Sudão

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جمهورية السودان (Jumhuriyat as-Sudan Pobretone)
Jitongo Muito Caloroungo
Surdão
Bandeira de Surdão
Brasão de Surdão
Bandeira Brasão
Lema: Mande-nos dinheiro se vocês quiserem ver Darfur viva
Hino nacional: No Sudão, só tem bundão

Localização de Surdão

Capital Cartoon Network
Cidade mais populosa Ombudsman
Religião oficial Islamismo geneticamente modificado
Governo Cacique
 - Manda-Chuva Pai Quevedo
Heróis Nacionais Borat, Sunda
Área  
 - Total deserto km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Alto  
População brigando por petróleo 
PIB per Capita depende de quanto as famílias pagam para o refém ser libertado 
IDH -0,999 
Moeda Mulheres
Fuso horário Atlântico
Clima Quente pra caralho
Website governamental www.mundocanibal.com.br


Sudão é o terceiro maior país da África em território, mas o primeiro em pobreza, tédio, fome e guerras civis. O nome do país deriva da expressão árabe Bilad-as-Sudan que significa "terra dos desafortunados". Apesar do surgimento do Sudão do Sul, pelo menos não quis mudar seu nome para "Sudão do Norte", poupando atualizações em muitos livros por aí.

História[editar]

Núbia[editar]

Na antiguidade o Sudão era conhecido como Núbia, devido aos n00bs que ali viviam, cujo único propósito era talhar blocos enormes de granito para exportarem para os excêntricos faraós no norte construírem suas pirâmides.

Invasão árabe[editar]

No século VII chegaram os árabes e difundiram o islamismo. O povo sudanês gostou da novidade, agora eles não precisam mais ficar apenas talhando blocos de granito, eles tinham novos propósitos de vida, se explodirem, apedrejarem prostitutas, cortarem cabeças, eram algumas das diversões que o islamismo trouxe para aquela terra.

Domínio britânico[editar]

O Sudão era um lugar inóspito e pouco habitado até 1654, ano em que o território foi visitado pelo explorador James Cook. Ele queria passar férias no Hawaii mas acabou pegando o trem errado na estação de Itaquaquecetuba, e foi parar no Sudão.

Após passar um tempo por lá apreciando as belezas naturais da África e comendo cabras das mais variadas raças, ele e sua comitiva foram encontrados por uma tribo de vorazes índios canibais hermafroditas. Toda a sua comitiva morreu, só sobrou James para contar a história.

No fim do século XIX na época do neocolonialismo o Sudão foi conquistado pelos britânicos que ficaram lá disputando esse pedaço de terra com o Egito que queria ter um lugar para despachar suas mocréias.

Independência[editar]

Nos anos 50 o Reino Unido, assim como os outros países europeus, se enjoou da África e abandonou todas suas colônias, o que inclui o Sudão. Foi aí que o Sudão conquistou sua independência.

Fundamentalismo[editar]

No rodízio de ditaduras que passou a ocorrer após a independência do Sudão, em 1989 o general Omar Haasan al-Bashir (vulgo, Senhor Omar) num golpe militar transforma o Sudão num país islâmico, adotando a sharia (lei islâmica que tem uma perspectiva diferente sobre o que são direitos humanos).

Terrorismo[editar]

Grupo de sudaneses reunidos para uma típica confraternização semanal.

Na falta do que fazer, o Sudão começou a fornecer apoio a terroristas, afinal os Estados Unidos não sabem onde fica o Sudão, fazendo do país um esconderijo perfeito para os militantes da AL-Qaeda, sem contar que o deserto é bom campo de treinamento.

A ONU decreta embargo econômico ao Sudão, mas a ação preceu não fazer diferença, pois não tem como deixar mais pobre um país miserável.

Fatos recentes[editar]

Senhor Omar continua tratando o Sudão como se fosse sua latrina pessoal, em 2009 foi condenado pelo Tribunal Penal Internacional e acabou impedido de viajar para as Bahamas.

Em 2011 o Sudão do Sul declara sua independência, agora se o Sudão junto já era ruim, separado então estão dois países miseráveis.

Subdivisões[editar]


Economia[editar]

A economia do Sudão é baseada no dinheiro que cobram das famílias dos reféns que eles capturam para comer, na exportação de prostitutas negras que só dão,do arcaico instrumento de tiro arco e flecha e de refugiados.

Política[editar]

No Sudão o sistema de governo, assim como nas outras comunidades africanas ultrapobres, é o das sociedades indígenas, onde quem manda é o cacique, e ai de quem não gostar. O cacique também é o comandante do sistema de educação, pois é ele que passa os seus sábios ensinamentos para os outros membros da tribo, de geração em geração.

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