THQ

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THQ faliu!
Graficozero.JPG Nem o Sr. Burns quita suas dívidas!

Veja outros que ficaram no vermelho.

THQ logo 2011.png
Típico jogo da THQ.

THQ foi a destruidora de sonhos dos amantes de jogos e filmes. Além de produzir e publicar desgraças alheias que eles chamam de jogos sempre com temas de filmes. Foi fundada em 1990 por Ninguém Importante, expandindo-se na década de 2000 fazendo jogos licenciados, pois seus funcionários não tinham criatividade o suficiente para desenvolver um jogo original.

Teve marcas como Disney, DreamWorks Animation, Nickelodeon, Pixar, e WWE. Provavelmente você já deve ter ouvido falar do jogo do Ratatouille que lançou para trocentas plataformas (ou não).

Durante os seus anos de vida, a THQ dizia ser rival da Activision, mesmo trabalhando em conjunto com a mesma em alguns jogos, talvez deve ser por isso que muitos a confundem com a Activision, visto que ambas produzem e publicam merda jogos de qualidade duvidosa.

Depois de anos amargando na pobreza e lançando jogos indesejáveis a empresa decretou falência em 2013. As três letrinhas foram vendidas para a Nortic Games que implantou a marca THQ a um de seus estúdios, no final a Nordic se arrependeu.

História[editar]

Fundação (1990-99)[editar]

A THQ foi especialista em títulos de lançamento para o GBA.

THQ foi fundada por um adulto que age como criança em 1 de abril de 1990. O seu nome super original é uma sigla para Toy HeadQuarters que significa Beco dos Brinquedos. Nos seus primeiros anos a empresa viveu de caridade fornecida pela Bethesda, ela produzia jogos e o trabalho chato de publica-los era da THQ.

Um de seus primeiros jogos foi o Home Alone (Esqueceram de Mim) e Where's Wally? (Onde está Wally?), desde aí você já imagina o fascínio por jogos de filmes e livrinhos infantis. Na segunda metade da década de 90, THQ era conhecida como o chorume do trabalho sujo que as grandes desenvolvedoras faziam, um grande exemplo disso é a publicação de jogos de quinta como o repetitivo FIFA para o Game Boy Color. Se os gráficos cubísticos do PS1 já eram horrendos, imagina no GBC que pareciam uma pintura abstrata pixelizada.

Durante a década de 1990, seus maiores triunfos foram a série de Ren & Stimpy para os consoles da Não-Intendo, títulos da série Strike e uma penca de jogos para Game Boy e Game Boy Color como A Bug's Life, The Rugrats Movie e WWF WrestleMania 2000.

Crescimento (2000-09)[editar]

Ratatouille era o amor dessa empresa, só pode.

Com base nos resultados da sua primeira década, THQ tinha potencial em não ser uma completa favelada. Foi então que começou a investir em jogos de desenhos do Bob Esponja, Padrinhos Mágicos, Hey Arnold, Jimmy Neutron e até mesmo do Scooby-Doo, além de outros trocentos jogos desconhecidos.

A THQ nunca teve uma empresa favorita, o que despertou o interesse em publicar jogos para todos os consoles, ganhando o recorde de jogo disponível em mais plataformas com Ratatouille, disponível para nada mais nada menos que 10 plataformas, seguido por Carros com 9 plataformas.

Porém vale destacar que sua paixão por portáteis que não deve ser negada, nos anos 90, viveu lançando jogos para o Game Boy, e na década de 2000 incrementou a biblioteca do Game Boy Advance e do Nintendo DS com vários jogos de qualidade.

Falência (2010-13)[editar]

Já nessa época, a THQ era famosa por jogos hediondos, e mestre na tosquice. No final de sua vida inventou a série de Darksiders, mas ao lançar o segundo da franquia em 2012, bateu-se em sua porta as contas, sem dinheiro, acabou no fundo da sarjeta com um destino ambíguo, porém com a cara no fosso.

A marca THQ foi comprada pela Nordic Games em 2014 e em 2016, mudou o seu nome para THQ Nordic Games, assim com um nome respeitável e um legado, a Nordic Games que de nórdica não tem nada, achou que alavancaria seus ganhos com um nome forte no mercado, porém em 2019 voltou atrás após ver que o nome apenas atrapalhou e gerou ódio gratuito a empresa.