The Black Keys

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Elvis Presley deu sua benção a este artigo!

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Blues broth 1978.jpg .:: The Black Keys é bluseiro! ::.

Isso explica porque ele faz solos de guitarra de dez minutos.

Com certeza alguma música dele é de autoria de Willie Dixon.

Arband.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

The Black Keys
The Black Keys comendo.jpg
Comendo
Origem Ohio
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Período 2001 - Atualmente
Gênero(s) Indie Rock e Blues.
Gravadora(s) {{{gravadora}}}
Integrante(s) Dan Auerbach;
Patrick Carney.
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}
Wikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: The Black Keys.

Babel fish.gifTraduzindo: As Chaves Afrodescendentes
Babel Fish sobre The Black Keys
Cquote1.png Você quis dizer: The Black Crowes Cquote2.png
Google sobre The Black Keys
Cquote1.png Você quis dizer: The White Stripes onde os membros não são casados Cquote2.png
Google sobre The Black Keys
Cquote1.png FÉLAS-DA-PÔTA! Cquote2.png
Integrantes do Nickelback sobre The Black Keys
Cquote1.png FIFA 11 Cquote2.png
Gamer sobre The Black Keys
Cquote1.png Favor não confundir com a gente! Cquote2.png
The Black Crowes sobre The Black Keys
Cquote1.png Só falam que Nickelback matou o Rock porque não conhecem o Restart... Cquote2.png
Brasileiro sobre The Black Keys e a treta com o Nickelback
Cquote1.png Banda de merda! Se “Tighten Up” tivesse no PES, eles teriam meu respeito! Cquote2.png
PESista sobre The Black Keys

THE BLACK CROWES KEYS é uma banda Americana, e que dá para falar muita coisa em torno de sua situação, a começar pelo seu nome: causando muita confusão entre os fãs das bandas, devida a semelhança com o The Black Crowes, por causa dos seus nomes. A Sociedade Conservadora enche o saco dessa banda querendo que eles mudem o nome para “The Afrodescendent Keys”.

Por ser uma banda americana, se esperava que eles fossem cantar Pós-Grunge, a arma criada pelo exército americano se aproveitando dos cacos do Grunge, mas, assim como The Strokes e The Killers, conseguiram fugir do estilo e foram ao Indie, e ainda cuspindo no estilo, ao afirmar que o Nickelback, uns canadenses que só estavam de passagem naquele estilo americano, tinham matado o rock. Brasileiros do mundo inteiro começaram a retaliar a banda, lhes dando a discografia completa do Restart para que tirassem novas conclusões, ou seja, nessa crítica, estavam sendo sem noção, como todo o Indie que se preze, só estavam honrando a bandeira.

Você deve achar que essa banda é nova, mas, não é. Essa banda é de 2001, você tem que dar graças a Deus (ou não) que foi lançado o FIFA 11 aqui, senão, essa banda nunca tocaria por aqui. Culpa das modinhas e dos energéticos.

A mídia considera essa banda uma releitura do The White Stripes, mas, peraí: Jack e Meg são casados. Isso aí! A mídia fica falando que eles são gays e casados! Talvez seja uma propaganda em prol do casamento gay, sei lá...

Billy Gibbons, do ZZ Possi ZZ Top é outro paga-pau da banda, e, sempre aparece do nada, como seu personagem em Bones, nos shows e entrevistas deles.

O Começo:[editar]

O amplo estúdio onde iniciaram a carreira.

Em 2001, Dan Auerbach estava pensando em como subir na vida mamando nas tetas da merda que deu lá nos Esteites naquela época, pensou, pensou e pensou mais um pouquinho, e concluiu que seria melhor usar a música para explorar tal tragédia, já que era a única abordagem que ainda não havia sendo feita.

Só que sozinho, estava tudo muito caro, então, resolveu sair pelos Esteites a procura de um parceiro (ou mais de um, sozinho estava complicado).

Após voltar para Akon Akron, em Ohio, descobriu que nunca precisou sair da cidade para montar sua banda, quando conheceu Patrick Carney, um açogueiro que estava cortanto carney no exato momento em que se conheceram.

Após conhecer a proposta inicial da banda, ele aceitou formá-la, e, no processo, Dan ainda consegue o cozinheiro para a equipe, o que significava uma despesa a menos, não era necessário contratar cozinheiro.

Faltava um nome para esse novo duo: como sonhavam em abrir a “Black Box” do 11/9, batizaram a banda de THE BLACK KEYS, nome que, em primeiro momento, causou muita polêmica: como a Sociedade Conservadora estava sem uma pia para lavar, um fogão para cozinhar e um(a) parceiro(a) para transar, implicaram com o nome, exigindo que fosse mudado para nomes mais “politicamente corretos”, como “The Afrodescendent Keys”. Como não têm nenhuma moral, suas reclamações não foram ouvidas e a banda seguiu com esse nome.

A Carreira:[editar]

Na farmácia, comprando um prestobarba pro Dan

Após, assim como todo mundo, não ter dado ouvidos a Sociedade Conservadora, resolveram parar de explorar a desgraça alheia e resolveram cantar sobre coisas normais, misturando Blues com Indie, já que não gostavam de Post-Grunge, o que pode ser visto anos após. Se juntaram aos Strokes e aos Killers e migraram para o Indie juntos. O curioso é que, ao contrário do Blues tradicional, não recorreram ao visual Rat Pack, como os Blues Brothers, isso seria a cereja do bolo para uma tribo tão excêntrica e com tanto requinte de bizarrice.

Gravaram seu 1º álbum, que fez sucesso no mundo inteiro, exceto no Brasil, por não pagarem jabá pras rádios, o que é 50% dos lucros das emissoras radiofônicas daqui. E a banda jamais pagaria, ou seja, um álbum desconhecido para os brasileiros.

Por ser uma dupla workaholic, resolveram gravar um álbum por ano, o que é muito bom para os negócios, o lucro vem bem a calhar: mansões, mulheres, iates, mulheres e podem pagar o jabá às rádios

Após a mídia dizer que eles eram uma nova versão do White Stripes, eles se focaram em mostrar ao mundo que não eram casados. Resultado: encontraram mulheres muito gostosas, se relacionaram com elas e estão aí casados (com elas, não entre eles).

Após conseguir fãs dos mais diversos tipos, a banda resolve entrar no Brasil, seria uma missão muito difícil, já que eles se negavam a pagar o jabá às nossas rádios, então, resolveram inovar: perceberam que brasileiro é um Pokémon que só resolve suas diferenças com uma bola no pé, e resolveu colocar uma música no FIFA 11. Assim, conseguiu seu lugar nas rádios brasileiras, até porque, foi tema de game de futebol.

Treta com o Nickelback:[editar]

A Inglaterra tem o Indie, os Esteites o Post-Grunge. Todo mundo sabe que esses são os únicos estilos contemporâneos de rock que prestam. Pela ordem natural das coisas, as chaves negonas estariam no estilo americano, mas migraram para o Indie. Esse fenômeno pode ser explicado pelo fato de eles acreditarem que o Nickelback acabou com o rock, assim, começando mais um round da viadagem briga entre os estilos. Com tanta palhaçada, os emos começaram a “criar suas identidades”, com raiva desse mundo injusto onde as pessoas ficam brigando por mesquinharia.

Chad Kroeger deu um CD do Restart as Chaves Pretas, não se sabe qual conclusão eles tiraram.

Raio-X:[editar]

Integrantes:[editar]

  • Dan Auerbach: Vocalista e guitarrista: o cara que deu origem ao projeto, o nome a banda e a música pro FIFA 11. Entre outras coisas, já se tornou maconheiro, na esperança de entrar pro Planet Hemp, já que todos os seus parentes já estavam na música, mas sóbrios. Se destaca com sua barba, uma mistura de Billy Gibons, Marcelo Camelo e Matisyahu;
  • Patrick Carne: Baterista que entrou no projeto, acreditando nele. Como o nome quase sugere, ele era açougueiro, e não é muito popular no Brasil porque seu nome lembra “Sarney”, o nome do clã que é dono do Maranhão. Filho de pais divorciados, como manda a lógica, se tornou um garoto-problema, mas, viu no corte de carne a solução para descarregar tamanha raiva.

Álbuns:[editar]

Lendo o artigo
  • O Grandão Vem Aí!: Esse álbum foi gravado após a dupla descobrir que toda a NBA estava em um show deles. O nome é uma alusão a esse dia (2002);
  • Doideira: A banda resolve ir a um hospício tentar buscar inspiração para um novo álbum, aproveitaram e o batizaram após essa experiência (2003);
  • Fábrica de Elástico: As fábricas de elástico estavam sem muita credibilidade, então, combinaram de chamar uma banda para, através da música, fazer com que elas voltassem a ter importância no mercado. O álbum foi inteiramente financiado por elas (2004);
  • Poção Mágica: Após isso, era a vez das bruxas usarem a banda para ganharem credibilidade, já que elas nunca foram bem-vindas na sociedade. Bruxas e Wiccas, que também são bruxas, vamos falar a verdade, financiaram esse álbum. A Edição Deluxe vinha com uma poção que podia ser usada para fazer haters da banda virarem fãs (2006);
  • Atacar e Largar: A banda resolve recorrer as boas e velhas estratégias militares para vender mais álbuns e lucrar. Seguiram bem a cartilha do Conceito de Estratégia, do Capitão Nascimento (2008);
  • Irmãos: Músicas dedicadas a bandas com irmãos, sejam as boas, como Oasis, seja as com qualidade contestável, como o Jonas Brothers. A ideia é mostrar que, mesmo no meio do fogo cruzado, dá para tocar juntos sem tantas brigas (2010);
  • O Caminho: Tatu que caminha dentro? Resolveram colocar o nome em espanhol por 2 motivos: todo mundo já tinha usado o nome “The Way” na música americana, seja álbum, seja música, e esse foi gravado ilegalmente no México, já que achavam abusivos os impostos nos EUA para a gravação desse (2011);
  • Ficando Azul: Depois de toda a confusão, a banda resolveu dar uma variada e mudar de cor. Só esqueceram de mudar no nome da banda também (2014).

Músicas:[editar]

Uma Black key na prática
  • Seu Toque: Uma campanha em prol do Exame de Próstata. É gay? É, e muito, mas, é muito necessário, depois não reclamem se tiverem câncer de próstata...;
  • Música do FIFA 11: A música que fez com que os brasileiros os vissem como alguém na música. PESistas do mundo inteiro repudiam essa música por motivos lógicos, mas, como todos somos hipócritas, se essa música entrar no PES 2013, ela será amada pelos mesmos críticos dela;