The Intercept

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Vamos, meu bem, tenho uma reunião com empresários na Barra.

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: The Intercept.

Cquote1.png Você quis dizer: WikiLeaks 2.0 Cquote2.png
Google sobre The Intercept
Cquote1.png Um jornal online que diz a que veio. Cquote2.png
Capitão Sarcasmo sobre The Intercept
Cquote1.png Credibilidade 0 intercePT kkk Cquote2.png
Bolsominion sobre The Intercept

The Intercept (também conhecido como Interceptador no português de Portugal) é uma agência de espionagem um site online de fofocas políticas que foi criado e é bancado pelo fundador do eBay e que tem como quadros principais alguns egressos do Wikileaks, estando para tal site assim como o Audioslave estava para o Rage Against The Machine.

Tal site é a base virtual de um Think Tank de nome First Look Media, que é um braço destacado a serviço da corporocracia e que cujo foco maior é deixar as pessoas cada vez mais desacreditadas na pax americana e assim manter o grande grupo de intocáveis (do naipe de Bill Gates, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg por exemplo) com base no Vale do Silício a salvo de eventuais investidas por parte do governo dos Estados Unidos da América que venham a por em xeque a grande vantagem que as empresas com base em tal região no que diz respeito ao domínio da economia mundial como um todo.

O projeto ganhou força graças a desgraça de Julian Assange, que estaria para o Wikileaks assim como o Psytoré estaria para o Dogolachan, que antes de finalmente ser preso ficou durante 7 anos acampado dentro da embaixada do Equador em Londres para escapar da prisão certa e da extradição para os Estados Unidos da América, onde o mesmo poderia receber pena de morte ou mesmo de prisão perpétua por se achar o dono da bola nesse site, que deu espaço para uma enorme rede de vazamentos de dados confidenciais que nem eram tão confidenciais assim.

Consta que o site, depois de ganhar um banho de loja e uma roupagem bonitinha de site de news media, passou a participar fortemente da competição com conglomerados de mídia tais como News Corp, The Washington Post, The New York Times dentre outros veículos a nível de Estados Unidos da América, bem como com grupos como os editores da Folha de São Paulo, da Revista Veja e os mantenedores dos canais da Rede Globo, TV Record e Band a nível de Brasil na disputa para conseguir o maior séquito de zumbis manipulados possível em favor dos seus próprios intere$$e$ mesquinhos, sendo para isso utilizada toda a expertise de seus membros egressos do Wikileaks no sentido de vazar informações a priori confidenciais, se utilizando inclusive de meios de cyberespionagem quando necessário.

Origem[editar]

Pierre Omidyar, um francês que ficou rico em cima do site de leilões virtuais eBay (uma espécie de Mercado Livre, só que baseado nos Estados Unidos), ao se ver entediado e em constantes problemas com o IRS (uma espécie de Receita Federal, só que baseada nos EUA) resolve buscar um caminho para dar um dibre nos grupos que estavam o acossando, entrando em contato com Glenn Greenwald, que então trabalhava para o The Guardian, uma publicação obscura que só foi ganhar alguma relevância graças aos vazamentos do Wikileaks no sentido de montar um novo projeto que pudesse permitir o enquadramento dos inimigos comuns de ambos no que diz respeito a burocracia do governo americano.

Com base neste acordo, o mesmo faz uma doação de 250 milhões de dólares com o objetivo de montar uma organização pretensamente jornalística, que receberia o nome de First Look Media. No entanto, se vendo que tal nome não seria apelativo o suficiente para chamar a atenção das pessoas, se registrou para a publicação o termo The Intercept, que por fim seria o nome pelo qual a publicação ficaria conhecida.

Nessa toada, houve a contratação dos principais contatos do meio pretensamente jornalístico que estavam envolvidos no caso dos vazamentos por meio do WikiLeaks, onde entravam o próprio Glenn, a sua companheira de trabalho Laura Poitras e Jeremy Scahill, outro responsável pelo vazamento de uma série de segredos de polichinelo tratando das forças mercenárias a serviço do podério militar dos Estados Unidos da América, bem como de outros participes menores que vieram dar o apoio a mesma rede de fofocas no Brasil, visto como um front promissor para a mídia internacional depois da declaração de inconstitucionalidade da antiga lei de imprensa, vigente desde o primeiro governo pós-golpe de 1964.

A partir daí, a publicação passou a capitalizar (no sentido capitalista da palavra mesmo) os métodos e as táticas que fizeram a fama do antigo WikiLeaks em seu próprio proveito, tendo efeitos similares aos de seu predecessor no ramo da fofoca institucionalizada.

Destaques[editar]

Se destaca na publicação o mais do mesmo em relação ao Wikileaks e a outras publicações de quinta coluna voltadas ao público ativista de esquerda caviar, com o oportunista posicionamento da publicação em prol do lulismo em favor de ganhar leitores dentro deste segmento.

Na prática, os destaques maiores foram a nível de Estados Unidos mais e mais vazamentos com o padrão WikiLeaks de qualidade, mostrando a esquemática da vigilância global no melhor estilo Minority Report combinada a ações de espionagem com vistas a tentar a todo custo a garantir o status quo com o uso da força militar e de inteligência, sendo que tais vazamentos acabaram por ser contraproducentes para a inteligência norte-americana, dado que tanto a China quanto a Russia desenvolvem programas parecidos.

No Brasil, o padrão WikiLeaks de qualidade também se fez sentir no vazamento de dados, conseguidos com base no conteúdo do Telegram do Deltan Dallagnol e de outros envolvidos na pirotécnica Operação Leva Jato, com a finalidade pífia de tentar livrar o coroné Lula da cadeia, lugar no qual ele está metido por conta dos abusos na condução da operação e por conta da defesa muito vagabunda que o mesmo teve no correr dos julgamentos.

Consta que tais vazamentos teriam a finalidade de queimar, perante a opinião pública ignorante que não sabia ou fazia vista grossa para as arbitrariedades jurídicas sob a alcunha da operação, a reputação do então juiz e hoje ministro da injustiça que atende pelo nome de Sérgio Moro.

Há suspeitas [carece de fontes] de que tais vazamentos teriam sido feitos com base num hack por parte de egressos do Wikileaks fazendo trabalho sujo de espionagem e seguindo os mesmos passos daquilo que acusam a National Security Agency de fazer.

Prêmios[editar]

Apesar de ser uma publicação vagabunda que copia 100% o modus operandi do Wikileaks, acreditem, essa publicação foi premiada por um bando de puxa-sacos do National Magazine Awards falando da exposição dos trabalhadores da DuPont na fabricação de telhas de Amianto a compostos tóxicos, como se na China e em outros cantões do sudeste asiático não estivesse cheio de fábricas com tais condições altamente insalubres a seus funcionários.

Além disso, houve premiação com fofoquinhas tratando de drones (nome da moda para os aparelhos de aeromodelismo, assim como Tsunami é o nome da moda para maremotos), com uma tentativa fracassada do FBI de se infiltrar dentro da roda dos ricaços da família Bunda, digo, Bundy, bem como um documentário tratando das trocentas pessoas processadas no rol dos atentados de 11 de setembro de 1973 2001, bem como para reportagens tratando de contaminações industriais e abusos policiais, coisa que é do mais do mesmo e que serve pra agradar a esquerda hipster que adora gritar aos quatro cantos #LulaLivre mesmo quando isso já encheu o saco.

Veredicto[editar]

Ao final, podemos afirmar com fontes confiáveis que tal publicação não passa de mais uma que assim como a Rede Globo, a Revista Veja e a Igreja Universal do Reino de Deus, só serve pra lavar o cérebro de seus seguidores, ainda que contando umas historinhas que não passam de segredo de polichinelo com o intuito de arrebanhar os mais incautos.