Thor (filme)

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Thor
Thor (BR/PT)
Thor no Japão.jpg
Para adaptar-se ao público oriental, o cartaz do filme em Hong Kong precisou de adaptações
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
2011 • Muito colorido • 114 min
Direção Um cara aí
Produção Marvel na Disney
Produção executiva Kevin Faige
Elenco Chris Hemsworth como Thor
Natalie Portman como namorada do Thor
Tom Hiddleston como irmão do Thor
Anthony Hopkins como velhinho sacana
Gênero Como não fazer um filme inspirado em Shakespeare
Distribuição Paranauê Pictures


Thor poderia ter sido um bom filme épico de super-herói, como O Senhor dos Anéis da Marvel, apresentando-se como o novo filme de fantasia para agradar legiões de geeks e suas famílias que têm a infelicidade de suportar que seus filhos vivem em quartos escuros batendo punheta o dia inteiro. Mas não, o filme do Thor nem é bom, nem é épico e as vezes nem parece filme de super-herói, são só 114 minutos de embrormação que fazem o filme mais parecer um episódio de uma série de comédia do Disney Channel, com piadinhas que apenas adolescentes com retardo mental consideram engraçado. O filme é, sob todos aspectos, tratado como inexistente perante o MCU.

Recepção[editar]

Após a Disney se ter dado conta da porcaria que era esse filme, ele foi lançado primeiro em abril de 2011 em Sydney, Austrália, para que graças a este filme houvessem tumultos generalizados tão violentos que simplesmente fechariam e destruiriam o país. Infelizmente, a maioria dos espectadores não conheciam bem os quadrinhos e ficaram apenas moderadamente insatisfeitos, sem matar quase ninguém na Austrália, e depois disso o filme foi lançado no resto do mundo como se não tivesse existido, para escapar das críticas negativas que certamente receberia.

Enredo[editar]

Uma história asgardiana[editar]

Aliás, quem são esses palhaços e o que fazem no filme?

No ano de 1900 e guaraná com rolha, Odin, rei de Asgard, orgulhava-se do dia que perdeu um olho guerreando contra monstros gigantes de gelo feitos de CGI, impedindo esses malfeitores de cometer bullying contra os habitantes dos nove, incluindo Edenia, Netherrealm e Midgard (a Terra), porque por mais que este seja um planetinha bem xexelento, sempre é por algum motivo centro do universo muito antes do cristianismo. A derrota dos gigantes deixou com espólio de guerra para os asgardianos um suprimento vitalício de picolés sabor tutti-frutti e uma caixa de ar condicionado. Os gigantes nunca aceitaram bem o fato de terem sua principal geladeira roubada, e juraram vingança a Odin.

O filme começa com um Odin amargo sobre a perda de um de seus olhos preciosos, perdido em uma aposta de truco valendo o toba, e agora dos três olhos ele só tem um. Deprimido, ele quer abdicar o trono e deixar seu filho loiro e bonitão no trono. Claro, Loki, o filho mais novo, que seria um irmão muito melhor e mais apto como governante do que um mero porradeiro, não gosta de saber que seu irmão ficará com o trono, e passa a tramar um plano diabólico. A geladeira de Asgard é roubado e desobedecendo as ordens de seu pai, Thor viaja para Bariloche afim de recuperar a sua geladeira roubada (que originalmente foi Odin quem roubou), Thir foi tão desesperado e despreparado para essa luta porque ele sabia que aquela geladeira era o único lugar que ele podia arrefecer a sua cerveja. Embora seja o Deus do Trovão praticamente indestrutível, por comodidade do roteiro, ele está tomando um sacode e Odin precisa chegar com sua espingarda e salvar seus filhos com relutância.

A punição[editar]

Pela sua arrogância (e por ter se vestido de mulher) Thor é punido pelo seu pai, e Odin arrebata seu filho, removendo o seu poder divino poder e exilando-o no pior lugar do universo, a Terra, acompanhado por seu martelo broxado, incapaz de ser erguido. E o pior lugar da Terra é Palmas no Tocantins, onde Thor é encontrado pela meteorologista Jane Foster que estudava o motivo pelo qual chovia loiras e martelos na região onde normalmente só faz Sol. Enquanto Thor tenta se acostumar a sua nova vida de humano normal e chato, o martelo é confiscado pelos agentes da SHIELD para fazer apostas sobre quem poderia erguê-lo e, assim, enganar a população local em jogos justos. Thor até invade as instalações da SHIELD pela porta dos fundos mas não consegue erguer seu martelo e acaba expulso dali. No final das contas o deus do trovão é liberado pela Shield, e só numa epifania percebe que para reaver seu martelo ele precisa ser macho, e é por isso que ele começa um romance com Jane, mesmo não realmente gostando dela (os filmes seguintes comprovarão isso).

Loki, o gigante anão[editar]

Loki descobre que ele é um gigante, mas que ele é um anão entre os gigantes, e por isso ele parece apenas uma pessoa alta e normal entre os asgardianos. Ele foi adotado por Odin porque o líder asgardiano se sentia culpado por ter matado sua mãe feito um porco sem valor. Mas antes que Odin possa ter uma conversa adulta com seu filho adotivo, ele adormece bêbado no que chama de "sonho de Odin" e Loki se torna rei, porque apesar de tudo, ele é mais ou menos masculino. Mas Loki, com raiva de ser um anão quanto um Tyrion Lannister, decide roubar a geladeira dos gigantes de gelo mais uma vez para congelar o mundo e assim dominá-lo. E para evitar que seu irmão intrometido atrapalhe seus planos malignos, ele envia para a Terra um Robô mágico de CGI chamado Destruidor, para destruir seu irmão e alguns vários personagens secundários que até o final do filme não mostram a que vieram. A luta é de proporções épicas destruindo toda a pequena cidade de Palmas. Quando Thor beija Jane no meio da luta, o martelo homofóbico decide que Thor finalmente é digno de sua macheza e retorna para ele, retornando-lhe seus poderes para que aquele monstro de CGI fosse derrotado.

Vamos destruir a ponte de arco-íris[editar]

Nosso herói sexy se despede de Jane com um beijo, não que ele gostasse daquilo, mas era só para manter seu martelo sendo enganado que ele era digno como machio e tal, então Thor retorna para Asgard através de um arco-íris mágico, usando seu unicórnio multicolorido. O herói e alguns figurantes retornam a Asgard e percebem que Loki está usando o arco-íris para destruir o planeta dos gigantes de gelo como vingança de ser um anão entre eles. Ok, por que não deixá-lo destruí-los de uma vez?

Para parar seu meio-irmão corno, Thor tem que quebrar a estrada de arco-íris, que é a única porta dimensional para conectar Asgard com outros mundos (premissa que será esquecida em todos os demais filmes da Marvel). Odin acorda e diz aos seus filhos para que não caiam da estrada de arco-íris, mas Loki diz que ninguém manda nele e cai no vácuo profundo até ser convenientemente resgatado por Thanos para ser o vilão do primeiro filme dos Vingadores.

Personagens[editar]

  • Thor Odinson (Chris Hemsworth) - Ator escolhido principalmente porque ele é mais alto do que Roberto Bolaños e Nicolas Cage, anteriormente cotados para o papel principal. Originalmente o papel tinha sido pensado para Brad Pitt porque ele parece muito legal com o cabelo longo, mas seus 1,52m de altura seriam difíceis de disfarçar quando ele estivesse perante os outros Vingadores. No filme Thor é retratado como um deus abobalhado, típico de um filme da Sessão da Tarde, que está com uma sexualidade duvidosa boa parte da trama e por isso não consegue erguer seu martelo mágico. Mas vira macho na marra e recupera a energia de seu martelo, salvando o dia no final.
  • Jane Foster (Natalie Portman) - Não havia mais ninguém interessado em fazer esse papel então coube à Natalie fazer o papel da namorada esquizofrênica de Thor, mas para ela não ficar no filme só sendo uma garotinha namorada de protagonista, fizeram ela astrofísica para parecer mais inteligente (mas acabou como a namoradinha astrofísica do Thor). Dedica-se a adivinhar o futuro vendo as estrelas, ela esperava que seu príncipe encantado fosse um alienígena, só não esperava que fosse um alienígena com uma aparência agradavelmente humana e não um Alf. O aborrecimento acerca das várias piadas ruins do filme ficava claro na face desta atriz, por isso o público se empatizou com ela.
  • Loki Laufeyson (Tom Hiddleston) - (ou o "menino-vaca", em uma das grandes piadas concebidas pelos roteiristas, devido ao seu elmo). É o personagem que salva o filme de ser jogado no abismo de filmes de super-heróis onde Mulher-Gato e Demolidor estão atualmente. Ele se tornou o vilão definitivo do universo Marvel por sua maneira de sorrir que dá medo real. Hiddleston fez o teste para ser Thor mas quando ele riu os produtores urinaram de medo, por isso deixaram o papel a ele de vilão. Um dos atores pensados ​​para ser o Loki tinha sido Jim Carrey por seu papel em O Máskara, felizmente o canadense teve problemas com a agenda porque ele estava fazendo Os Pinguins do Papai.
  • Odin Borson (Antony Hopkins) - Pai que acredita que a maneira de melhor educar seus filhos é enviá-los para morrer em outro planeta enquanto ele tira um cochilo.
  • Sif (Jaimie Alexander) - Deusa da guerra. Acompanha o Thor nas batalhas com outros três patetas. Você nem percebe a presença dessa personagem no filme, deve ser a Deusa da Invisibilidade.