Theotônio Freire

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Escritor2.jpg Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

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Jorge amado mulher.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

Cquote1.png Ler ou não ler, eis a questão... Cquote2.png
Hamlet sobre este artigo.

Theotônio exercendo sua politicagem

Cquote1.png Que diabo de nome é esse? Cquote2.png
qualquer um sobre o nome do autor

Cquote1.png Isso é um nome? Cquote2.png
Você sobre citação acima
Theotônio Freire nasceu em Recife, claro, só nesses lugares mesmo para ter esse nome estranho, ele foi mais um da trupe dos que se diziam escritores. Ele era um naturalista da escola recifense, mas passou a vida inteira frustrado por não ser tão famoso quanto Aluísio Azevedo, aliás, ele não era mais famoso que ninguém. Era tão frustrado que não conseguia se definir, era tratado por uns como naturalista mesmo e por outros como simbolista, o que não tem nada a ver com naturalismo...

Vida[editar]

Apesar de ser do Recife, diplomou-se pela Escola Normal do Rio de Janeiro, por motivos óbvios, provavelmente não tinha nem escola no fim de mundo que esse sujeito morava. Ele tentou de tudo para ver se conseguia alguma fama, escreveu poesias, contos, um drama de propaganda abolicionista e dois belos romances, que de tão belos foram esquecidos. Além de toda bobagem que ele já tinha feito, ele não se contentou e fundou a Academia Pernambucana de Letras. Por ser o único membro, ele mesmo se entitulou o presidente da tal academia, como escritor não é profissão, tentou qualquer outra coisa num jornal provinciano.

Além de ser um inútil, Theotônio Freire deixou com que as pessoas o chamassem de pai do romance "pré-modernista", vejamos agora que não há nada mais indefinido que o romance ou qualquer outra coisa pré modernista, logo ele era o pai da indefinição, a indefinição é igual a nada, ele então era o pai de nada? Enfim, depois de um tempo Theotônio acordou para a vida e percebeu que ele não conseguiria nada em Recife, então fez sua famosa volta para o sudeste, que foi o único lugar onde ele obteve algum sucesso de público, como ficcionista, no eixo Rio-São Paulo.

Obra[editar]

A cara triste de Theotônio quando vê suas obras

Freire é autor de muitas e muitas obras, mas as únicas que talvez valha a pena saber são Passionário e Regina, ambas de cunho naturalista. Mas mérito dele para algum suposto sucesso não houve, pois foi graças ao escritor Lucilo Varejão Filho, que as obras foram recentemente reeditadas em alguma forma legível.

Passionário e Regina têm em comum serem estudos de casos, ou seja, uma tentativa fracassada de querer fazer como Machado de Assis e estudar a mente das pessoas. Nos dois também há aquela história de sempre de personagens ricos que se fodem por se acharem fodões demais.

Além das duas obras mais famosas, há também outras porcarias colocadas apenas para dar volume ao artigo:

  • Ritornelos Líricos (1899, poesia): Bem, o nome faz grande alusão à música, mas o sujeito não era músico e não entendia absolutamente nada sobre o assunto, podemos já deduzir a partir daí as imensas balelas que devem ter sido escritas neste tal livro. Não é preciso ler nada pra saber, não perca seu tempo, afinal este livro foi a maior decepção do autor, conclui-se então sua qualidade.
  • Lavas (1899, poesia): É mais um dos livros de poesias, este, ao contrário do de cima, não mostra o assunto logo pela capa, mas sem dúvida mostra a qualidade, o título é essencial para início de um bom livro, e um livro com esse nome, que mais parece um diário de uma lavadeira não pode fazer sucesso nem aqui e nem na China.
Os relevos de Theotônio
  • Bronze de Corinto (1907, poesia): Mais um livro de poesia, este, o último livro escrito por ele, portanto o mais atual, que de atualidade não apresenta nada, afinal de contas, Corinto é uma cidade que citada inclusive na bíblia e que nem existe mais, de tão nova que é. E não, quem mora em corinto não é corinthiano... Os coríntios não eram o melhor tipo de gente, eles eram pobres e tudo mais, mas não eram bandidos...
  • Relevos (1894, contos): Finalmente deixamos o campo da poesia para comentar aqui um livro de contos de Theotônio, ele se diz ter inspirado diretamente no criador de contos, o senhor Allan Poe, mas se a pobre alma ouvisse isso, provavelmente procuraria Theotônio no céu (ou no inferno) para dar-lhe uma surra.
  • Clotilde (1887, poesia): Foi o primeiro livro escrito por ele, como a primeira vez é sempre uma tragédia, isso pode até justificar o conteúdo lamentável do livro, mas incrivelmente o autor confundiu um pouco as coisas e atribuiu a qualidade (e o defeito) trágico a todas as vezes e não somente à primeira, como de costume.

Ver também[editar]