Tony Manero

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Velhadaslu.jpg Tony Manero é uma velharia!

Provavelmente é de madeira, na cor bege, quadrado, gigantesco e possui durabilidade eterna. Se vandalizar este artigo, um corcel vai te atropelar!

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Cquote1.png Ah,ah,ah,Staying alive... Ahh... Ah... Cquote2.png
Bee Gees sobre Tony Manero
Cquote1.png Eu gosto é de disco! Cquote2.png
Tony Manero sobre seus gostos musicais
Cquote1.png Eu gosto é de mulher! Cquote2.png
Chuck Norris sobre seus gostos
Cquote1.png E eu gosto é de maconha! Cquote2.png
Bob Marley sobre seus gostos
Cquote1.png E eu gosto é do filme do Pelé! Cquote2.png
Alguém que assistiu muito Chaves sobre seus gostos
Cquote1.png Tem culpa eu? Cquote2.png
Guri retardado sobre seus gostos
Cquote1.png Os passos de dança desse cara da pesada vão causar altas confusões que até deus duvida! Cquote2.png
Narrador da sessão da tarde sobre Tony Manero
Cquote1.png Maneiro! bixo... Cquote2.png
seu tio sobre Tony Manero

Tony manero é um puta cara legal com um quadril mágico, que vive no Brooklyn em Nova York, não em São Paulo. Em pleno anos 80 (onde um topete e uma roupa elegante eram mais importante que o seu caráter), ele era um trabalhador da lojinha local, e nas horas de folga, fazia a única coisa que sabia direito, ou seja, rebolar a bunda e continuar hétero. Depois, foi para o Brasil e virou jogador de futebol.

História[editar]

Nascido e criado no bairro do Brooklyn, junto com traficantes, jogadores de basquete e motoboys, o jovem Tony cresceu rodeado pelo submundo novaiorquino dos anos 70. Tinha tudo para ser mais um marginal, mas não. Conheceu a disco music e com ela arranjou seu emprego noturno.

Carreira[editar]

Os Anos Disco[editar]

Entre o final dos anos 70 e o início dos anos 80, foi a Drag Queen mais famosa dos EUA, até sua aposentadoria, em 1984. Ganhou diversos prêmios, entre eles o "rosca de ouro" em 1983 e o "plataforma dourada" em 1984, ao anunciar que estava se retirando da noite novaiorquina.

A década de 80 e o futebol[editar]

Em 1984, cansado da vida noturna, mudou-se para Porto Alegre, no Brasil. Trocou de nome para "Mauro Galvão" e começou a jogar como zagueiro no Internacional. Chegou à Seleção Brasileira em diversas oportunidades, sendo contemporâneo de Dunga na Copa de 90. Cheguou a jogar com Janco Tianno, mas ficou de fora da Copa de 1994. Depois, em decadência, como muitas bichas velhas, foi para o Grêmio, tendo ainda passagens pelo Vasco da Gama.

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