Terrible Certainty

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Medinho do escuro.jpg Este artigo trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.


Cquote1.svg Eles não adoram mais a mim... sniff! Cquote2.svg
Satanás sobre Terrible Certainty
Cquote1.svg Decidimos mudar o som um pouco... Cquote2.svg
Mille Petrozza sobre Terrible Certainty
Cquote1.svg Fizemos o mesmo com o Persecution Mania. Cquote2.svg
Tom Angelripper sobre Sodom
Cquote1.svg Essa capa é uma blasfêmia! Hereges! Cquote2.svg
Edir Macedo sobre Capa do álbum

Terrible Certainty é o terceiro álbum do Kreator. Foi o divisor de águas da banda, já que não era nenhum Pleasure To Kill parte dois. Alguns fãs puristas acusaram o Kreator de ter se vendido para a mídia principal, ter perdido o poder vocal e outras oito mil coisas ruins sobre a banda e o álbum.

Notou que o Diabo está lá atrás?

Antecedentes[editar]

Ano de 1987, a banda estava sendo pressionada a lançar algo melhor que o Pleasure to Kill. Mille mandou geral pra aquele lugar e seguiu seu próprio caminho e métodos que aqui estão listados:

  1. Abandonar as influências de Black e Death Metal.
  2. Fazer um álbum puramente Thrash Metal.
  3. Parar de cantar como se fosse filho do Capeta
  4. Deixar o Ventor cantar em só uma música ("As The World Burns").
  5. Deixar as letras sobre maldades, matanças, ocultismo e Diabo de lado.
  6. Ser reconhecido nas duas Alemanhas. (Ainda era época de Guerra Fria)
  7. Pegar groupies dali pra frente.
  8. Isso inclui a sua mãe.

Produção[editar]

Finalmente o Kreator fez um álbum com boa produção. Tudo isso devido eles terem vendido suas almas para a mídia corrompedora dos bons artistas e do mundo mágico, sacro-santo e colorido do Heavy Metal o Diabo. Existe barulheira sim, mas é uma barulheira que você distingue os instrumentos.

Recepção[editar]

Como foi dito, teve gente que gostou, teve gente que não gostou e teve gente que até deu o cu pra comprar esse álbum. Os pau-mandados e fãs alienados aplaudiram a banda de pé. Apesar de ter largado as pegadas de Black e Death Metal, o Kreator continuou agressivo e rápido. O que mais eles poderiam querer? Kinder Ovo de brinde nos shows? Mille mandou a crítica lamber sabão e confiou no que fez.

Conteúdo lírico[editar]

Kreator assim como o Sepultura abandonou seu amor pelo ódio, Diabo, matanças e outros clichês do Thrash e começou a usar temas realistas. Temos no álbum problemas ambientais, fim do mundo, gladiadores e cristãos lançados aos leões, um cara que está assustado com o mundo entre outras coisas.

Músicas[editar]

  • Blind Faith/Igreja Universal - Conta a conversão de Mille ao Macedismo.
  • Storming With Menace/Andando na Ranger - Conta a paixão de Rob por carros da Ford.
  • Terrible Certainty/Eu Sou Broxa - Fala do fato terrível de nenhuma mulher te querer.
  • As The World Burns/Enquanto A Sua Rosca Queima - Fala de um hábito que você não consegue largar...
  • Toxic Trace/Rio Tietê - Fala da poluição na Baía de Guanabara.
  • No Escape/Ricardão no Armário - Fala sobre com quem sua mina está agora...
  • One of Us/Pedra, Papel e Tesoura - Fala de uma certa brincadeira de criança...
  • Behind The Mirror/Atrás da Pica - De algum modo Mille descobriu suas preferências sexuais...

Integrantes[editar]

  • Mille Petrozza - Voz, violão de aço
  • Ventor - Bandolim
  • Rob Fioretti - Baixo

E mais um outro guitarrista com nome impronunciável e vindo de um país com quem ninguém se importa.