South Park (jogo)

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Virtualgame.jpg South Park (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, algum sniper deu um Head Shot.


South Park: Rise of the Fuckin' Zombie Shitty Turkeys
Southpark video game cover-1-.jpg

Crianças de South Park impressionadas com a ótima qualidade do game.

Informações
Desenvolvedor Acclaim
Publicador
Ano 1999
Gênero Paintball
Plataformas Nintendo 64 (única versão que interessa)
Avaliação 20%
Idade para jogar Recomendado para maiores de 8 anos de idade mental

Cquote1.png Puta que pariu, a única coisa que se faz nessa droga de jogo é atirar em perus! Cquote2.png
Comprador revoltado sobre South Park, o jogo
Cquote1.png Evil turkeys! Cquote2.png
Kyle Broflovski e sua única fala em todo o jogo.
Cquote1.png Mfmmfpfmppmppmmf fmppmfpm, fmph! Cquote2.png
Kenny McCormick dando sua opinião sobre South Park

South Park é um jogo que tenta imitar sem sucesso as palhaçadas grotescas do seriado homônimo. Lançado para o arcaico Nintendo 64 e com versões piores ainda para PC e PlayStation, o jogo bateu recordes: foi o título que mais trouxe tédio aos jogadores do mundo logo no fim do século passado, tanto que a decepção atravessou o milênio.

História[editar]

O começo da aventura!

Um cometa está vindo na direção de South Park. Como estamos falando de South Park, junto com a poeira cósmica esse cometa também traz perus mutantes, vacas assassinas, clones gigantes, robôs, loiras inteligentes e demais pragas de outro mundo. Comandados pelo Chef, a missão dos pirralhos Cartman, Stan, Kyle e Kenny é deter as forças do mal e parar o cometa antes que seja tarde, tudo isso com o uso de armas de plástico. Nem Duke Nukem faria frente.

O jogo[editar]

South Park é um jogo de canseira em primeira pessoa onde a missão é desbravar cenários enormes de grandes (eu disse enormes de grandes mesmo) munido de armas como bolas de neve, desentupidores de pia e outras babaquices para combater perus mutantes que surgem por todos os lados e te estupram se você não tomar cuidado com eles. A mira também não ajuda em nada e os bônus ficam muito, mas muito longe.No começo você até acha legalzinho(Ainda mais se for fã da série),mas depois que o tédio toma conta das fases e dublagens repetitivas,você começa a ter sono.O que mais irrita é que a maioria dos personagens só são jogáveis no Multiplayer(E não tem diferença entre eles,apenas pela cor do braço).Os personagens são piores ainda,em vez deles reciclarem os personagens do desenho em 3D,colocaram vários círculos e quadrados amontoados formando um monte de merda personagens horríveis,e o pior que no modo Singleplayer,mesmo depois de encontrar seus amigos(Que ficam girando em círculos),eles não te ajudam.Os personagens jogáveis são:

  • Kyle Broflovski: O sem-graça. Só sabe falar "Evil turkeys!"
  • Stan Marsh: Mais sem-graça ainda. Não faz praticamente nada.
  • Eric Cartman: O gordo babaca. Só fica dando volta na tela.
  • Kenny McCormick: Cara que fica gemendo o tempo todo.É aparentemente o único macho do grupo(Apesar da gemeção).

O que fez esse jogo ser uma merda[editar]

Em primeiro lugar,o modo de primeira pessoa tinha que ser opcional,pois algumas pessoas queriam ver os personagens,e não só o braço deles.Não tem diferença nenhuma nos personagens,só muda a cor(Apesar de que no Multiplayer,personagens mais baixos são mais difíceis de acertar,mas quem liga pra isso?).Seus amigos não te ajudam,ao invés disso,eles ficaram girando em círculos e te xingando,pelo menos antes de você os encontrar,depois que você encosta neles e eles viram uma luz(WTF?)e calam a boca,enfim,não servem pra porra nenhuma.Muita repetição no desafio e na dublagem(Por exemplo,a frase de Stan:"Die,evil Turkey,die!!!",é usada por Cartman também,só que editada,já que no show eles são dublados pela mesma pessoa).Fases enormes e inúteis.

Consoles[editar]

Existem 3 versões para esse game. A primeira a ser lançada foi a de PC, que tinha gráficos até bons, mas era impossível de jogar porque o Windows travava a cada tentativa de instalação. A segunda foi a de PlayStation, que foi literalmente uma merda porque os gráficos eram péssimos e não dava para mirar de longe, portanto, também era impossível de zerar. A última e única que agradou a crítica e público foi a do Nintendo 64, na qual os personagens eram formas geométricas, mas dava para jogar.