Syang

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Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficou boa quando morreu de tuberculose.

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Vamos lá seu nerd rosqueiro filho da puta escroto, você quer a ver assim e muito mais, admita!

Simone Deu duro? Tome um Dreher Péres, mais conhecida pela alcunha infame de Syang (Brasília Amarela, 7 de novembro de 1968), é uma ex-roqueira pactuada com satã, cantora pop, infame escritora de contos eróticos, ex-participante de reality shows e supostamente, de acordo com a Brasileirinhas, atriz pornô, embora a atriz do mesmo nome tenha errado as tatuagens na hora de tentar ficar igual à Syang verdadeira (fora que a Syang verdadeira tem cara de menina inocente, ao passo que seu cover pornográfico tem mó cara de putona).

O apelido Syang (que já foi também Si Young) deriva, de acordo com uma entrevista que ela mesma deu à Veja em 1998 (conteúdo verídico inútil), ao fato de ela ser filha bastarda de Angus Young, que nunca reconheceu a paternidade, mesmo tendo aos 13 anos uma visitinha sacana no Brasil onde pegou alguma gatinha de Brasília.

Você gosta de... erotismo?[editar]

Syang na época em que 5 em cada 4 headbangers a vereravam.

Syang sempre foi uma gostosa sensual, embora vivesse assustando os meninos, pois ao invés de brincar de boneca ou se vestir de patricinha, Syang só se vestia de preto, usando correntes (mas não as de Andrômeda) e com pose de satânica trevosa. Um dia, juntou-se com outras fuderosas como ela e formaram uma banda só de meninas, chamada Autópsia. Poucos anos depois entraria por curto período com sua guitarra na banda Detrito Federal, mas ansiosa por mais peso e ficar mais trevosa ainda, criou a banda P.U.S. (Porrada Ultra Suicida, Potência Ultra Sônica, ou PUS mesmo, sei lá), que tocava um death metal pesado pra caralho (e sim, ela também cantava... ou urrava, tossia, sei lá o que que fazem em bandas assim), onde ficou por uns 10 anos aproximadamente, até a banda ir pro beleléu. Em 1999 lançou um disco pop auto-intitulado, o que deixou fãs da P.U.S. malucos, não porque o disco era bom ou as fotos da arte da capa eram do caralho, mas porque ela TRAIU O MOVIMENTO METALEIRO, VÉIO!

Sem ter o que fazer da vida, em 2002 foi parar na Casa dos Artistas 2, que falaremos mais na próxima secção, porque é bem divertido falar de trairagem, além disso, é bom pra dar um suspense deixar pra próxima secção enquanto você fica esperando com o cu na mão. Após o sucesso fuderoso, ela enfim levou o Sílvio Santos a gostar de... erotismo, ao lançar ao mesmo tempo um ensaio para a revista Playboy com suas 11 tatuagens, com um mapa em anexo para localização de todas, e também o livro "No Cio", onde ela conta experiências sexuais dela e também de amiguinhos dela.

Em 2002/2003 entrou por curto período na banda gaúcha DeFalla, onde gravou o disco "Superstar", um dos mais de oito mil estilos que essa banda sem personalidade já fez (agora em homenagem ao LGBT, foi um disco de glam rock). Em 2004, Syang tentou segurar mais um pouco a fama, aparecendo com mais 2 novas tatuagens na Sexy. Depois disso, só voltou às telinhas em 2008, com o falecido programa Hot Hits da falecida emissora Canal 21 (na verdade, falecida não, ela apenas se converteu à Igreja Mundial do Poder de Deus e é pra GLORIFICAR DE PÉ, IGREJA!) No mesmo ano lançou mais um livro: Sexualidade na gravidez: relatos de uma mãe de primeira viagem, mostrando que sexo grávida é tudo que há e que eu comeria ela e o bebê.

Casa dos Artistas[editar]

Em 2002, como eu já adiantei na seção completamente feita pra chamar a atenção anterior, Syang fez parte da segunda Casa dos Artistas, onde acabou ficando de caso com um dos "Gêmeos" do programa O Positivo (de onde, porra?) Gustavo Mendonça (essa Casa ae foi marcada pela participação de outros dois refugos desse programa da Band, Tiazinha e Feiticeira, se bem que na época a Tiazinha tava ainda comestível, já a Joana... que porra?). Esse caso, que aparentemente não foi nada além de uns beijinhos (é que os Gêmeos da Band tinham um segredo: só o Flávio Mendonça que realmente era hétero) entretanto deixou o marido da Syang na época, o Daniel Sabbá, putinho da vida, chegando a ameaçar entrar na casa e matar a porra toda! No fim, o casamento foi pras cucuias e ela logo se casou com um lutador de jiu-jitsu, pra se proteger e também pra aprender a lutar (sim, vá fazer merda com ela e você toma um armlock de imediato!).

Uma versão fake?[editar]

Recentemente, a IAFD e as Brasileirinhas mostraram filmes de uma atriz com o nome Syang (ou Syang Angel), que teria realizando uns filmes durante os anos 2005-2007, entre eles, Piranhas do Egito, mas pela numeração das tatuagens acredita-se que não passe de uma das muitas atrizes pornôs estilo Cameron Brazil: Parecem, mas não são. (Ou São).