The Talibans

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Osamao.jpg الله وحده هو الله وهتلر رسول الله

The Talibans é Muçulmano! Isto significa que ele(a) acredita em Alá, Maomé e no Gênio da Lâmpada, além de adorar se explodir.
Este artigo foi trazido por Muhammad e seu autor é membro da Mesquita Universal.

A bandeira do Talibã.

The Talibans é uma banda hardcore formada no Afeganistão no início da Década de 80. Atualmente a banda está "em recesso permanente", como declarou seu líder "Mula" Omar em entrevista recentemente concedida à revista Rolling Stone. Seu disco Live in New York - The World is Falling Down, lançado em 2001, foi apontado pela crítica especializada como um dos mais marcantes naquele ano e é, até hoje, o mais conhecido do grupo, consistindo numa explosão de vendas.

Origem[editar]

"Mula" Omar aos 24 anos. Ele parece mais velho porque a vida no Afeganistão é muito dura

Em 1982, o Afeganistão vivia uma brutal guerra civil patrocinada pela União Soviética, que havia decidido no ano anterior começar a patrocinar grandes eventos esportivos (como campeonatos de futebol ou guerras) como forma de propagar mundialmente o comunismo.

(Para maiores informações a respeito da mídia comunista, consulte o artigo Olavo de Carvalho)

Omar Melladah era, então, estudante de Belas Artes na Universidade Federal do Afeganistão (PEDRA, na sigla original em afeganistanês) e queria reverter o caos em que o país se encontrava. Assim, fez o que qualquer um que quer revolucionar o sistema faz: montou uma banda de rock. No início eram apenas três componentes, todos estudantes: ele (voz, guitarra e instrumentos perfuro-cortantes), Omar Shariff (baixo, banjo e sanfona) e Omar Motha (bateria, percussão e explosivos). À frente do grupo, Melladah assumiu o apelido de "Mula", que lhe fora dado por sua (dele) avó por causa de seus dentes grandes e seu hálito nada refrescante.

Os três faziam pequenos shows em bares e cavernas no interior do país. Chamavam-se então Al-Omahare ("Os Omares", em afeganistense) e faziam grande sucesso entre o público roqueiro da pesada da época. No fim de 1983, o agente pornográfico fonográfico Charles Ian Albertson, também conhecido simplesmente pelo seu acrônimo CIA interessou-se pelo trio e levou-os para os Estados Unidos, onde participariam do movimento denominado "pós-punk". Resolveram então mudar o nome da banda para The Talibans, americanização de uma expressão afeganistana que significa aproximadamente "Vista um lençol se for mulher".

1983-1989: ascensão e brigas[editar]

Formação original do The Talibans com dois caras que só quiseram aparecer na foto

Entre dezembro de 1983 e fevereiro de 1984, os músicos gravaram seu primeiro álbum, Kalashnikov, recebido friamente pela crítica. Durante todo o ano de 1984, eles excursionaram pelo país, lentamente conquistando seguidores admiradores em toda parte. Um deles foi o jovem californiano Osama Bin Laden, de ascendência árabe, fundador do primeiro fã-clube oficial da banda, em 1985.

Neste mesmo ano, foi lançado o segundo álbum do The Talibans: Invading Kandahar. Este trabalho foi mais bem-recebido pela crítica, porque misturava a crueza do hardcore com sons típicos do Afeganistão. Foi o início do sucesso da banda nos Estados Unidos, que começou a abrir shows para grupos mais conceituados como o Dead Kennedys e o Velvet Revolver.

Jordy, o filho da puta meigo garotinho que ganhou o Grammy naquele ano

Em 1988, após o lançamento do álbum You Look Sexy In That Burka, o The Talibans já era uma das maiores bandas underground nos Estados Unidos. Tanto sucesso culminou na indicação para o prêmio Grammy, que acabou sendo perdido para o menino-cantor francês Jordy com sua música Le Potit, Le Potat.

A derrota irritou profundamente o baixista Omar Shariff, que resolveu largar a banda e se dedicar à carreira de ator. A saída, durante a gravação do que seria o quarto álbum do grupo (que jamais chegou a ser terminado), provocou muitas discussões entre o Talibans e seu agente CIA, que culminaram num rompimento. Assim, durante quase um ano a banda ficou apenas fazendo pequenos shows, usando músicos contratados para tocar o baixo.


1991: surge a Al-Qaeda[editar]

No início de 1990, o fã Osama Bin Laden assumiu a vaga de baixista oficial da banda e juntou-se a eles na gravação do primeiro disco ao vivo: Live in the Middle of Nowhere, registro de um show realizado num deserto nos confins do estado do Arizona.

Cquote1.png É disso que eu gosto: desolação, vazio, primitivismo. Cquote2.png
"Mula" Omar sobre a escolha de tocar no deserto

Osama Bin Laden, nativo de San Francisco, e seu visual alegre

Durante o resto do ano e o início de 1991, o Talibans ficou apenas excursionando pelos Estados Unidos, enquanto compunha canções para um novo disco, que seria lançado no ano seguinte. No entanto, o baixista Osama estava insatisfeito com os rumos do grupo, e queria um som mais devastador. Seu sonho era conquistar não só os Estados Unidos, mas todo o resto da civilização judaico-cristã ocidental.

CIA, que havia deixado de agenciar os Talibans, resolveu estimular a insatisfação de Osama. Seu objetivo, além de vingança pessoal, era recuperar um pouco do dinheiro investido na banda, já que o baixista pretendia criar seu próprio grupo. Assim, em setembro de 1991, logo após o lançamento do quarto álbum (que reunia as músicas não-lançadas na época do Grammy e outras novas), intitulado Blowin' Buddhas, Osama anunciou oficialmente sua saída da banda. Auxiliado por CIA, ele formou seu próprio grupo, Al-Qaeda, que se tornou um marco no rock fundamentalista.

Desestimulados, os membros restantes anunciaram o fim dos Talibans no início de 1992. Enquanto isso, Osama Bin Laden aproveitava o suporte de CIA para tocar o terror ao redor do mundo com seu novo grupo.

2001: o reencontro[editar]

Primeiro avião a colidir com o World Trade Center

Aproveitando uma onda islâmica nos Estados Unidos inaugurada pela subida do presidente George W. Bush (admirador confesso de muçulmanidades em geral) ao poder em 2000, Osama Bin Laden procurou seus antigos companheiros de banda (que na época haviam voltado ao Afeganistão, onde trabalhavam como pastores) propondo um reencontro. O primeiro contato não foi bem recebido: "Mula" Omar disse que "não falava com traidores", mas com o passar do tempo, novos contatos foram sendo feitos e ele acabou aceitando.

Foi marcado, então, um grande show em Nova York, em 11 de setembro de 2001, do qual participariam os integrantes da Al-Qaeda e do Talibans. O evento aconteceria próximo ao World Trade Center, centro financeiro da cidade, e seria registrado num álbum chamado Live in New York - The World is Falling Down.

Assim como Elvis Presley, os americanos também acreditam que Osama não morreu

Infelizmente, o show jamais chegou a ser concluído. Passados pouco mais de 30 minutos de seu início, dois aviões desgovernados colidiram com as duas torres que compunham o World Trade Center e elas terminaram desmoronando, matando milhares de pessoas (elas recusavam-se a sair do local, achando que o incidente estava programado no show). Vários integrantes do Talibans e da Al-Qaeda jamais foram encontrados. O baixista Osama Bin Laden, responsável pela reunião do grupo, tornou-se um herói nos Estados Unidos, merecendo inclusive ser procurado pelos melhores agentes do governo. Até hoje não foi encontrado, mas os americanos se recusam a acreditar em sua morte.

Ainda assim, o álbum foi lançado cerca de duas semanas depois do show, e tornou-se um fenômeno. A versão em DVD alcançou recorde de exibição no mundo inteiro, e durante anos só se falou no grande show do World Trade Center. O presidente Bush, fã incondicional do rock islãmico, até hoje lamenta o fim das bandas.

Cquote1.png Eu simplesmente adoro esses caras. Outro que tenho ouvido muito é Mad Saddam and his Wild Rebels. Dou a maior forca... perdão, força a eles. Cquote2.png
George W. Bush sobre seu gosto musical

O Talibans depois do grande evento[editar]

Traumatizados pelo acontecimento, os poucos sobreviventes voltaram ao Afeganistão, onde se dedicam até hoje ao pastoreio de cabras, principal atividade econômica do país. "Mula" Omar permanece recluso, e se recusa a dar entrevistas.