Star Trek

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Zorak.jpg Você está entrando em um mundo desconhecido nas imensidões da escuridão, onde
ninguém pode ouvir seus gritos!

Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola.
Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha.


Star Trek
Tututuuuu Turururututuuuuu ♫

Tututuuuu Turururututuuuuu
Formato/Género Anomalia espacial da semana e sexo com ETs
Duração Em média 45 minutos, com 15 de comerciais
Criado por Gene Roddenberry
Diretor(es) {{{diretor}}}
Produtor(es) {{{produtor}}}
Apresentador(es) {{{apresentador}}}
Elenco {{{elenco}}}

Narrador {{{narrador}}}
Tema de abertura {{{abertura}}}
Tema de encerramento {{{encerramento}}}
País As 13 Colônias
Rede de televisão Tantas emissoras quanto planetas da Federação
Formato de Exibição {{{formato_exibição}}}
Idioma Inglês e Klingon
Transmissão original {{{p_transmissão}}}
– presente
Qt. de temporadas De 3 a 7 dependendo da série
N. de episódios Quase 800, sem brincadeira
[startrek.com Página oficial]
IMDb
TV.com


Babel fish.gifTraduzindo: Treco Estrela
Babel Fish sobre Star Trek
Cquote1.svg Você quis dizer: Star Wars Cquote2.svg
Google sobre Star Trek
Cquote1.svg Espaço: a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações. Audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve! Cquote2.svg
Capitão Kirk todo santo episódio antes de tocar a música tema
Cquote1.svg Esse artigo cometeu erros inaceitáveis sobre a série! Cquote2.svg
Trekkies sobre Esse artigo
Cquote1.svg Eles não usam dinheiro? Isso é apologia ao COMUNISMO!!! Cquote2.svg
Olavo de Carvalho sobre Star Trek
Cquote1.svg Get a LIFE! Cquote2.svg
Willian Shatner sobre Nerds
Cquote1.svg Star Trek? Adoro! Principalmente aquela cena quando o Vader corta fora a mão do Darth Maul Cquote2.svg
Carla Perez sobre Star Trek
Cquote1.svg Eu não quero quebrar recorde porra nenhuma! Só quero terminar essa subida! Tô apertado, porra! Cquote2.svg
Capitão Kirk sobre escaladas
Cquote1.svg A qual seria...? Cquote2.svg
Spock sobre Capitão Kirk sobre escaladas
Cquote1.svg Hã! Quero cagar! Cquote2.svg
Capitão Kirk sobre Spock sobre Capitão Kirk sobre escaladas
Cquote1.svg Audaciosamente indo onde nenhuma Adriana jamais Esteves Cquote2.svg
Primo Preto sobre Star Trek
Cquote1.svg Parece bastante ilógico. Cquote2.svg
Spock sobre Desciclopédia
Cquote1.svg Fascinante. Cquote2.svg
Spock sobre Desciclopédia
Cquote1.svg Kyaahh... eu amo o casal SpockXKirk. Cquote2.svg
Yaoísta sobre Star trek
Cquote1.svg This is highly illogical! Cquote2.svg
Spock sobre citação acima

Star Trek (Jornada nas Estrelas se você fala brezillien) é um fenômeno astronômico-cosmológico, uma franquia multimídia de ficção científica que se iniciou na Década de 1960 na Terra, um planeta situado no dicionário em algum lugar entre Saturno e Urano. Devido a uma distorção do espaço-tempo, as televisões situadas no planeta Terra começaram a receber transmissões emanadas de uma nave espacial da Frota Estelar. Isso foi confundido com um defeito dos aparelhos, pois a qualidade da história era muito melhor do que se via normalmente na TV, os atores no geral interpretavam bem, alguns dos cenários pareciam ser mais caros que um copo de café e um salgado, e os acontecimentos semanais eram coisas tão diferentes do comum, que dificilmente eram compreendidas por quem normalmente assistia TV.

Apesar do estranhamento inicial, que foi extenso o bastante pra causar o cancelamento da primeira série, Star Trek prosperou e viveu por por tempo o suficiente para se transformar num dos pilares da cultura Nerd, sendo popular o suficiente para que a língua Klingon, um idioma completamente inútil a não ser pra esbanjar o quão virgem você realmente é, se tornasse a primeira/segunda língua fictícia mais popular do mundo (perde só pro élfico do Tolkien e olhe lá). Apesar de sua relativa baixa popularidade na Terra Papagalli, ela é talvez a franquia de ficção científica mainstream mais duradoura da história, estando na área há mais de 50 anos.

Nesse tempo basta dizer que sua influência se espalhou feito a gripe suína pra um monte de coisa, MUITA coisa mesmo. Os coitados que tem o azar de se considerarem fãs dessa parada (que talvez só precisem assister e ler menos coisa que um fã de Kamen Raider ou Gundam) são os Trekkies

Concepção e Produção[editar]

Star Trek começou como uma ideia vaga de um roteirista obeso ex-policial chamado Gene Roddenberry, que queria fazer algum tipo de série que se tratasse de aventuras no espaço, originalmente com caubóis espaciais, o que de pouquinho em pouquinho virou a Federação do produto final. O pitch da parada é que as narrativas funcionaram em várias camadas, assim como um ogro. Além da exploração espacial, aventura, ETs, e tudo que o pessoal curte assistir, também haveriam várias lições de moral e explorações filosóficas, o que o pessoal também gosta de assistir, as vezes.

Ele tentou vender a série pela primeira vez em 1964, para ninguém mais ninguém menos que a Lucy e seu marido cubano do I Love Lucy. Os dois mandaram ele fazer um piloto, o que resultou no famoso episódio The Cage, sobre uma espécie alienígena que coleciona criaturas em seu zoológico pessoal, incluindo humanos. A emissora não curtiu a ideia, muito em parte porque acharam os personagens chatos, então rejeitaram o piloto... ao mesmo tempo que mandarem ele fazer outro. Nesse segundo piloto, Kirk, Scotty e Sulu (aqui ele é médico, depois ele vira só o timoneiro, coitado) apareceram pela primeira vez, Spock não conta porque ele já tava no primeiro.

Star Trek felizmente não precisou passar pela regra de "na terceira vez vai" e o segundo piloto foi aprovado. O resto é muito cancelamento, renovação de contrato, morte de criador, mais renovações, brigas internas, mudanças de estúdio e atores usando cinta história.

Premissa[editar]

A premissa base de quase toda série ou filme de Star Trek é mostrar as aventuras de humanos, ETs e objetos conscientes da Frota Estelar, o braço militarístico pacifista da Federação Unida dos Planetas, uma instituição interestelar ultra democrática que tem como base o Planeta Terra e cujo objetivo principal é a cooperação interplanetária. A Federação teve suas origens quando, em algum momento dos anos 90, uma raça de super-humanos geneticamente modificados tomou controle da terra e fodeu a porra toda. O resto da raça-humana conseguiu ganhar pelo fato de que possuiam uma vantagem em números de 300 milhões para um, congelando essa galera e jogando eles pro espaço ao invés de simplesmente matar geral.

Zephram Cochrane, o primeiro alcóolatra piloto a realizar uma dobra espacial

Completamente desestabilizados após isso, a humanidade se atirou numa Terceira Guerra Mundial que matou metade do planeta a base de bomba. Algumas décadas depois, 2 dúzias de gato miado no meio do nada são capazes de criar um motor de Dobra Espacial, o que atrai a atenção dos Vulcanos, uma raça de elfos aliens avançados que acabam ajudando o que sobrou da humanidade a se reerguer. É da união dos humanos, os vulcanos, e as outras 3 raças vizinhas de psicopatas assassinos, que a Federação original foi formada.

Indo contra os interesses da Federação estão mais meia dúzia de facções interestelares que variam de "Vikings do Espaço" até criaturas mega poderosas que são capazes de brincar com a própria fábrica da realidade. Na maioria das vezes são instituições de espécies alienígenas que por n motivos decidiram mandar a Federação comer bosta. Geralmente acabam inseridas nela após uma série ou duas, como foi o caso dos Klingons, senão simplesmente permanecem numa posição neutra.

90% das vezes os personagens principais são mocinhos gente boa, completamente altruístas, mas que passam por um perrengue ou outro quando surge algum dilema moral na parada, ou seja, todo episódio. Eles geralmente se encontram a bordo das naves de ponta de Federação, a Enterprise e suas variantes sendo geralmente as mais presentes, e com ela partem em direção ao espaço num formato de aventuras serializadas que, na maior parte do tempo, se resolvem em 1 episódio, talvez 2 se for o final de alguma temporada.

As Séries[editar]

A Série Original (1966)[editar]

O bonde original, com direito a Uhura escondida no fundo da ponte

A grande vovó da franquia, mais velha que os hippies. Ela foi criada em meados dos anos 60 pelo pseudo-comunista, pseudo-judeu e 100% gosta de ver mulher peladista Gene Roddenberry. A proposta original não era exatamente de ter a atmosfera "cabeça" que é erroneamente atribuída a ela hoje, e sim de fazer um negócio besteirol semanal, botando o elenco mal pago em qualquer set reutilizável que estivesse disponível na semana pra eles tirarem briga de espada com lagartos do espaço (as armas sempre dão defeito ou não funcionam, vai advinhar).

Na trama, como é explicado todo santo episódio a USS Enterprise recebe uma missão de 5 anos da Federação dos Planetas Unidos de explorar o espaço, a fronteira final, descobrir mundos e vidas novas, audaciosamente indo onde nenhuma Adriana jamais Estevez. Acontece que na maior parte dos episódios, sempre que encontram um planeta novo, a tripulação geralmente descobre que a Adriana, de fato, já estevez lá antes. Senão for a Adriana de fato, é algum coitado pintado de azul/verde/laranja/vermelho, com algum pedaço de borracha preso na testa pra fingir que é um alien, o que não faz muita diferença pro Capitão Kirk, que desce a lenha nas ET de qualquer jeito. Esses "romances" geralmente acabam com a coitada morrendo ou se debulhando em lágrima porque ele precisou ir ali na banca pra nunca mais voltar seu verdadeiro amor é a Enterprise.

Auxiliando ele no que é basicamente o triângulo protagonístico da série, estão Dr. Spock e Dr. McCoy, o jegue memetástico chatão referencia pop mais famosa da história e o doutor precipitado e emotivo, respectivamente. Os dois vivem batendo cabeça todo santo episódio, como se fosse o anjinho e o demônio nos ombros do Kirk. Como outros membros principais também temos Sr. Sulu e Tenente Uhura, que pra representatividade de minoras raciais significaram muita coisa, mas que são basicamente figurantes privilegiados na maioria dos episódios. Concluindo a equipe há o navegador, Chekov, que não faz porra nenhuma porque é um personagem russo num seriado americano durante a Guerra Fria e Scotty (que não é chamado de "Escocêzinho" na dublagem), o engenheiro da nave que resolve toda bronca que aparece na sua frente mesmo com 2% de teor alcóolico no sangue.

O resto da nave parece ser composto exclusivamente por figurantes aleatórios, os de camisa vermelha são os que estão fadados a morrer em todos os episódios. A qualidade e a virgindade de um trekkie pode ser medida através do seu conhecimento desses figurantes. Se ele souber não só o nome, mas também conseguir formular algum comentário sobre a importante participação dele no episódio da falha na dobra espacial quando viajaram no tempo, por favor, encaminho-o o mais cedo o possível para a câmara. Um detalhe é que nas centenas de passageiros da Enterprise, não tem um psicólogo, sociólogo ou filósofo para solucionar problemas medíocres ou responder a pergunta de ética da semana.

Todos eles se vestem com uniformes que parecem mais as roupas que seus avós usavam pra ir pro clube de campo ou algo assim. Rodenberry estipulou que não queria que eles se parecessem com militares (apesar da Enterprise possuir torpedos o suficiente para explodir um planeta), então todo mundo usa roupa folgada e as mulheres estão sempre de mini-saia, porque sim. Outras quebras de paradigmas visuais feitas pela série são os designs tecnológicos extremamente não convencionais para a época, como as armas, que se parecem mais com controles remoto, embora isso nem existisse ainda, e o design das naves, que são bem mais do que simplesmente foguetes e que podem muito bem ter sido o primórdio dos designs de naves que perduram até hoje.

Spock usando o traje completo dos nazistas traídos por Darthitler

Era muito comum pra série original ficar sem grana e ter que gravar boa parte da temporada com o que tivesse nos outros sets da empresa. Se você ceder a curiosidade e decidir assistir, vai descobrir rapidamente que muitos episódios se passam no "Planeta dos Nazistas", ou no "Planeta dos Mafiosos". Subitamente, o espaço sideral fica muito parecido com um set de filmagem no meio da California. Um fato interessante é que uma das invenções mais icônicas da série, a Sala de Transportação, surgiu basicamente de necessidade. O pessoal não tinha grana pra animar a tripulação aportando a nave e descendo num planeta diferente todo episódio, então arranjaram uma desculpa para eles simplesmente aparecerem lá de uma hora pra outra. Outro fato interessante é que apesar da recepção crítica da época não dar muita bola e ela ter sido cancelada com apenas 3 temporadas, a decisão tendo sido justa ou não, porque boa parte dos episódios são de fato ruins, a série acabou tendo um impacto enorme quando foi distribuída para outras emissoras (semelhante ao que rolou com Todo Mundo Odeia o Chris aqui no Brasil). A Paramount viria a se arrepender tanto de cancelar ela que voltaria atrás, produzindo a série animada, os filmes, e, eventualmente, as próximas séries.

Regras para produção de um episódio da Série Original[editar]

  • O Capitão Kirk deve seduzir pelo menos uma moça bonita, inocente e ameaçada por perigos, não importando se ela é verde.
  • Spock deve deixar insinuar que sente emoções, mas estas são reprimidas pela sua criação vulcana.
  • Scott vai fazer alguma piada sem graça.
  • McCoy vai discutir com Kirk, que no final admitirá que foi duro demais e devia ter ouvido o amigo, que como sempre, estava certo. Não é conhecido o motivo pelo qual Kirk é o capitão e McCoy é só o médico.
  • McCoy tem que dizer: "Que droga Jim! Eu sou um médico, não um (insira profissão aqui)" em todos episódios.
  • Alguém só está realmente morto após McCoy dizer: "Ele está morto, Jim". Oficialmente, ele fala isso pelo menos 20 vezes durante toda a série original.
  • Algum fenômeno científico difícil de ser compreendido pelo grande público deve ser distorcido e simplificado de tal forma que pareça idiota. Quando isso não for possível, personagens simplesmente encherão linguiça com jargão científico para fingir que chegaram numa solução.
  • Alguma criatura com nome estranho, feita de energia pura, sabão em pó, cristais ou restos de estrelas deve aparecer e ameaçar destruir tudo.
  • Os tripulantes da nave devem bolar algum plano idiota, que envolva dobras espaciais negativas, bombril interplanetário ou viagens no tempo (recurso preferido), que seria capaz de derrotar o monstro.
  • No instante em que o plano será posto em prática, algum dos personagens do primeiro escalão deve apresentar uma objeção ética ou moral, defendendo o direito da forma de vida esquisita de viver segundo sua natureza, comendo sapólio ou destruindo mundos.
  • A solução do problema deve impedir que o mundo seja destruído ou que as roupas continuem sujas, mas não pode acarretar a destruição da criatura medonha, que afinal de contas também é um ser vivo.
  • O Capitão Kirk cometerá alguma infração grave da Primeira Diretriz, tipo ler a Constituição dos EUA para uma civilização em desenvolvimento. Seu comportamento rebelde geralmente dá certo, entretanto, e a situação é resolvida sem que ele seja enviado para um tribunal militar.
  • O uniforme do Capitão Kirk é o único que deverá rasgar constantemente, para que ele possa exibir seus músculos, enquanto luta pela vida contra alguma das criaturas citadas acima. Consequentemente, sua peruca seu cabelo mudará de posição e volume constantemente entre episódios.
  • Se alguém do elenco secundário descer em algum planeta junto com o elenco principal usando o uniforme vermelho, irá morrer.
  • Se um mini-meteorito encostar de raspão no propulsor de dobra esquerdo, algo pior acontecer em qualquer lugar da nave, ou um vaso sanitário entupir, automaticamente a ponte irá balançar violentamente, todos cairão de suas cadeiras, e acontecerão mini-explosões nos painéis e no teto.

A Série Animada (1973)[editar]

Cquote1.svg Quem? Cquote2.svg
Todo mundo sobre A Série Animada

Parece paródia da Adult Swim

Ninguém lembra que essa porra existe, porém muitas das ideias que seriam utilizadas nas temporadas seguintes da Série Original acabaram sendo reaproveitadas aqui, grande em parte porque foi feita pelos mesmos roteiristas e a maioria dos atores decidiram voltar, menos o Chekov, que foi cortado pra reduzir o orçamento, descobrindo isso da boca de um fã e ainda de quebra tomando um puta esporro do Roddenberry porque não tava conseguindo escrever um episódio direito. No geral, a qualidade não é tão ruim quanto a impressão inicial faz parecer. A animação é podre e barata, como todo desenho da época era, mas as atuações estão mais ou menos no mesmo nível da original.

Se você está curioso, o episódio em que o Spock volta no tempo pra resgatar a si mesmo quando ainda era uma criança de uma morte lenta no deserto é considerado um dos melhores episódios de Star Trek., além de ser uma sequencia ao melhor episódio da Série Original., então pode servir como um bom começo.

A Nova Geração (1987)[editar]

A "Nova" Geração é curiosamente composta por muitos malucos de meia-idade

A segunda geração de trekkies teve suas origens aqui. Foi em Nova Geração que a coisa realmente começou a esquentar, a lore foi bastante ampliada, temáticas bem mais maduras foram introduzidas, um novo capitão favorito foi apresentado, e adicionaram um pouquinho de politicagem aqui e ali. A missão da USS Enterprise-D é a mesma de seus antecessores, a questão é que agora os problemas raramente se resolvem por completo em um só episódio, embora exceções ainda existam, especialmente na Primeira Temporada.

O capitão da vez é o baguete Jean-Luc Picard, que não come ninguém, não briga, não lê a Constituição dos EUA para espécies alienígenas em desenvolvimento, e ao invés disso é um diplomata rígido, porém astuto. Tenente Comandante Date é o "Spock" da vez, sendo literalmente uma máquina projetada para ser fria e sem emoções, mas que tenta se adequar como pode ao comportamento humano, e sim, ele é completamente funcional. Comandante Riker é o Kirk reserva que enfiaram no elenco porque não tinham certeza se os fãs iam curtir o Picard ou não, tende a seguir as condutas da Frota Estrelas mais rigorosamente, o que não impede de ser outro rola doido que passa o sarrafo em metade das aliens que aparecem na sua frente. Chefe de Segurança Worf é um klingon que acaba tomando uma surra de todos os monstrões da semana. Conselheira Troy tem de conselheira apenas o nome, porque seus poderes de sentir emoções rapidamente se tornam inúteis e ela, por sua vez, irritante e desnecessária. Dra. Beverly Crusher originalmente seria o interesse romântico de Picard, mas isso é abandonado depois da primeira temporada, restando pra ela a função de ser o McCoy, só que interessada em teatro e dona de uma vagina. Chefe Engenheiro Geordi LaForge é um negão gente boa que é cego que nem o Demolidor e que passa a série inteira tentando comer alguém. Por último, o pior personagem da série, Wesley Crusher é um adolescente prodígio que é bom em literalmente tudo, isso porque ele é um auto-inserte do Roddenberry.

As primeiras duas temporadas d'A Nova Geração são legitimamente difíceis de assistir. Em quesito escritores o negócio é uma bagunça completa. Alguns roteiros que não foram utilizados da Série Original foram reaproveitados aqui, com resultados diversos. Alguns dos escritores originais chegaram até mesmo a voltar, mas já que a maioria nasceu nos anos 30, "ficção científica que especula sobre o futuro" acaba não sendo bem o forte deles. Alguns episódios chegam perto de ser meramente toleráveis, quando não estão te colocando pra dormir. Outros talvez se saíssem melhor com o elenco antigo e cenários de papelão e cartolina, tipo o episódio da Tasha Yar brigando com uma africana numa academia da praça. Depois que o Roddenberry morreu de tanto cheirar , finalmente parando de estragar sua própria criação, a qualidade melhorou astronomicamente. As Temporadas 5 e 6 são consideradas por muitos as melhores coisas Star Trek de todos os tempos., rótulo que como você deve perceber, é usado bastante. Infelizmente, todos os filmes d'A Nova Geração tende a flutuar entre Diarreia e Vômito no quesito qualidade.

A Nova Missão (1993)[editar]

Cquote1.svg Você quis dizer: E se Star Trek, só que Darkzera Cquote2.svg
Google sobre Produtores na hora de fazer DS9

Parece um cafetão e sua galera, mas é só o Sisko e seu bando de criminosos de guerra

A Nova Missão (Deep Space 9 em inglês) é a única das séries que abandona o modelo de exploração espacial em favor de se passar quase que totalmente numa única locação, a estação espacial Deep Space 9. Essa estação fica do lado de Bajor, um planeta que estava sobre comando dos Cardassianos, uma espécie alien que é fascista de verdade, mas que agora foi liberto e está lentamente sendo inserido na Federação. Além do planeta, há também um buraco de minhoca que dá na casa do caralho da galáxia, ninguém sabe o que pode sair de lá, o que acaba dando corda para vários episódios.

O capitão da vez se chama Benjamin Sisko, o negão mais moral que existe e que já existiu, um cara que consegue botar medo até mesmo no Júlio César e que atua como meio termo entre o Kirk e o Picard. Ele não é nem porra louca o suficiente pra simplesmente decidir resolver as coisas na porrada, mas também não é diplomático ao ponto de desconsiderar ameaças de morte como uma estratégia viável. Por motivos de Aliens extra-temporais, ele é considerado um deus pelos Bajoreanos. Kira faz parte dessa espécie, tendo atuado como uma guerrilheira durante o conflito contra os cardassianos e agora tendo que aprender a solucionar seus problemas com seus inimigos através de papelada. Dr. Bashir é aquele cara que tem um romance com a Tia Polly na Season 4 de Peaky Blinders, que nem lá, ele demora para se encaixar na história. Dax é um parasita alienígena que um dia habitou o corpo do mentor de Sisko e que agora habita o corpo de uma cientista gostosa na sua tripulação, quando transita de um corpo pro outro, ele também carrega as memórias do antigo hospedeiro, o que deixa a situação pro Capitão bem complicada. Odo é o Chefe de Segurança que pode mudar de forma. Garak é um Cardassiano que por coincidência vive como um alfaiate na estação, ele é conhecido por ser, entre outras coisas, um queridinho dos fãs e um super assassino secreto. Miles O'Brien é um personagem que começou como secundário n'A Nova Geração, mas que encontrou seu verdadeiro lar aqui. Worf também dá as caras lá pela metade da série, já que ela e A Nova Geração estavam sendo lançadas simultaneamente por um tempo.

Por tratar de temáticas de guerra e outras paradas menos entusiasmáticas como repatriação e conflito de fronteiras, A Nova Missão tende a ser bem mais política que suas antecessoras. A série não tem medo de discutir coisas como o papel de um guerrilheiro e de um terrorista, a ética da Frota Estrelar e também relações de raça (embora nesse caso esteja mais pra espécie). O fato de que as narrativas e os arcos tendem a ser bem mais longos, rolando por bem mais episódios consecutivos, e que a série teve 7 temporadas, ajuda a expandir a lore, detalhar o mundo e também os personagens. Basicamente todo mundo, até quem não gosta do resto de Star Trek, costuma concordar que A Nova Missão é o mais perto que a franquia chega de "Indiscutivelmente Bom", tanto que um monte das suas ideias mais tarde seriam reaproveitadas até mesmo nos próprios filmes do J. J. Abrams.

A última temporada costuma ser uma divisora de águas porque foi nela que os roteiristas antigos tiveram que vazar pra escrever os filmes ruins. Gente nova foi trazida e eles tiveram que basicamente encerrar todo o setup de uma série inteira em uma única temporada ao mesmo tempo que introduziam elementos novos. O resultado não é nenhum Game of Thrones da vida, mas podia ter sido melhor.

Voyager (1995)[editar]

Nem parece que esse pessoal tá numa situação de extremo desespero perdidos no outro lado da galáxia

Voyager volta ao cenário de exploração espacial e gira em torno da nave USS Voyager, que por motivos de falta de bússula, se perdeu 70.000 anos de luz de distância da terra e precisa encontrar um jeito de voltar. Sozinhos em território desconhecido, sem ajuda da Federação e contra todos os males misteriosos do espaço eles terão de encontrar um jeito de lidar com a sobrevivência diária vão ficar de boas 95% dos episódios. Pouquíssimos episódios e arcos lidam com a questão de sobrevivência de estarem isolados no Quadrante Delta, na maioria das vezes, até quando a nave se machuca, ela aparece completamente restaurada no próximo episódio. São 7 temporadas disso com uma tripulação água de salsicha do caralho e as piores aventuras de todos os tempos, se divirta.

A capitã da vez é Kathryn Janeway, uma mina que tem mó vibe de sapatão (sem confirmações ou desconfirmações) e cuja personalidade muda semanalmente de acordo com o que os roteiristas precisam que ela faça. Chakotey é o Primeiro Oficial nativo americano que curte espiritualidade e o cachimbo da paz, parece que ele saiu direto de um faroeste dos anos 30. B'Leanna Torres é a Chefe Engenheira que é metade klingon, fato que talvez explique porque ela não consegue explicar nada sem encher de jargão científico e se mostra incapaz de resolver qualquer bronca do motor quando rola (a nave quebra mais que um Marea). Tom Paris é um piloto pé no saco. Harry Kim é um oficial de operações chinês que tem sobrenome de coreano porque os roteiristas tavam pouco se fodendo, ele é ser-humano mais comportado e regimentado da história, oba. Kes é uma enfermeira que tem mais poderes que a Rey, sendo capaz de literalmente sugar a vida de qualquer coisa ao seu redor se tornando mais forte no processo, ela dá o vazante na 6ª Temporada pra ir conquistar uma galáxia ou algo assim. Neelix é um ET chato que deveria servir de cozinheiro, mas que na prática é o Batoré da nave, 5x mais irritante. O Doutor é um holograma de luz sólida que acaba virando o Chefe Médico da nave quando o seu antecessor morre no primeiro episódio, ele é um dos queridinhos da parada e possui vários episódios focados nele, incluindo um sobre escravidão de hologramas. Tuvok é o Segundo Oficial, ele é o Spock só que negro. Sete de Nove foi adicionada no elenco na 4ª Temporada pra aumentar ibope, ela é uma humana que fugiu dos borg e além de ser gostosíssima, ela está permanentemente vestida como se fosse um vídeo de musculação dos anos 80. Com esse elenco massivo, apesar as atuações serem ótimas, a série se esforça pouquíssimo em tentar destrinchar os personagens e ao invés disso, da metade pra frente, é muito Sete de Nove e Doutor na veia.

Já ouviu falar de arco narrativo? Porque os roteiristas do Voyager não fazem ideia do que é isso e até mesmo na temporada final tavam se pouco se fodendo pra ideia de criar uma conclusão satisfatória. A série só parece voltar a se preocupar com a tripulação voltando pra casa no episódio final, onde todos eles começam a morrer de velhice, tanto que foi o tempo que tão na casa do caralho do espaço viajando em linha reta, mas ai descobrem um jeito de voltar no tempo e pronto, resolvido. No geral, é bem horrível, mas as séries novas da Bad Robot são tão podres de ruins que a qualidade de Voyager aumentou em retrospectiva.

Enterprise (2001)[editar]

Cquote1.svg Ah, aquele que tem abertura de Nickelback? Cquote2.svg
Todo mundo sobre Enterprise
Cquote1.svg I'VE GOT FAITH, IN THE HEAAAAART Cquote2.svg
Os poucos fãs de Enterprise durante a abertura

Não, não existe uma explicação pra terem usado photoshop nessa foto

Enterprise teve o trabalho de levar a franquia numa nova direção depois do desastre que foi o encerramento de Voyager e até tentou direito, mas nunca pode efetivamente "desabrochar" por completo. Ao invés de avançar ainda mais no futuro da Federação, a série fez o contrário e nos colocou 10 anos antes da fundação dela, onde passamos bem mais tempo em tela com todas as raças humanóides alternativas, e sim, tem bem mais raças do que só Vulkans. O nome Enterprise vem do fato de que se passa na primeira Enterprise, olha que legal.

Apesar do visual e qualidade das coisas serem 15 vezes melhores que as da série original por motivos óbvios, a série apresenta versões "primitivas" dos aparatos tecnólogicos dela. Os uniformes também deram uma "regredida" e agora se parecem mais com fardamentos de oficiais aéreos, o que é muito mais legal do que os trapos que o pessoal vai vestir no futuro. O Capitão da vez é o Jonathan Archer, o primeiro cara na história da humanidade a fazer contato com os Klingons e os Andorianos, no geral é um cara gente boa, mas que muitas vezes abandona seus serviços obrigatórios como capitão pra ir brincar com seu cachorro. T'Pol é a Oficial de Ciências o Spock, só que com vagina e divorciada. Hoshi Sato é uma japa que trabalha como Oficial de Comunicações da nave, infinitamente mais útil que a Uhura porque o tradutor universal da Federação ainda estava na versão beta. Travis Mayweather é o piloto, é isso, o cara não tem personalidade, não tem porra nenhuma. Malcolm Reed é um apreciador de chá que atua como Oficial Tático, ele é o cara das armas e tá sempre procurando uma desculpa pra explodir algo. Dr. Phlox é o Oficial Médico Chefe, um alien bizarro com práticas médicas bizarras, tipo transformar seu consultório num zoológico e resolver tudo com radiação. Trip é o Engenheiro Chefe, melhor amigo do capitão, e a pessoa da nave que tá mais empolgada em viajar pra algum planeta alien e ser sequestrado por eles.

As duas primeiras temporadas seguem um modelo relativamente padrão de exploração espacial. A Enterprise é uma das primeiras naves da Pré-Federação que é capaz de ir realmente longe, então sua tripulação são tecnicamente as primeiras criaturas da história a se deparar com problemas típicos da franquia, as anomalias espaciais, aberrações científicas e conflitos de ética de sempre. De prache eles contribuem para os primeiros avanços de coisas que se tornariam padrão na franquia, tipo a Primeira Diretriz, cujas origens começam a ser debatidas aqui, após o Capitão Archer constantemente questionar se deviam estar mesmo bulindo com tantos ETs. O principais conflitos aqui são contra viajantes do tempo (puta que pariu, de novo) e os próprios Vulcanianos que não estão convencidos de que a raça-humana tá pronta pra dobrar matéria e atravessar a galáxia.

A 3ª Temporada tem uma guinada completamente diferente, indo numa direção completamente canastrona de ação no espaço. Uma raça alien misteriosa inventou que quer explodir a terra, e dá início aos seus planos destruindo a Venezuela, como se ela não sofresse o bastante como está. A Enterprise é transformada numa nave de batalha e enviada pra luta, merda acontece. No final da Temporada eles ganham, obviamente, mas são transportados para a Segunda Guerra Mundial porque os produtores decidiram que a franquia não teve episódios de nazistas o suficiente.

A 4ª Temporada tenta consertar tudo isso e acaba sendo a melhor da série. Eles voltam a tratar de questões de exploração espacial e elaboram bastante sobre a divisão entre os Vulcans e os Romulanos e também sobre o porquê dos Klingons mudarem de aparência entre A Série Original e A Nova Geração. Infelizmente, a audiência horrivelmente baixa da série (a menor de todas até agora) junto com o fato de que os filmes d'A Nova Geração ficaram tão ruins que já não rendiam mais nenhum retorno financeiro, fez com que ela fosse cancelada. Os roteiristas receberam a notícia antes de terminar a temporada e usaram o tempo que tinham para escrever um dos piores series finale da história da franquia (mais um?), onde eles simplesmente falam foda-se e decidem escrever outro episódio d'A Nova Geração que se passa inteiramente no holodeck e que termina com a morte forçada de um dos personagens.

Apesar de todos os episódios ruins, Enterprise ainda consegue render bons momentos, certamente melhores do que tudo que estaria por vir, e ainda é muito referenciada tanto nas séries novas quando nos filmes do JuJayBrams.

Discovery (2017)[editar]

Cquote1.svg Você tem que acreditar no amor, na esperança, no coração, porque é isso que nos faz ser quem somos! Cquote2.svg
Todo santa cena emocional em Discovery
Cquote1.svg Uau cara, ciência! Cquote2.svg
Supostos cientistas de Discovery

Star Trek: Todo mundo chora, nada acontece, feijoada

Quiçá a pior coisa que jamais aconteceu com a franquia. 12 anos depois do encerramento da última série, decidem apanhar os piores roteiristas dos States, incluindo o cara que escreveu A Múmia do Tom Cruise e os 2 Star Trek ruins do Abrams, pra fazer uma nova série que se passa 10 anos antes da Série Original, recheada de muita lacração, pulos de lógica, quebras do canon e naves se explodindo no espaço. Tudo empacotado em temporadas de 14 13 12 episódios largados em algum streaming aleatório da vida, ou Netflix se você mora no Brasil.

A Tecnologia de Discovery é um misto bizarro dos aparatos "primitivos" de Enterprise e dos filmes do Abrams, muitas vezes sendo obviamente superior que coisas que só seriam inventadas 100 anos depois. Os Klingons passaram por um redesign, tomando um visual mais próximo ao dos filmes novos, o que, mais uma vez, quebra completamente o canon de como eles se pareciam durante a série original. Eles também tomam a posição de antagonistas primários mais uma vez (pelo menos na 1ª Temporadas) e são literalmente análogos aos "facistas malvadões" da modernidade, ou seja, Donald Trump e as tiazinho com chapéu de MAGA. Como se não bastasse eles, boa parte dos humanos da própria Federação agora estão dispostos a cometer crimes de guerra hediondos porque são xenófobos, tudo isso numa sociedade avançada ao ponto de não necessitar mais de valores monetários, cujo único propósito por trás da exploração interestelar é compartilhar sua fortuna com novas espécies, indo completamente contra a mensagem de todas as séries que vieram antes dela. A maioria dos episódios parecem ter sido escritos por várias bundas defecando num teclado. Nada faz sentido, pedaços inteiros da história parecem estar faltando, os arcos narrativos das temporadas não parecem ter sido sequer pensados completamente, e a série tá sempre procurando uma desculpa para, em todo episódio, enfiar uma cena cheia de dramatismo forçado, onde todo mundo chora, alguém faz um discurso, e coisas explodem.

A capitã protagonista da vez é Michael Burnham (sim, ela tem nome de macho), a primeira personagem principal da série que não começa ela na posição de capitã (na verdade, o Sisko foi o primeiro). Ela é uma garota prodígio que é absolutamente boa em tudo, está certa 95% das vezes, nunca perde nenhuma batalha e também é a irmã secreta do Spock da qual nunca ouvimos falar antes. Sua personalidade é a mesma de um sandália havaiana torada. O capitão da vez, pelo menos na Primeira Temporada, é o Gabriel Lorca, o malvadão secreto mais óbvio da história que tem sotaque de caubói. Saru é um ET esquisito que serve a função de ser o Spock/Data da parada. Também há um casal homossexual composto por um micologista e um médico. O resto do elenco é completamente esquecível/rotaciona entre cada temporada, ao ponto que não vale a pena elaborar sobre eles, basta dizer que na maioria dos casos não parecem possuir uma gota de conhecimento verdadeiro. Se o jargão científico e o enchimento de linguiça já era horrível antes, aqui é que nem contrair Super Aids. São literalmente 4 minutos de personagens inventando "blá-blá-blá quântico" numa sala enquanto música-de-ação-genérica.mp3 toca ao fundo. No final eles geralmente descobrem que a solução é causar uma explosão quântica de um vórtex buraco negro ou algo assim e alguém, as vezes o próprio Spock, precisa falar algo do tipo "Eu gosto de Ciência".

A Segunda Temporada, que ao todo chegou a ter 21 produtores por episódio, se encerrou com a tripulação da Discovery entrando num buraco de minhoca e se jogando pra 1000 anos no futuro por motivo nenhum, porque que o vilão já havia sido derrotado. Reza a lenda que na Terceira Temporada, que se passa inteiramente no Planeta Nova Zelândia a Federação deixou de existir, assim como a capacidade de se conduzir Dobras Espaciais. Ninguém sabe se isso é verdade ou não porque ninguém assiste essa porra. A série constantemente perde em audiência pra programas de auditório imbecis estilo Ídolos, mas ainda assim a CBS se recusa a cancelar e já autorizou a produção de uma Quarta Temporada, que, novamente, ninguém vai assistir e ninguém liga que existe.

Picard (2020)[editar]

Cquote1.svg Está morto, Jim Cquote2.svg
McCoy sobre franquia Star Trek

Star Trek: Alzheimer

Um dos principais fatores contribuentes para a desgraça total que foi o ano de 2020 e mais um prego no caixão da franquia. Dessa vez decidiram dar procedimento a linha do tempo principal da história e absolutamente cagar em todos os cantos possíveis. A Federação agora é um bando de mauricinhos privilegiados que simplesmente deixam os Romulanos morrerem porque não gostam deles. Todo mundo no espaço vive na pobreza, no crime e nas drogas. Tudo se resolve invocando 200 naves pra trocar tiro ou cortando a cabeça de alguém. Andróides são utilizados como escravos, apesar de todo precedente que foi estabelecido n'A Nova Geração e pra fechar com chave de bosta, os caras ainda decidiram plagiar a história do pior Mass Effect.

Picard tá aposentado com 104 anos de idade, trocando de frauda 6 vezes ao dia e fazendo a mesma cara triste de velho o tempo inteiro. Ele decidiu vazar da Federação depois deles se recusarem a ajudar o planeta dos Romulanos na explosão do primeiro filme do J. J. Abrams. A decisão foi tomada porque um bando de androides rebeldes foram pra Marte e bombardearam a porra toda, incluindo as naves de resgate, o que fez a Federação, subitamente uma organização xenofóbica, racista e isolacionista, banir todo tipo de vida sintética e mandar geral se foder. Picard, que tá praticamente carcomido de Alzheimer e com a próstata do tamanho de uma bola de basquete, ainda sofre bullying de todo mundo por simpar os Romulanos.

Acontece que os roteiristas da série literalmente só assistiram os filmes d'A Nova Geração e mais nada, então na história ele possui uma obsessão doentia, praticamente apaixonada, pelo Data, chegando a sonhar com ele a noite. Coincidentalmente, uma garota aparece em sua porta procurando especificamente por ele, e simplesmente acontece dela ser a forma mais avançada de vida andróide criada a partir dos neurônios do Data, sendo, através de roteirista horrível, sua filha. Picard resolve ajudar essa garota, mas ela é morta por uma sociedade secreta de Romulanos que odeiam máquinas. Ele fica tristão, até descobrir que ela tem uma irmã gêmea, então tá tudo bem. É nesse momento que ele decide ir pro espaço novamente, juntando uma tripulação de absolutos degenerados criminosos espaciais e a Sete de Nove do Voyager, pra ir atrás da filha do Data e descobrir o que é que está rolando com os Romulanos.

Picard toda cena

Não, nada na história chega sequer perto de fazer sentido ou preservar o canon da franquia. Os Romulanos eram um Império com dezenas de planetas e a capacidade bélica de competir com a Federação e DO NADA os caras não conseguem nem evacuar a própria população do seu planeta. A Federação foi completamente assassinada, quase todos os personagens dela são completos filhos da puta xenófobos, com exceção dos personagens que retornam d'A Nova Geração. Tudo que rolou de importante em A Nova Missão e Voyager é basicamente esquecido. Todo episódio inventa alguma sociedade secreta nova que esteve sempre atuando em segredo durante toda a franquia, só você não sabia. Picard é um personagem inútil, porque tudo que os roteiristas querem é ação e ele é um velho caquético que não consegue nem subir uma escada direito. Todo mundo basicamente manda ele, um cara que já foi o melhor Capitão da Federação, respeitado e admirado por todo a galáxia, se foder diariamente, isso quando não simplesmente o ignoram.

O arco principal da Temporada é um plágio da trama dos reapers do Mass Effect, no qual uma raça interdimensional de tentáculos espaciais tá querendo invadir a dimensão principal porque eles descobriram um jeito de criar vida artificial, uma parada que por algum motivo nunca se manifestou antes. Picard se sacrifica para salvar o dia, é enviado para o paraíso pós-vida cibernético, onde encontra uma versão obesa e inchada do Data preservada num pendrive que pede pra ser morta, e é trazido de volta num corpo de androide que: Não é jovem, não possui nenhuma melhoria cibernética, e que é basicamente o mesmo corpo velho fodido que ele tinha antes, incluindo a capacidade de desenvolver demência e morrer.

Pra quem estiver interessado, a segunda temporada sai em 2022.

Lower Decks (2020)[editar]

Cquote1.svg E se Rick & Morty, mas Star Trek? Cquote2.svg
Algum executivo de Hollywood provavelmente

A primeira série animada da franquia em 40 anos. Ela acompanha os capinadores de grama da nave Cerritos da Frota Estelar, em suas aventuras diárias tendo que lidar com a vida e um emprego. Tirando o fato de ser cheia de humor sem graça da modernidade, todos os personagens serem caricaturas irritantes e toda frase possuir pelo menos 2-3 jargões científicos, é melhor que Discovery e Picard juntas pelo simples fato de que não é inassistível.

Filmes[editar]

Star Trek: O Filme (1979)[editar]

De tanto que foram os conflitos internos dentro da Paramount, só conseguiu ser lançado 10 anos depois do cancelamento da série original. Roddenberry basicamente implorou para que o estúdio continuasse a franquia como um filme, e eles toparam... por um tempo. Ninguém conseguia escrever um roteiro decente que fosse servir pro longa, então eles novamente voltaram atrás e decidiram fazer a sequencia como uma série: Star Trek: Fase 2. Enquanto o pessoal tava desenvolvendo o roteiro, um certo judeu lançou um certo filme sobre contato alienígena que gerou muita grana. Já pode adivinhar o que aconteceu? O estúdio cancelou a série e botou o pessoal pra fazer um filme, de novo. O resultado é Star Trek: The Motion Picture, também apelidado pelos trekkies americanos de Motionless Picture ou Slow Motion Picture, porque é SPOILERS chato pra caralho.

Na trama um objeto voador não identificado de origem desconhecida está voando na direção da terra. Já que ninguém sabe do que se trata, podendo ser perigoso ou não, eles mandam a tripulação aposentada da Enterprise pra lá resolver. Logo, e por logo entenda 1h30 depois, eles descobrem que se trata da sonda espacial Voyager-6, que chegou longe o suficiente da terra pra entrar num buraco negro e fazer contato com uma raça de máquinas alienígenas que amplificaram seu potencial ao infinito. A sonda aprendeu e absorveu tanto em suas viagens pelo espaço que agora tem o tamanho de uma nuvem cósmica e uma consciência. É um conceito legitimamente interessante, e teria sido melhor utilizado em outra coisa que não fosse excruciantemente chata que nem esse filme. As razões da chatice é que em grande parte a inspiração primária dos roteiristas foi Star Wars (não, mas devia ter sido um pouquinho) 2001: Uma Odisseia no Espaço, o que resultou no seu ritmo acéfalo, efeitos especiais atrasados em 1 década e os uniformes que são um misto de pijama com roupa de balada.

É também nesse filme que, após 10 anos de fumar um Marboru atrás do outro, os dentes do Nimoy foram pro saco e o coitado não consegue parar de assoviar toda vez que abre a boca.

Star Trek II: A Ira de Khan (1982)[editar]

WrathofKhanposter.jpg

Cquote1.svg KHAAAAAANNN!!! Cquote2.svg
Mina de ouro de memes
De longe a coisa mais culturalmente referenciada e conhecida da franquia. O filme foi basicamente feito nas coxas depois do anterior flopar. A Paramount mandou o Roddenberry catar coquinho (o que pode muito bem ter ajudado o filme a longo prazo) e arranjou alguém novo pra tomar conta da produção. Um novo direitor foi atrelado ao projeto e ele precisou reescrever o roteiro inteiro em 12 dias. Graças a ele, o filme largou mão de tentar plagiar 2001 e se jogou numa temática mais aventureira. Entre outros problemas de produção estavam o fato de que o Leonard Nimoy originalmente não tava afim de voltar pra fazer o Spock (ele só foi convencido a voltar quando falaram que ele ia morrer no filme, que nem um certo alguém), o fato de que tinham menos grana que no primeiro filme, o fato de que não conseguiam encaixar o cronograma de todos os atores ao mesmo tempo, e por ai vai. No fim das contas deu tudo certo, o filme lucrou centenas de milhões e o interesse na série foi renovado o suficiente para decidirem fazer mais 4 sequencias.

O filme começa com a tripulação ainda mais velha, especialmente o Kirk, que agora precisa usar óculos e tá com depressão pós-aposentadoria. O que foi apenas um vilão da semana na Série Original, o icônico Khan Noonien Singh, faz seu grandioso retorno para se vingar de Kirk e da tripulação da Enterprise por terem lhe exilado no cu do mundo sem sequer um PlayStation pra passar o tempo. Mesmo com uma nave menor, menos tripulação e menos recursos, Khan consegue dar uma pisa absoluta na Enterprise e botar o Kirk pra mamar. Uma curiosidade interessante é que apesar dos dois nunca aparecerem juntos em nenhuma cena, que não seja por videoconferência no Skype, é claro, o roteiro é tão bom que ninguém nunca percebe isso. No final do filme, Kirk consegue derrotar o moreno sarado, mas Spock acaba se sacrificando para assegurar que a Enterprise possa escapar. Muitas lágrimas másculas fluem em sequencia.

Star Trek III: À Procura de Spock (1984)[editar]

Eeeeeeeeeeeee após seu sacrifício heróico, o Spock volta vida. Era óbvio que após Ira de Khan a franquia iria continuar, então assim veio À Procura de Spock, que não é ruim, mas não chega nem perto da qualidade do segundo filme. No filme: O bonde da Enterprise descobre que Spock transferiu sua alma para o corpo de McCoy (uma parada que os Vulcans podem fazer aparentemente); O filho do Kirk descobre que no planeta onde despejaram o corpo do Spock e um aparato científico a vida começou a fluir e o corpo dele foi ressuscitado; Os Klingons descobrem a porra toda e resolvem investigar pra descobrir se podem usar algo como arma. No final o filho do Kirk é morto, a Enterprise explode (o próprio roteirista explicou que isso só aconteceu pro filme não ficar previsível demais), e o Spock volta a vida com a memória toda lascada, eba?.

Nimoy topou voltar ao filme desde que ele assumisse como diretor, esse sendo seu primeiro filme nessa posição. Algumas das suas decisões foram deixar a atmosfera do filme muito mais "operática" e optar por ter os Klingons como vilões no lugar dos Romulanos. O negócio aparentemente deu tão certo que chamaram ele pra fazer o próximo filme também.

Star Trek IV: De Volta ao Lar A Volta para Casa (1986)[editar]

Cquote1.svg Você quis dizer: Aquele das Baleias Cquote2.svg
Google sobre Star Trek

Nesse filme a tripulação da Enterprise está retornando para Terra a fim de serem julgados por terem violado todo tipo de corrente de comando, roubado uma nave estelar e explodido ela na casa do caralho no espaço sideral. Ao mesmo tempo que fazem isso, um Dildo espacial gigante se aproxima da terra, enviando mensagens criptografadas e sinais indecifráveis, basicamente impedindo que qualquer nave se aproxime do planeta e cortando todo o fornecimento de enegia global. Uhura é útil pela primeira vez em 20 anos e descobre que os sinais desse OVNI foram feitos para se comunicar com baleias jubarte, um animal que será extinto em 30 anos de nosso futuro pelos japoneses, e que foi extinto há 300 anos atrás no passado deles.

A tripulação mais uma vez viaja no tempo, dessa vez usando uma manobra ao redor do Sol, e vai parar em São Francisco no ano de 1986, o ano em que o filme foi lançado e o epicentro da epidemia inicial de Aids, não que isso tenha algo a ver com a história. Com a nave sem energia por motivos de roteiro, a tripulação se separa e cada dupla/trio precisa ir resolver uma bronca. Kirk e Spock vão atrás das baleias, Chekov e Uhura vão atrás de energia nuclear para recarregar a nave e McCoy, Sulu e Scotty vão atrás de equipamento para construir um tanque aquático.

No fim do dia tudo dá certo, Spock usa seu hokuto shinken num maloqueiro de busão, Scotty tenta convençar com um PC usando um mouse e o Kirk dá uns xavecos numa loira. O filme é praticamente uma comédia enrustida, e a ideia desde o princípio era basicamente essa, o Nimoy querendo fazer um filme "sem tiroteio, sem briga, sem morte, sem torpedo, sem porra nenhuma", mas ninguém reclama porque é engraçado e divertido.

Star Trek V: A Fronteira Final (1989)[editar]

FinalFrontierPoster.jpg

Cquote1.svg Você quis dizer: O Ego Final Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: William Shatner: O Filme Cquote2.svg
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Cquote1.svg Star Trek V é a epítome da minha carreira, minhas experiências, minhas esperanças e sonhos. É a quintessência de mim. Cquote2.svg
William Shatner utilizando seu ego como lubrificante para seu pênis

Por causa de uma cláusula no seu contrato e no do Nimoy, William Shatner também possuía o direito de dirigir um dos filmes da franquia e foi incubido com a missão de dirigir Star Trek V: A Fronteira Final. Ele também colaborou na criação da história, infelizmente, processo que botou pra frente antes mesmo de assumir como diretor. Na sua cabeça ele tinha uma única ideia: "Caramba, cara, a religião pode ser usada para o mal, nossa", reflexão filosófica de alto nível que permeou todos os poros da narrativa, que originalmente acabaria com Kirk confrontando Deus, que na verdade seria o Diabo, salvando seus amigos de serem enviados pro inferno. O resultado final é bem menos católico, mas ainda tenta ser um filme reflexivo, resultando em merda.

A maioria do elenco detestou o roteiro e por conta disso todo mundo parece estar atuando sobre o efeito de uma cartela de Rivotril, com exceção do William Shatner, o Kirk em pessoa, que aparece em pelo menos 1h20 das 1h40 de filme, vai entender. O filme flopou miseravelmente tanto na bilheteria quanto na crítica, mas como A Nova Geração já estava rolando (e melhorando cada vez mais com o avanço das temporadas), a Paramount aprovou um sexto e último filme para fechar a sextologia da Série Original.

Star Trek VI: A Terra Desconhecida (1991)[editar]

A Terra Desconhecida é o sexto filme de Star Trek que também serve como uma despedida do elenco principal, com exceção do Kirk, que voltou pra fazer mais um filme ruim depois, e do Spock, que voltou numa linha do tempo alternativa igualmente ruim. Originalmente ia ser algo do tipo Star Trek Origens, com versões mais jovens dos personagens clássicos ainda em treinamento para a Frota Estelar, mas todo mundo odiou tanto a ideia que demitiram o cara que sugeriu ela, e ao invés disso decidiram fazer o fim da Guerra Fria NO ESPAAAAÇO!. A ideia de uma Enterprise jovem mais tarde seria reaproveitada pelo charlatão J.J. Abrams em sua versão de Star Trek.

General Klingon lendo um tratado de paz com a Federação

No filme, após o satélite natural de seu planeta explodir, fodendo todo seu ecossistema e causando um fraturamento em seu império, os Klingons finalmente decidem procurar paz com a Federação. A Enterprise é enviada para escoltar um embaixador Klingon de volta a terra para que as negociações sejam feitas, mas o próprio Kirk não gosta muito da ideia, considerando que seu filho foi morto por um klingon. Trama acontece, a Enterprise é sabotada e Kirk e McCoy são acusados de tentar matar o embaixador. Em punição, são enviados para um planeta prisão onde uma tentativa de assassinato é feita contra os dois. Eventualmente o grupo descobre que tudo é uma armação por parte do general Chang, que deseja impedir os acordos de paz.

No final do filme, a Enterprise salva o dia, o próprio Kirk, tendo aprendido a deixar de ser um racista fodido, pede para que os acordos continuem e a Federação ordena que a Enterprise retorne para ser aposentada (pela terceira vez praticamente). Antes de voltar, entretanto, Kirk e a tripulação dão uma última volta com a nave e as assinaturas de cada membro do elenco original são feitas na tela antes dos créditos subirem.

Star Trek: Novas Gerações (1994)[editar]

Cquote1.svg Não, Kirk! Não suba nessa ponta de metal enferrujada e bamba! Cquote2.svg
Fanboy exagerado assistindo o final de Novas Gerações

O primeiro filme protagonizado pela tripulação d'A Nova Geração que já começa fedendo a fezes. Os produtores ficaram presos na ideia de fazer um filme onde a galera da Série Original passasse o manto para a nova tripulação, o que levou ao desastre que é esse filme. A Paramount em si queria muito que Leonard Nimoy e DeForest Kelley, respectivamente Spock e McCoy, voltassem, mas os dois atores estavam satisfeitos com o encerramento de Terra Desconhecida e mandaram o estúdio comer bosta. No lugar deles, Scotty e Chekov, ambos com 70 quilos a mais, retornam para contracenar com Kirk, inchado de cana e usando uma cinta pra esconder a obesidade.

Na história, o carinha de Laranja Mecânica é um cientista biruta que quer destruir planetas para voltar a uma energia mágica que vai lhe permitir viver pra sempre, algo assim, no filme faz menos sentido ainda. Picard e o bonde da Enterprise-D acabam se envolvendo na situação pro filme poder acontecer, e o bagueteiro vai parar dentro dessa energia mágica, onde encontra o Kirk. Trabalhando juntos os dois conseguem explodir o vilão, mas Kirk é gravemente ferido na maneira mais imbecil possível e acaba morrendo. Picard enterra ele debaixo de um monte de pedra, ao invés de levá-lo de volta para nave e para Federação, onde um funeral heróico poderia ser feito, e o filme acaba.

Por pior que fosse, Gerações seria apenas o começo de uma série de filmes horrorosos de Star Trek, e, em retrospecto, acaba sendo um dos menos horríveis.

Star Trek: Primeiro Contato (1996)[editar]

Considerado por poucos alguns o melhor filme de Star Trek, e definitivamente o melhor filme de Star Trek estrelando o pessoal d'A Nova Geração, Primeiro Contato estreou pouco menos que 2 anos após o antecessor. A Paramount requisitou que os mesmos caras que escreveram o Gerações voltassem para fazer esse filme, só que um deles queria fazer um filme de viagem no tempo, e outro queria fazer um filme com os Borg, os vilões mais famosos de ANG, que só apareceram mesmo em tipo 5 episódios. No final das contas os dois decidiram misturar as ideias, resultando em outra aventura de viagem temporal, dessa vez pra impedir uma raça de bots orgânicos de destruir a humanidade.

Picard e a Enterprise-D perseguem os borgs para dentro de um vórtix temporal e vão parar no ano do Primeiro Contato (taí o nome do filme), quando humanos e vulkans interagiram pela primeira vez. Além de impedir a Rainha Borg de aprontar e assimilar a terra, eles também precisam convencer o primeiro piloto a realizar uma viagem em Dobra Espacial a cumprir sua missão. Apesar de algumas quebras de continuidade, retcons, pulos de lógica e muitas coisas que simplesmente não fazem sentido, o filme foi divertido o suficiente para agradar o público leigo e os trekkies insuportáveis, realmente popularizando os Borg como vilões legado da franquia, antes de Voyager ir lá e estragar eles, e lucrando o suficiente para uma sequencia ser feita.

Star Trek: Insurreição (1998)[editar]

Cquote1.svg Você quis dizer: Star Trek: Avatar Cquote2.svg
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Star Trek: Insurreição é uma homenagem a Série Original no sentido de que todos os sets parecem ter sido feitos de cartolina, as naves são do mesmo material que carrinho de Hot Wheels, o CG é nível Power Rangers e a maquiagem é pior que a do Alf. A trama começa quando a Federação, por algum motivo, acha uma boa ideia enviar o andróide mais avançado do universo e o segundo em comando de sua principal nave, a Enterprise-D, pra ajudar um bando de cientistas aleatórios examinar uma vila primitiva de humanos aliens extremamente humanóides rudimentares. Essa decisão narrativa faz menos sentido ainda quando se descobre que esses cientistas estão aprontando várias coisas malignas em segredo. O que procede é a descoberta de que esses ETs são basicamente a raça mais abençoada do universo, que vivem para sempre, são extremamente gente boa, e que de tão avançados prefiraram morar em fazendas do que alguma versão branca espacial de Wakanda.

Uma outra raça de ETs, dessa vez um pessoal feioso que parece estar afligido por um caso de super-lepra, está conspirando com a própria Federação para analisar a forma como a radiação do planeta prolonga a vida dos ETs do bem, o que, no processo, irá destruir o planeta deles. Yara yara yara, Picard e o bonde da Nova Geração se rebelam contra a Federação pra salvar o dia, todo mundo rejuvenesce alguns anos, LaForge recupera a visão, Riker e Troy voltam a brocar, The End. O principal questionamento restante na mente de todo trekkie após ver esse filme é como caralhos, com 2 anos de produção e 60 milhões de dólares, eles conseguem fazer um negócio pior e mais chato que qualquer episódio aleatório da série.

Star Trek: Nemesis (2002)[editar]

Cquote1.svg Você quis dizer: Star Trek: A Ira de Shinzon Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Star Trek: Prego de Caixão Cquote2.svg
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Cquote1.svg Você quis dizer: Puta merda que filme ruim Cquote2.svg
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O filme foi divulgado como sendo o final da saga d'A Nova Geração, mas o encerramento meia boca (com direito a cliffhanger) e a completa falta de resolução pra um zilhão de arcos dos personagens diz o contrário. Com a diminuição crescente do retorno financeiro da franquia desde o último filme, todo mundo resolveu que a melhor coisa a fazer seria plagiar prestar homenagem a Ira de Khan e basicamente refazer aquele filme, só que com o pessoal da Enterprise-DE, e bem mais darkzera. O filme tem outra máquina de destruição global, escravidão infantil e mortes horríveis causadas por um super veneno espacial. Todos os atores ou engordaram 30 quilos ou esqueceram completamente como interpretar seus próprios personagens.

O vilão, Shinzon, é uma revelação previsível ambulante de que ele é o clone secreto malvadão do Picard. Assim como Khan, ele quer se vingar de meio mundo de gente. Assim como Khan, ele arranja um jeito de escapar, uma nave e uma tripulação leal com a qual é capaz de meter um pau na Enterprise-E. Assim como Khan, ele possui uma vendetta principal contra o Capitão da Enterprise. No final, mocinhos e vilões trocam tiros de torpedo no meio de uma nébula espacial, Picard impala seu clone, Data se sacrifica, porque o Spock fez isso uma vez e todo mundo curtiu, e geral acaba meio cabisbaixo porque o andróide mascote da nave morreu... até Picard descobrir que ele teve tempo de plantar sua rede neural em outro andróide, um plágio de Star Trek III, e um cliffhanger que nunca vai ser resolvido, porque até na série sequencia os roteiristas parecem ter esquecido dessa cena.

Nemesis teve a pior avaliação crítica e a pior bilheteria de todos os filmes da série, o que convenceu a Paramount a abandonar de vez a ideia de fazer filmes de Star Trek (por um tempo) e o que viria a colaborar com o cancelamento de Enterprise e a morte da franquia.

Star Trek (2009)[editar]

É um reboot da franquia sem ser exatamente um reboot. Personagens viajam do universo original viajam no tempo e vão parar numa linha temporal alternativa, dessa forma podendo ter os mesmos personagens e organizações da Série Original, sem ter que se preocupar com o canon de um monte de coisa que iria irritar os trekkies. No geral, mesmo com os dedos sujos do J. J. Abrams e da pior dupla de escritores de toda hollywood, Orcci e Kurtzman, o filme tá longe de ser horrível, sendo meramente medíocre e sem inspiração, senão divertidinho.

A história reaproveita uma ideia descartada dos anos 80 e acompanha versões jovens da galera da Enterprise, ou seja, basicamente caricaturas deles. Kirk é ainda mais porra louca, Spock é metade emo/metade Vulkan chato, McCoy foi travestido de alívio cômico, Scotty é 300% mais escocês, Chekov é tão russo que seu sobrenome é Vodka e Uhura faz alguma coisa de útil. Juntos eles precisam parar um vilão sem sal e sem personalidade que veio do futuro se vingar da Federação e do Old Spock porque o planeta dos Romulanos foi explodido numa super nova. As coisas terminam mais ou menos do jeito que são na Série Original, com Kirk capitão e a tripulação formada e pronta pra embarcar em novas aventuras.

Lembre-se de levar um óculos escuros quando for assistir.

Star Trek: Além da Escuridão (2012)[editar]

Cquote1.svg Que tal fazer um filme em que o Spock fica o tempo inteiro zangado e quase mata um cara na porrada? Cquote2.svg
J. J. Abrams provavelmente

Spockratinho.gif

Quer saber como estragar o melhor filme de Star Trek? Star Trek: Nemesis, outra resposta também seria fanservice imbecil, o que é o caso em Além da Escuridão. É mais fácil falar quantas coisas o filme não estragou do que o contrário. JuJayBrams e seus compatriotas escolhem adaptar o Khan da pior forma possível. Ao invés de vencer a galera da Federação por ser um super gênio com anos de planejamento, ele vence porque todo mundo é um retardado imbecil, incluindo um vilão da Federação cujo plano consiste em colocar super humanos dentro de torpedos como chantagem.

Na cena que Khan revela seu verdadeiro nome para o Spock e o Kirk, rola toda uma pausa dramática fudida e uma música tensa... sendo que os dois nunca ouviram falar dele e estariam pouco se fodendo pro seu nome. Leornard Nimoy é mais uma vez desenterrado de sua cripta pra falar 2 frases e voltar pro sono eterno. Por algum motivo ele decide dizer pra galera da Enterprise que Khan "é o maior vilão que já enfrentamos", apesar dele próprio já ter lidado com Deuses capazes de destruir planetas inteiros, e Khan ser só um cara foda. Essa completa falha lógica encapsula tudo que está errado com o filme de presumir que a audiência vai se importar com o que caralhos tá rolando só porque eles reconhecem nomes da série original.

Todas as mudanças feitas em relação ao filme original vão de pior pra horrível. Ao invés de uma nave menor e menos poderosa, Khan toma controle da nave mais pica de todos os tempos da Federação e ainda perde. Kirk é quem se sacrifica agora para salvar o dia, numa cena completamente ausente de sentido. A pior parte é que ele nem sequer passa um filme inteiro morto, porque mais tarde o McCoy tira da bunda que o sangue do Khan pode simplesmente trazer pessoas de volta a vida e usa ele pra ressuscitar o capitão. Spock esquece que tem a capacidade de fazer a galera pegar no sono com beliscão e decide acabar com Khan na porrada, espancando ele violentamente até a Uhura aparecer pra separar. É tanta quebra de personagem, continuidade, consistência narrativa e canon que o trekkie chega desmaia.

Star Trek: Sem Fronteiras (2016)[editar]

O único filme decente da trilogia nova porque o pessoal que fez os outros vazou pra estragar Star Wars. O filme é dirigido com a bunda por um dos caras de Velozes e Furiosos, então a câmera tá sempre balançando o tempo inteiro, mas o roteiro é bom e é o mais perto que os filmes novos chegam de fidadignamente adaptar os personagens da Série Original.

Na história, Kirk e a Enterprise acabam presos num planeta remoto após serem pegos numa pegadinha. A Enterprise é destruída (sim, de novo) e eles precisam se virar sem tecnologia, sem recurso, sem porra nenhuma no meio do mato enquanto são perseguidos pelo novo vilão, Créu, um ETzão genérico com um passado sombrio mais genérico ainda. Kirk anda de motoca 50cc. Sulu agora é confirmadamente gay passivo, só porque o ator original dele era. Spock e Uhura terminam seu relacionamento, uma parada que era apenas uma piada na Série Original e que não deu em nada nos últimos filmes mesmo. Por causa disso, ele e o McCoy passam o filme inteiro como um casal de véia brigando uma com a outra. Sofia Boutella é adicionada no elenco como a alien gostozinha da vez, que surpreendemente possuía uma personalidade e algumas cenas engraçadas. E o dia é salvo literalmente ao som de Sabotage do Beastie Boys. R.I.P. Nimoy e Anton Yelchin, que morreram durante a produção do filme.

Por que o Destino é uma vadia cruel, o melhor filme da trilogia nova foi o que lucrou menos. O negócio mal pagou pela própria produção e a Paramount basicamente congelou a produção de outros filmes desde então. Originalmente ia rolar um quarto filme com viagem no tempo, Thor da Marvel, que na época do primeiro filme não era ainda o Thor da Marvel, ia voltar como pai do Kirk, mas o filme acabou morrendo na praia. Desde então já falaram que o Tarantino ia fazer um filme da série, mas isso ai tá menos confirmado ainda, e as últimas notícias que se tiveram é que o carinha de Fargo e de Legion ia encabeçar as próximas produções. Ninguém sabe, ninguém liga, as séries novas basicamente mataram Star Trek de qualquer jeito.

Tecnologia do Futuro[editar]

Com 5140686 com 500 anos de avanço tecnológico, muita coisa mudou no campos da medicina, botânica, ortodontia, quiropraxia, silicologia, sociologia, fisologia, biologia, física, química, análise interseccional da terceira onda do feminismo, geografia política, dança pós-industrial e suas variações regionais, ginecologia, musicologia, administração e também na arte de fazer pão. O mundo de Star Trek é cheio de bugigangas malucas, algumas que preveram mais ou menos o futuro, outras nem tanto. A canonicidade desses objetos e apetrechos costuma mudar conforme se avança nas séries e se você está levando em consideração os quadrinhos, os videogames e todo o conteúdo extra ou não. Pra quem não é Trekkie isso faz tanta diferença quanto seis e meia-dúzia.

Por motivos óbvios, a própria Enterprise (e consequentemente a Voyager, a Enterprise-D, e por ai vai) é recheada desses equipamentos impossíveis que nunca vão existir, e os trekkers estão sempre tentando identificar alguma bugiganga moderna com algo já "adiantado" pela série. Como dizer que o ônibus bi-articulado nada mais é do que a aplicação dos princípios de transferência de partículas do teletransporte ao maquinário urbano.

Os equipamentos mais lembrados pelas pessoas normais (não-trekkers) são:

  • A Sala de Transportação, que permite que você dê uma escapada do serviço para ir ao banheiro em casa, usufruindo todo o conforto e liberdade que só a porta aberta permite. Ninguém nunca tentou teletransportar só a parte do corpo que incomoda nessas horas, enviando a matéria fecal direto à privada. Por causa da maneira como a máquina funcionanda, transformando a matéria do seu corpo em dados e remontando ela em outro lugar, com uma cópia nova da sua consciência, é justo dizer que são basicamente máquinas de suicídio, porque você vai estar sempre morrendo pra um novo você surgir em outro lugar. Nenhuma das séries parece reconhecer esse fato e todo mundo se transporta de boaças o tempo inteiro.
Típico dia no consultório do Dr. McCoy
  • A Maleta do Dr. McCoy, que cura qualquer doença em segundos, a não ser que os roteiristas tenham tido um branco criativo e precisem inventar uma doença essencial que ameace a vida de algum personagem do primeiro escalão. Nesse caso, a cura só será encontrada após a tripulação enfrentar uma criatura medonha feita de energia pura, sabão em pó ou marshmallow incandecente, com todas as implicações morais descritas acima.
  • O Motor de Dobra Espacial. A nave tem a capacidade de amassar o espaço, fazendo com o que o espaço que esteja a frente da nave se dobre e fazendo com que o espaço atras da nave se estique transformando uma distância absurda em um palito de fósforos. É basicamente aquela cena de todo filme com viagem interestelar que o cara fura um papel com um lápis. A dobra nunca pode ser usada para fugir dos inimigos, porque isso prejudicaria o roteiro e impediria que houvesse o dilema ético sobre matar ou não o monstro medonho que ameaça todo o universo.
  • O Telecomunicador. Trata-se de um incrível dispositivo de comunicação portátil, inimaginável na tecnologia atual. Permite que uma pessoa converse com outra à distância, por meio de um pequeno aparelho eletrônico que é usado para transmissões de voz por meio de formas desconhecidas de energia. Mais um delírio dos roteiristas, que não entendem nada de ciência e ficam criando aparelhos que não existem.
  • O Sintetizador de Comida. É um equipamento que entrega para o glutão qualquer coisa que ele queira comer, desde casquinha de siri até rabo de dragão Vulcano. O que pouca gente sabe é que o sintetizador de alimentos na verdade recicla todo o esgoto da espaçonave - você já se perguntou como é que os personagens passam episódios inteiros sem nunca ter ido ao banheiro? É através desse aparelho que a Federação evolui para se tornar uma civilização pós-escassez, o que não significa a mesma coisa deles serem comunistas.
  • O Holodeck, uma câmara especial na nave que permite a recriação fidadigna de qualquer cenário que estiver em seu acervo. É a forma que A Nova Geração encontrou de justificar episódios na Nova Iorque dos anos 40 ou dentro do mundo do Sherlock Holmes. A sala precisa ser constantemente limpa de fluidos corporais porque todo mundo usa o tempo inteiro pra foder hologramas, especialmente o Riker, que basicamente mora lá quando não tá sarrando em alguma ET.

O mais importante sobre a parafernália tecnológica: sempre haverá um episódio em que alguma coisa vai dar pau! E esse problema vai ser sério, ameaçando a vida de algum personagem do primeiro escalão e criando um dilema ético/moral que só poderá ser resolvido com uma explicação de ciência moderna.

Espécies[editar]

Vulcanos[editar]

Exemplo de volcano.

Vulcanos são alienígenas de cabelo preto tigelinha e orelhas pontudas, uma espécie de elfos do espaço (porém de estatura normal, provavelmente devido a uma hiperatividade da tireoide, como bem apontou o próprio Capitão Kirk em certo episódio), habitantes do planeta Vulcano. No entanto, os vulcanos seguem a filosofia da lógica e, por definição, não são emo. Os vulcanos abominam esse comportamento e se orgulham de ser o único planeta bem sucedido na eliminação desse mal.

A exceção fica por conta de Spock, que nunca se deu bem com seu pai que não o compreendia e o considerava emo demais, apesar de todo o esforço de Spock para não o ser. Spock tinha um meio-irmão que, inconformado com a intolerância dos vulcanos aos emos, fugiu do planeta e fundou a banda Fall Out Boy. A emotividade de Spock é fruto de sua crise de identidade que o fez escrever um livro intitulado "Eu não sou Spock", que demonstra sua dificuldade de autoaceitação e, mais tarde, outro livro afirmando o contrário, "Eu sou Spock".

Klingons[editar]

Capitão Kirk, após um ataque dos Klingons

Na Série Original, a bronca da semana sempre acabava sendo os Klingons, uma raça de aliens testudos que são extremamente militaristas e imperialistas. Os caras são completamente obcecados pelo conceito de honra e desprezavam a Federação por serem frutinhas demais. A sociedade Klingon é bem mais avançada do que simplesmente "mim ser guerreiro, mim bater", mas isso só viria a ser mais profundamente explorado nas séries subsquentes, quando eles se tornaram amiguinhos da Federação.

Embaixador da raça Klingon na Terra

Para desviar a atenção da falta de criatividade, os desenvolvedores da série resolveram que os Klingons teriam seu próprio idioma. E perceberam que poderiam lucrar com isso, vendendo dicionários da língua Klingon, gramática da língua Klingon, "O Guia do Mochileiro Klingon" entre outras bugigangas. Até um Google e uma Desciclopédia em Klingon foram desenvolvidos, mas nada se compara, em lucratividade, à venda de ringtones interpretados pelo Crazy Klingon. O Klingon hoje é a segunda língua fictícia mais falada no mundo, com um total de 40 praticantes.

A língua Klingon pode ser facilmente aprendida por alguém que domine o Minerês Triangulino, bastando para isso cortar fora a língua e falar com um ovo cozido na boca. Constatado esse fato, surgiram fortes suspeitas de que a professora do Charlie Brown era Klingon, e que teria abusado sexualmente do garoto. Do relacionamento nasceu Charlie Brown Jr., que tem vários traços Klingons, principalmente o mau-cheiro, o baixo QI e a incapacidade de se relacionar pacificamente com humanos.

Cardassianos[editar]

Típica fisionomia de um Cardassiano

Não devem ser confundidos com os Kardashianos, apesar de também serem um povo lagarto. Foram introduzidos durante A Nova Geração e permaneceram uma presença relativamente constante nas séries seguintes. São basicamente lagartos fascistas do espaço que curtem tortura e a subjugação de planetas inteiros. Apesar de possuirem infinitamente menos recursos que a Federação, conseguem se virar na base da malandragem e do puro oportunismo.

Na história da franquia eles eventualmente entram em guerra contra a Federação, mas o conflito não vai para lugar nenhum e acaba com a criação de uma zona desmilitarizada, onde fica Bajor, dando espaço pra todas as bagunças d'A Nova Missão acontecerem. Mais tarde, perdem outra guerra, dessa vez contra os klingons, e declaram aliança aos grandes antagonistas d'A Nova Missão, o Dominion, o que, no começo, dá bem ruim para os seus oponentes, e depois, dá bem ruim para o próprio império.

Terminam a série completamente lascados, desestruturados e fadados a um lento declíneo.

E daí "Star Trek"?[editar]

Daí que juntando todas as séries de TV, filmes, livros, jogos, conjuntos de cozinha, etc. você tem basicamente um amálgama de tudo que é inspiração sci-fi que foi utilizada nos últimos 50 anos. Claro que você pode passar o resto dos seus dias assistindo podcast de maconheiro no Youtchubi, ou admirando garotas menores de idade no Tik Tok porque elas são "engraçadas", mas que tal gastar seu tempo assistindo algo que preste?

Na atualidade, quando tudo é uma desgraça utilizada de palco político pra estapeamento entre gados estatais, e todo produto de ficção oferece apenas versões do futuro onde tudo é uma merda, ou procura formas de enfiar mensagens políticas na história mesmo quando não tem nada a ver com a franquia, Star Trek se mostra cada vez mais uma janela refrescante a um futuro próspero para a humanidade, onde a humanidade aprendeu a superar suas dificuldades e se encontra unida numa jornada curiosa em busca de novas civilizações para com quem compartilhar sua fartura.

Pelo menos as séries antigas eram assim... no geral. Nem tudo é um mar de rosas, alguns episódios são horrorosos, hipócritas e absurdamente entediantes, mas assim era a vida quando você tinha que produzir uma temporada com mais de 20 episódios usando 1/5 do orçamento que as séries de hoje em dia tem.

Galeria[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Star Trek no Mundo do Contra:

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