas usam em suas tramóias. Além disso, assim como a Forca e a Crucificação, a serração também tinha o seu modo realizacional, nada de ser feita a torto e a direito, se era pra matar alguém, que se fizesse de uma forma bem feita, bonita (para que as fotos fossem parar o Orkut mais tarde, ou no Google imagens) e, se possível, bem limpa, pois não era qualquer um que iria querer limpar toda a sujeira depois.

E a pena é... Serração[editar]

Deve doer um pouquinho isso, não?

Em um dia qualquer (de preferência naqueles bem tristes e com chances de chover no final do dia, ou dias de outono, para dar um drama a mais na história toda, folhas caindo em momento de morte são mara!), primeiramente o condenado era chamado em sua sela, sendo levado para o seu local de execução (de preferência o centro da cidade), onde era julgado diante da população curiosa (para não falar fofoqueira, ou desocupada). Apesar de que esse "julgamento" já nem tinha mais nenhum valor de defesa para o pobre que morreria, afinal, ela já estava condenado a morte mesmo, aparecendo (ou não) alguma testemunha que afirmasse a sua inocência com uma prova cabal. Nesse momento, era apresentado todos os seus crimes, afim de que o povo se revoltasse e ficasse desejoso da morte dele (coisa que sempre era certa de acontecer mesmo). Ele ainda tinha direito de dizer algumas palavras, mas nada de mais, contanto que não passasse do "concordo com a execução, pode mandar brasa pessoal" (se ele fosse além disso, que era o praxe, ainda podia ser chicoteado além de ser serrado, e aí seria muito). Depois do julgamente finalmente terminado, vinha a parte mais divertida da execução propriamente dita e a mais emocionante de todas também.

Primeiramente suas roupas eram todas rasgadas (ou isso poderia ser feito depois, caso eles quisessem demorar mais um pouco o processo todo), deixando o réu completamente nú (sim, nem cueca era permitido), depois o condenado tinha cada uma das suas pernas amarradas por um corda e, de cabeça para baixo, era amarrado a um suporte (de preferência de ferro), tipo aqueles em que se faz exercícios de barra para se ficar fortinho. Depois que suas pernas fossem amarradas nos extremos da barra, era a vez das mãos serem amarradas também, cada uma delas para um lado da barra, ficando ele na posição de um "X" da Xuxa, só que de cabeça para baixo. Ficando então nessa posição bizarra, a tortura se iniciava. Com a ajuda de dois carrascos (sim, esse processo contava com dois), um deles ficava na frente do condenado e outro atrás dele, trazia-se então um serrote motumbístico (daquelas em que é necessário dois para se serrar uma árvore, cada um segurando em uma ponta do serrote) e começavam a serrar a vítima no sentido "norte-sul", ou seja, da "válvula de escape" até a cabeça (se bem que ele nunca chegavam até a cabeça).

Essa cerração é ainda mais bonita do que a da tortura (mas lembre-se, essa é com "C").

Pensemos agora um pouco sobre esse processo (antes que ele termine, lembre-se ainda estamos na parte da vítima começar a ser serrada). Quando a pessoa fica de cabeça para baixo, a circulação do sangue se concentra na cabeça (por isso ela fica vermelha nessa posição), deixando as outras áreas menos irrigadas desse líquido. Por esse motivo, a pessoa demora a morrer, pois a cabeça está sendo bem oxigenada (lembra que o sangue transporta oxigênio? se não lembra, está na hora de estudar mais seu burro). E é pensando desse modo bizarro, e torturante, que esses executores criaram a serração, pois a pessoa demoraria para morrer com ela, ou seja, teria o seu sofrimento prolongado. A serração então tinha início, dá para se perceber que não era uma cena muito agradável para os que tem estômagos mais sensíveis, por isso que eu disse que não tinha como ela ser colada de novo, como em um truque de mágica, pois nesse caso ela é cortada verticalmente. Gritos de dor, choro, e muito sangue voando era o que se via, até que finalmente a vítima morria, sendo que isso geralmente ocorria quando a serra chegava ao umbigo da pessoa (só até aí? Pelo visto o ser humano é muito fraco mesmo, ninguém conseguiu sobreviver até ter a sua cabeça atingida pela serra). Depois que a morte ocorresse, era somente limpar toda a sujeira (que não era pouca) e esperar o próximo.

Ver também[editar]