Steve Walsh

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Seu-meme-APRACAeNOSSA.jpg ESTE ARTIGO É COISA DE VELHINHO RECLAMÃO
... que vive jogando biriba na praça.

Vai estragar a página da senhora sua avó e não encha meu saco

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Emblem-sound.svg.png Steve Walsh
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O bigode de cafetão mais foda do Rock
Nome Steve Walsh
Origem Estados Unidos
Sexo link={{{3}}} Masculino(masculino)
Instrumentos
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Vocal, teclado e bongô
Gênero Rock progressivo
Influências Jô Soares
Nível de Habilidade Alto
Aparência Antigamente alternava entre o bigode de cafetão e a cara do Anthony Kiedis, atualmente está uma carcaça de múmia
Plásticas Implante de pelo de ouriço no queixo
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Tocar bongô
Cafetão/Produtor
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Robby Steinhardt

Steve Walsh é o vocalista, tecladista, compositor e bongozeiro da banda Kansas. Ou melhor, apenas vocalista e tecladista, porque bongozeiro nunca o deixaram ser.

Esse é o Steve Walsh ou o Skylab?

Atrás do bigode de cafetão se escondia um músico talentoso. Depois que raspou o bigode definitivamente perdeu seu talento, igual Sansão.

Biografia[editar]

Steve Walsh não nasceu no Kansas, por isso ele não esteve na formação inicial da banda Kansas. Ele tocava bongô num bar nos arredores do estado do Mississippi, e foi nesse bar que a banda Kansas o encontrou. Ele tinha uma dupla sertanejo com Robby Steinhardt, pandeirista e ursão de primeira. Ambos foram chamados para integrar a banda.

Inicialmente só tocava bongô, mas um dia o vocalista da banda teve um acidente nas cordas vocais ao tentar engolir um cachorro-quente inteiro, e sobrou para Walsh assumir os vocais. Tempos mais tarde teve que abandonar o bongô para tocar teclado pois o tecladista anterior teve um acidente nos dedos ao tentar enfiar um cachorro-quente inteiro na boca (mordeu os dedos e perdeu as digitais e a sensibilidade). Acabou gostando de ser vocalista e tecladista, mas sempre dava vontade de tocar o bongô.

Durante toda a sua vida, ele deve ter saído da banda umas vinte vezes, e entrado outras vinte vezes. Steve Walsh tinha a intenção de fazer carreira solo, mas sempre que saía da banda, imediatamente perdia o poder vocal. Provavelmente havia uma maldição que só permitia a Walsh cantar no Kansas, ou em lugar nenhum.

Poucos momentos que ele conseguia tocar o bongô

Atualmente está bem firme na banda, fazendo turnês mundiais nos asilos para os velhos que ainda lembram dessa banda.

Música[editar]

Steve Walsh sem bigode, galanteamente tocando inocente, seu bongô pra gente, só pra poder curtir

Fora ter tentado a carreira solo dezenas de vezes e ter ficado conhecido no Kansas, não teve mais nada de importante. Quando saía da banda, tinha a intenção de ser bongozeiro, mas as bandas de Rock não tinham a intenção de um tocador de bongô. Quando voltava ao Kansas, não o deixavam tocar o bongô que tanto amava. Era bem frustrante.

Mesmo sendo o maior bongozeiro de todo os Estados Unidos da América, Walsh nunca pôde demonstrar esse talento em alguma banda específica. Quando tentava carreira solo, ninguém ia ver. No Kansas, de vez em quando ele dava uma miguelada e tocava o bongozinho, que ele trazia escondido.

Como vocalista, ele sempre foi subestimado. A voz lúcida e emotiva de Robby Steinhardt sobrepunha sua voz. Como tecladista ele era bom, mas ninguém dá bola para tecladista. Como bongozeiro, o melhor de todos os tempos, mas era um instrumento que não combinava com o rock progressivo; na verdade combina com nada, só com o Jô Soares e com o Bongô do Castelo Rá-Tim-Bum.

Técnica[editar]

Correndo o risco de ser tachado de repetitivo, redundante, recurso, enrolador, enchedor de linguiça, metralhadora de merda, enfim, qualquer adjetivo ou locução adjetiva que possa exprimir que um escritor de artigo está só escrevendo merdas pra aumentar a quantidade do artigo em bytes, e eu já esqueci o que ia falar, acho que era algo sobre o Steve Walsh que iria parecer redundante, mais nem sei mais...

Ah, lembrei, falar-se-á da técnica musical desse grande sujeito com múltiplos talentos. Ele aprendeu a tocar seu bongô de macumbeiro bem no intestino grosso da África, mais precisamente na Bahia. Quanto ao teclado e ao vocal, na verdade nesses dois ele só faz um feijão com arroz básico sem sazon, só o suficiente pra não passar vergonha nos shows, se bem que hoje em dia ele mal consegue cantar Dust in the Wind, que nem exige grandes coisas de um vocalista, mesmo que tenha um barbante vocal em vez de corda vocal.

Ver também[editar]